Manifestantes acabam de invadir a sede do governo do Paraná

Manifestantes invadem sede do governo do Paraná. Foto: Derick Fernandes/Facebook.

Manifestantes invadem sede do governo do Paraná. Foto: Derick Fernandes/Facebook.

Milhares de pessoas que protestam contra o aumento nas tarifas de ônibus acabaram de invadir, em Curitiba, o Palácio Iguaçu, sede do governo estadual, que fica na região do Centro Cívico.

Segundo informações do repórter Derick Fernandes, o batalhão de choque está chegando ao local. Há possibilidade de confronto no local.

Clique aqui para saber mais.

34 Comentários

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  1. Derick Fernandes, meu gay preferido.

  2. O tal reporter que lhe passou a informacao eh muito ruim. Eram meia duzia de vandalos que nada tinham a ver com o movimento! Petistas infiltrados, que querem mudar a orientacao pacifica e efetiva dos protestos.

    Estamos comecando a ficar cansado deles. Vamos partir a auto-regulacao, expelindo-os dos protestos. Chega destes malas ligados a partidos politicos.

  3. baderneiros…

  4. Borrachada nos bardeneiros…

  5. E a sede da prefeitura??? Os caiporas passaram direto e foram para o Iguaçu? Cruz credo se não é coisa delles, os novos colloridos infiltrados….

  6. É, “o excesso de zelo” do blogueiro em esquerdizar cegamente o espaço, está levando-o ao descrédito. Meia dúzia de mascarados seria o correto, milhares de pessoas estavam sim, se posicionando contra os gastos com a Copa, em detrimento da injeção de recursos na saúde, na educação.
    Bem, a coerência e a correção de opinião não é o forte do lulopetismo.

  7. NÃO PUDE ESTAR LÁ ONTEM A NOITE, ENTÃO FAREI MEU PROTESTO ATRAVÉS DESSE BLOG.

    “PESSOAL, VAMOS A LUTA”¦QUEREMOS HOSPITAIS, CRECHES, ESCOLAS, SEGURANÇA E TRANSPORTE NO ESTILO FIFA”.

    -PORQUE PRA COPA SE TEM DINHEIRO E PRA NÓS TRABALHADORES NÃO TEM!!!
    FORA DILMA!!!

  8. A paciência do povo está no fim, tomara que coisas ruins não aconteçam…

    Políticos, abandonem o egoísmo e comecem a dar ao povo o que é seu de direito…Respeito ao cidadão este país…

  9. ô vergonha de ambas as partes, um pais vivendo uma verdadeira guerra civil, por causa de 0,20 centavos.

  10. Ta perdendo a reputação esse blog, postando mensagens sem fundamentos e inverídicas.
    Ta caíndo o Blog, a Dilma #oGiganteacordou

  11. Noticia Mentirosa!!! Milhares de pessoas?!?!? ou meia duzia de arruaçeiros?!?!?

  12. Explicado
    Segundo manifestantes que estavam no local, o vandalismo foi cometido por algumas pessoas mascaradas que não estavam antes na manifestação.

  13. Eles não invadiram, afinal de quem é a sede do governo?

  14. não é pelas passagens.

  15. não é verdade tenho informações de pessoas que estão lá agora e não é verdade

  16. Ja pensou se invadem a sala do Beto e acham a cópia dos contratos de pedágio na gaveta!!!

  17. Porque não foram invadir a prefeitura tbém, e depois não é politico isso

  18. Esses manifestantes só devem ser do PT porque querem confundir o movimento e criar uma cortina de fumaça no que está realmente está acontecendo.

    Quem não baixou o preço da passagem aqui em Curitiba foi o Fruet, a culpa é dele e do bando de técnicos da sua administração.

    Vamos cobrar desse lerdo lesma.

    • Bicho, a questão do preço do ônibus é só um pretexto inicial. O negócio é pegar o PSDB (que acaba de arquivar a CPI do pedágio) pelos colarinhos e ferrar esse partido que só ferra o povão.

