14 de julho de 2013
por esmael
32 Comentários

Richa sem intimidade com o trabalho

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), esteve neste domingo (14) na abertura oficial da Festa Nacional do Carneiro no Buraco, em Campo Mourão, onde ensaiou umas vassouradas; como o leitor pode perceber, na foto, o tucano não é muito afeito a esse tipo de trabalho braçal; a prefeita do município, Regina Dubay (PR), mostrou-se mais íntima com a labuta; ou estou enganado?

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), esteve neste domingo (14) na abertura oficial da Festa Nacional do Carneiro no Buraco, em Campo Mourão, onde ensaiou umas vassouradas; como o leitor pode perceber, na foto, o tucano não é muito afeito a esse tipo de trabalho braçal; a prefeita do município, Regina Dubay (PR), mostrou-se mais íntima com a labuta; ou estou enganado?

14 de julho de 2013
por esmael
7 Comentários

The Economist destaca mídia sem reação à  internet no Brasil

do Brasil 247
à‰ grave a crise da mídia impressa no Brasil. E ela está retratada na edição deste fim de semana da revista inglesa The Economist !“ a mesma que tem sido citada com frequência, pela imprensa tradicional, em razão das críticas contumazes à  política econômica no Brasil.

De acordo com o diagnóstico da publicação britânica, os meios de comunicação tradicionais no Brasil não têm conseguido se adaptar à  revolução causada pela internet. Segundo a Economist, metade dos lares no Brasil já têm conexões à  web e o leitor brasileiro prefere consumir a informação online. Outro fator destacado pela revista é o fato de o Brasil já ser a segunda base mais importante para o Facebook no mundo, tendo superado recentemente a àndia !“ o que prova que o leitor também “curte” compartilhar as informações.

Este aspecto torna ainda mais grave a crise do setor, uma vez que os jornais tradicionais estão progressivamente fechando o seu conteúdo !“ o que é incompatível com a lógica de compartilhamento da rede. Na reportagem, a Economist ressalta as demissões em grupos tradicionais, como Abril, Folha e Estado de S. Paulo. Só na cidade de São Paulo, 270 cortes foram anunciados e outros estão a caminho.

Foram também ouvidos dois editores de veículos tradicionais, que não apontaram nenhuma saída. Jayme Sirotsky, do grupo Zero Hora e ex-presidente da Associação Nacional de Jornais, disse que o setor está “no meio de uma tempestade”. Ricardo Gandour, editor do Estado de S. Paulo, mostrou estar perdido, afirmando que a fragmentação da informação !“ ou seja, a sua democratização !“ pode ser prejudicial à  democracia.

A reportagem também destacou que a publicidade online, que hoje representa 14% do total, tende a crescer ainda mais nos próximos anos, tomando espaço do montante gasto em jornais e revistas.

Abaixo, a reportagem em inglês da Economist:

Publishing in Brazil

Folding papers

As the middle class embraces online media, newspapers are struggling

Jul 13th 2013 | RIO DE JAN

14 de julho de 2013
por esmael
13 Comentários

Luizão Goulart, da Assomec, anuncia recebimento de máquinas do governo federal

O prefeito de Pinhais, Luizão Goulart (PT), anunciou que mais 17 municípios da Região Metropolitana receberão máquinas retroescavadeiras na próxima terça-feira (16), em Ponta Grossa, durante presença da presidenta Dilma Rousseff e da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

Luizão, presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec), é um dos generais da pré-campanha do PT ao Palácio Iguaçu em 2014.

Na última sexta-feira (12) o Ministério do Desenvolvimento Agrário iniciou a entrega das máquinas do PAC 2 aos municípios da Região Metropolitana de Curitiba. O evento foi em Campo Largo e contemplou com novas retroescavadeiras os municípios de Contenda, Mandirituba e Rio Negro e outras cidades com até 50 mil habitantes.

A entrega do maquinário será concluída em Ponta Grossa, na terça, em evento do governo federal.

Valter Bianchini, secretário nacional da Agricultura Familiar disse que a inclusão da RMC no PAC das Máquinas foi um pleito da Associação dos Municípios da Região Metropolitana !“ Assomec atendido pelo governo federal.

