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Richa espera colocar R$ 7 bilhões no “CU” até quinta-feira

Segundo o Palácio Iguaçu, até quinta, o Tribunal de Justiça vai transferir R$ 7 bi em depósitos judiciais no Caixa Único (CU) de Beto Richa; esse dinheiro, segundo analistas políticos, engavetará! o projeto eleitoral da petista Gleisi Hoffmann, pois tiraria o governo tucano da crise; em contrapartida à  dinheirama, o governador rifaria o aliado Plauto Miró na disputa pelo Tribunal de Contas; o cargo vitalício ira, depois da transferência do numerário, para o filho do desembargador Clayton Camargo, o deputado estadual Fábio Camargo; o Partido dos Trabalhadores, entretanto, acreditam que o presidente do TJ não fará a transferência bilionária no CU.

Segundo o Palácio Iguaçu, até quinta, o Tribunal de Justiça vai transferir R$ 7 bi em depósitos judiciais no Caixa Único (CU) de Beto Richa; esse dinheiro, segundo analistas políticos, engavetará! o projeto eleitoral da petista Gleisi Hoffmann, pois tiraria o governo tucano da crise; em contrapartida à  dinheirama, o governador rifaria o aliado Plauto Miró na disputa pelo Tribunal de Contas; o cargo vitalício ira, depois da transferência do numerário, para o filho do desembargador Clayton Camargo, o deputado estadual Fábio Camargo; o Partido dos Trabalhadores, entretanto, acreditam que o presidente do TJ não fará a transferência bilionária no CU.

Segundo boa fonte no Palácio Iguaçu, o governador Beto Richa (PSDB) pretende colocar R$ 7 bilhões de depósitos judiciais no Caixa Único, cuja sigla, segundo o senador Roberto Requião é “CU” (relembre clicando aqui), até na próxima quinta-feira 13.

Palacianos dizem que a lei aprovada na Assembleia Legislativa, já publicada em Diário Oficial, deverá ser regulamentada na terça (11) e dois dias depois o presidente do Tribunal de Justiça (TJ), desembargador Clayton Camargo, efetuará a transferência bilionária relativa a depósitos judiciais. Desse numerário, Richa poderá gastar até 30% ou equivalente a R$ 2,1 bilhões.

Feita a transferência do dinheiro para o CU, automaticamente, acelera-se o processo de eleição para conselheiro do Tribunal de Contas (TC). Se se confirmar a transação bilionária, o filho do presidente do TJ, deputado Fábio Camargo (PTB), deverá ser eleito para o cargo vitalício. Se não entrar o dinheiro no CU, segundo fontes na Assembleia, a favorito para o TC passa a ser o deputado Plauto Miró (DEM).

Interessante nisso tudo é que o presidente do TJ jurou a petistas, de pés juntos, que não transferiria os bilionários depósitos judiciais para o CU do governo tucano. Entretanto, de acordo com o Palácio Iguaçu, essa transferência está mais certa que dois mais dois são quatro.

Se de fato a dinheirama entrar no CU na próxima quinta-feira, como se imagina nos arredores do Centro Cívico, também se imagina por aquelas bandas que Richa estará engavetando ao mesmo tempo o projeto de Plauto e o da ministra Gleisi Hoffmann.

Eu, particularmente, acho muito difícil a reeleição do governador. Não há dinheiro que recupere o que se cultivou nos últimos dois anos. A crise é de (má) gestão, de (falta de) administração, mas também de imagem. Além de dinheiro para viabilizar seu projeto continuísta, Richa precisará engavetar também a candidatura do senador Roberto Requião (PMDB). A presença do peemedebista na disputa, muito provavelmente, o tirará do segundo turno. Aconteceu isso com o ex-prefeito Luciano Ducci (PSB) em Curitiba. Por que não aconteceria com o tucano?

Além da transferência do TJ, o governo Richa também quer reunir no mesmo Caixa Único dinheiro de empresas estatais, autarquias e de órgãos como Detran e Junta Comercial.

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