    • Mas não esquecer que o subsídio do governo do estado à passagem do Sistema Integrado foi retirado para sabotar o Fruet, certo?

    • VOCÊ PODE DIVULGAR PARA SEUS AMIGOS E VAMOS MELHORAR A SAÚDE!

      DIA, 25 ALGUNS LOCAIS VÃO PARAR…

      CIDADÃO

      QUEREMOS PRESTAR O MELHOR SERVIÇO
      MAS O GOVERNO NÃO;
      NÃO CHAMA OS CONCURSADOS;
      NÃO EQUIPA OS HOSPITAIS PÚBLICOS;
      NÃO CUMPRE A CONSTITUIÇÃO;
      NÃO RESPEITA VOCÊ,
      QUE É A RAZÃO DELE ESTAR NO PODER.
      NÓS SERVIDORES QUEREMOS SUA COMPREENÇÃO
      POIS JÁ PASSOU 373 DIAS, QUE O GOVERNO BETO RICHA ESTUDOU NOSSO PLANO DE CARREIRA E ATÉ HOJE NÃO DEU NEM UMA RESPOSTA A NÓS… MAS CONTINUA A COBRAR ALTOS IMPOSTOS DE TODOS NÓS CIDADÕES PARANAENSE.
      COM UMA CARA DE BOM MOÇO FAZ A POLITICA DA TELEVISÃO SE DESLIGARMOS A TEVE NÃO TEMOS GOVERNO…
      SÃO MILHÕES DE REIAS DE NOSSOS IMPOSTOS QUE SÃO TIRADOS DA SAÚDE E É NÓS QUE PERECEMOS NA FILA DE EXAMES, CIRURGIAS E ATÉ MESMO PARA CONSULTAS.
      QUEREMOS SEU APOIO E PEDIMOS SUA COMPREENÇÃO NÁO SOMOS BADERNEIROS, SOMOS TRABALHADORES E QUEREMOS VOCÊ JUNTOS A NÓS, PARA QUE TODOS TENHAMOS SAÚDE DE QUALIDADE, NÃO PODEMOS MAIS DEIXAR A TELEVISÃO GOVERNAR NOSSO PARANÁ.
      AMAURI NOGUEIRA
      SERVIDOR PÚBLICO DO PARANÁ
      1

  19. Vergonha para os curitibanos,e ainda dizem que são politizados,isso é ridículo,são mesmos uns cuécas de sedas!!!

  20. Sobre o que dizem as ruas

    Seria recomendável aos dirigentes políticos do campo progressista afastar o risco de reproduzir aqui os erros da esquerda espanhola que, inicialmente, criminalizou o 15-M e terminou falando sozinha nas últimas eleições. Também seria recomendável não outorgar, de forma alguma, às elites brasileiras uma capacidade de mobilização que ela não possui. Refutar a ideia de que os jovens estão nas ruas em função da mídia ou de qualquer tipo de conspiração das “elites” é o primeiro passo para não cair em um erro elementar.

    Vinicius Wu (*), na Carta Maior

    A forma menos adequada de buscarmos a compreensão de um fenômeno social complexo é a simplificação. Não encontraremos uma única motivação para os recentes protestos que se espalharam pelas principais cidades do país, se o procurarmos.

    Temos questões mais gerais e universais ao lado de outros muitos temas locais e setoriais.

    Há aspectos que aproximam os manifestantes de São Paulo aos do Rio e de Porto Alegre e, outros tantos, que os distanciam.

    O papel da internet e das redes sociais é central e, em geral, os políticos e formadores de opinião não o tem compreendido minimamente.

    Buscar algum grau de compreensão do atual fenômeno, a partir do ponto de vista de uma esquerda que se coloca diante do dificílimo desafio de governar transformando, é o objetivo desse breve artigo.