Esta conquista é graças ao empenho do presidente Luizão e demais prefeitos que apresentaram este anseio e a sensibilidade da Ministra Gleisi que atendeu prontamente os municípios!

Luizão Goulart agradeceu o governo federal e também lembrou que a conquista é fruto de uma reunião entre os prefeitos e a ministra Gleisi Hoffmann.

No inicio deste ano, a ministra nos recebeu em Brasília, onde pudemos solicitar a expansão do programa para a RMC. Este é um anuncio muito comemorado pelos prefeitos que ajudaram a lutar por esta conquista!, salientou.

O PAC 2 prevê a entrega de retroescavadeira, motoniveladora (patrola), caminhão trucado, entre outros equipamentos necessários para a manutenção

14 de julho de 2013
por esmael
14 Comentários

De dona Genoveva para Rossoni: “Tem medo mas não tem vergonha”

Valdir Rossoni (PSDB).

Valdir Rossoni (PSDB).

Recebi e-mail de dona Genoveva, moradora do município de Imbituva, região Sudeste do Paraná, a 180 km de Curitiba, comentando notícia publicada por este blog, na última quinta-feira (11), sobre a determinação do deputado Valdir Rossoni (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, para que a Casa fosse fechada por medo de invasão pelos manifestantes que participavam do “Dia de Lutas” (clique aqui para relembrar). Nem os militares, na ditadura, conseguiram a façanha que o tucano conseguiu de fechar o parlamento. Leia mais

14 de julho de 2013
por esmael
11 Comentários

Colunista da Folha aponta três fortes derrapadas de Mercadante que podem manter Gleisi na Casa Civil

do Brasil 247Cotado para assumir a Casa Civil depois de uma provável reforma no gabinete do governo Dilma, o ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil, foi duramente criticado pelo jornalista Elio Gaspari, colunista do Globo e da Folha. Segundo Gaspari, Mercadante é o “articulador do caos”. Na prática, as três principais derrapadas do ministro da Educação fortalece a posição da atual titular da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Leia abaixo:

Mercadante, o articulador do caos

A extensão de seis para oito anos do curso de medicina penalizará quem ralou pagando faculdade privada

Na condição de articulador de iniciativas da doutora Dilma, o comissário Aloizio Mercadante patrocinou três lances de gênio. A saber:

1) A convocação de uma constituinte exclusiva para fazer uma reforma política. Durou 24 horas.

2) A convocação de um plebiscito para que o eleitorado definisse os marcos da reforma. Durou duas semanas.

3) Com o copatrocínio do ministro Alexandre Padilha, da Saúde, propôs a reorganização do ensino médico, aumentando-o de seis para oito anos.

Na semana passada informou-se aqui que as burocracias do MEC e das universidades federais faziam uma exigência maluca para médicos formados no exterior que quisessem revalidar seus diplomas. Caso queira trabalhar no Brasil, um doutor que se formou em Harvard e trabalha na clínica de Cleveland é obrigado a atestar que mora em Pindorama, mesmo tendo nascido aqui. Sem isso não pode pedir a revalidação, que demora até um ano. Até lá, vive de quê?

A exigência será eliminada, tudo bem, mas havia coisa pior. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, Inep, não sabe dizer quem pôs o jabuti na forquilha do programa Revalida, muito menos por quê. Essa mesma condição é exigida na rotina das revalidações de universidades federais. Puro obstáculo para blindar o mercado. Produto da onipotência dos educatecas.

Agora Mercadante e Padilha querem que os estudantes de medicina trabalhem no SUS por dois anos. Novamente, trata-se de um exercício de onipotência.

Ele se esconde atrás do argumento do aperfeiçoamento dos médicos. Trata-se de uma lorota, pois o Brasil tem medicina há séculos e suas deficiências não derivam da formação dos doutores, mas do desperdício de dinheiro público e da ganância dos interesses privados, inclusive de médicos.

Imagine-se dois estudantes. Aloizio é filho de um banqueiro, estudou em bons colégios e entrou para uma das melhores faculdades de medicina. Como são todas públicas, fará o curso sem desembolsar um tostão. Alexandre é filho de um bancário que trabalha para o pai de Aloizio. Não teve boas escolas, mas foi aprovado numa instituição privada. A família cacifou algo como R$ 300 mil, só em anuidades.

Seria razoável que Aloizio devolvesse em serviços