    O que se pode dizer preliminarmente é que estamos diante de uma expressão política do novo Brasil. A revolução democrática, levada a termo pelos governos Lula, redefiniu a estrutura de classes da sociedade brasileira, incluiu milhões de brasileiros à sociedade de consumo e possibilitou a emergência de novas expressões culturais e políticas. Mas o inédito processo de inclusão social e econômica ainda é imperfeito, inconcluso e contraditório.

    As dinâmicas políticas decorrentes do processo massivo de inclusão social em curso ainda são imprevisíveis, mas algumas pistas são visíveis e exigem da esquerda brasileira uma reflexão mais adensada.

    As conquistas sociais dos últimos anos vieram acompanhadas da despolitização da política, de uma onda conservadora que constrange o Congresso Nacional e paralisa os partidos de esquerda, distanciando, ainda mais, a juventude da política tradicional.

    Lembremos que, recentemente, tivemos manifestações espontâneas, em todo o país, contra a indicação de Marcos Feliciano à Comissão de Direitos Humanos do Congresso Nacional.

    Na oportunidade, nenhum manifestante propunha o fechamento do Congresso ou a criminalização dos políticos. E o que fez nosso Parlamento enquanto Instituição? Nada.

    Esperou solenemente o movimento se dispersar.

    Frente à onda conservadora que estimula a homofobia, o racismo e a violência sexista, o que têm feito os partidos políticos? Os ruralistas de sempre se organizam no Congresso Nacional para anular os direitos dos indígenas e o que dizem nossos parlamentares progressistas?

    Os dez anos de governo de esquerda no país nos deixam um legado de grandes conquistas, entretanto, há incerteza e imprecisão quanto aos próximos passos.

    Demandas históricas não atendidas carecem de respostas mais amplas. Além disso, novas questões sempre se impõem num cenário de conquistas sociais e políticas. Pois, se é verdade que os governos do PT incluíram milhões e possibilitaram acesso a inúmeros serviços antes inacessíveis, também é verdade que temos, em diversas áreas, serviços de baixa qualidade e, fundamentalmente, caros.

    O transporte nas grandes cidades é um drama cotidiano para milhões de brasileiros. Temos pleno emprego em diversas regiões metropolitanas do país e, no entanto, ainda temos um oceano de precariedade e informalidade.

    E aqueles que ingressaram na sociedade de consumo nos últimos anos, legitimamente, querem mais: anseiam por cultura, lazer, mais e melhores serviços, educação de qualidade, saúde, segurança e transportes.

    São os efeitos colaterais de toda experiência exitosa de redução das desigualdades sociais e econômicas.

    Evidentemente, há ainda o afastamento e o desencantamento com a política e os políticos.

    A denominada “crise da representação” não é um conceito acadêmico abstrato. O déficit de democracia e de legitimidade das Instituições políticas colocam em xeque a capacidade dos atuais representantes em absorver e compreender as novas dinâmicas sociais e políticas que se expressam nas ruas do país.

    Nossa jovem democracia corre o risco de caducar precocemente, caso não tenhamos êxito em ressignificá-la e reaproximá-la dos setores sociais mais dinâmicos.

    Essas seriam algumas das questões mais gerais que aproximam os movimentos do Sul, sudeste e nordeste. Mas há ainda temas locais que incidem sobre dinâmicas especificas e mobilizam pessoas a partir de questões mais sensíveis a partir de sua vivência concreta nos territórios.

    O Rio de Janeiro, por exemplo, se tornou uma das cidades mais caras do mundo. Há uma reorganização em grande escala do espaço urbano e há setores sociais que se sentem completamente alheios (e marginalizados) ao processo de “modernização” da cidade.

    Em São Paulo, temos uma polícia orientada para o uso desmedido e desproporcional da força e da violência ““ e isso não diz respeito somente aos dias de protestos. Também há ali um tipo de violência estrutural contra homossexuais e mulheres sem que o Poder Público organize qualquer resposta mais contundente. Poderíamos estender a lista.

    Por fim, cumpre registrar que seria recomendável aos dirigentes políticos do campo progressista afastar o risco de reproduzir aqui os erros da esquerda espanhola que, inicialmente, criminalizou o 15-M e terminou falando sozinha nas últimas eleições.

    Também seria recomendável não outorgar, de forma alguma, às elites brasileiras uma capacidade de mobilização que ela não possui e jamais possuirá. Refutar a ideia de que os jovens estão nas ruas em função da mídia ou de qualquer tipo de conspiração das “elites” é o primeiro passo para não cair em um erro elementar que seria bloquear qualquer possibilidade de dialogo com esses novos movimentos.

    Melhor acreditar que é possível extrair do atual momento elementos para a renovação da agenda da esquerda brasileira e reforçar os laços que unem os governos progressistas da América Latina a todas as lutas contra as diversas formas de privatização da vida.

    É hora de reforçarmos nossa capacidade de dialogo, de escuta, e ouvir a voz nada rouca das ruas ““ a mesma que nossos adversários sempre buscaram silenciar. Estamos diante de uma oportunidade singular para renovarmos nossos discursos e nossas práticas, projetando o próximo passo da Revolução Democrática no Brasil com base na força sempre renovadora das mobilizações da juventude.

    “¨”¨(*) Secretário-geral do governo do Estado do Rio Grande do Sul

  21. Agora aguenta!

  22. Uai, o Fábio Campana, só fala do ANDRE Vargas. e foi dormir hahahahahahah.

  23. Então,se em Londrina o preço da pasasgem,sem o carnaval do governador ,que tá parecendo galinha correndo do galo,nas cidades que deram o descontão de 10 ou 5 centavos.
    Se em Marigá e foz a passagem é 40 e até 60 cenatvos mais cara que em Londrina,alguma coisa esta errada.
    Aquela foto patética do governador mais o prefeito de maringá e a Carrie a estranha,juntos mostrando um cartão de passes foi de doer.
    Ou estão tentando enganar os maringaenses e de foz,ou os dizimos ofertados pelos empresários de lá é muito alto.
    É governo do Parana tirando o bode da sala.

  24. Guilhotina ou Paredón para o Playbeto!!!

  25. Tomara que peguem o Richa e deem uma chave de cueca de seda!!!

    • Milhares entrando no palácio do governo?

      Depois ainda querem credibilidade… Kkkkkkkkk….

      • A prefeitura fica ali do lado, a qual nao recebeu os manifestantes para tratar da redução da tarifa…

        Ninguém invadiu a Prefeitura…

        Falta de coerência, ou a politicagem estava no meio daqueles 20 gatos pingados?

        • Analista,
          Acho que é uma questão de credibilidade mesmo. O Fruet chamou os organizadores para uma conversa na sede da PMC. O Richa tá mesmo queimado e é apenas a ponta do iceberg que tá afundando o seu barquinho.
          Por falar em credibilidade: um cara que se reelegeu prefeito com mais de 60% dos votos em 2008, se elegeu governador graças a Curitiba, amargar uma aprovação de 30% depois da rasteira que passou no Fruet. Sua credibilidade é tão volátil quanto seu governo para os amigos. O Beto não queria governar, queria apenas ser governador.

          • Chamou para conversar ou enrolar? Fruet desconhece as razões do movimento? Porque o “entesouramento” dos subsídios ampliados?

            Não se preocupe Elton, já se sabe porque um grupinho de baderneiros foi ao palácio do Iguaçu: militantes petistas até mesmo filho de Deputado petista estavam ali única e exclusivamente para criar factóide.

            A grande maioria, pacífica, do movimento, execrou tais condutas de pixação, depredação e busca pelo confronto físico contra autoridades…

            Um conselho Elton, não leve sua bandeirante do PT no manifesto, mas se for sem ela, fique com quem é do bem.