Dilma não abre mão do plebiscito para reforma política; agora, qual o medo da velha mídia?

A presidenta Dilma reafirmou nesta terça-feira desejo de realizar plebiscito para reforma política no país; agora, a velha mídia chia porque o povo será consultado; pode isso, Arnaldo?

A presidenta Dilma reafirmou nesta terça-feira desejo de realizar plebiscito para reforma política no país; agora, a velha mídia chia porque o povo será consultado; pode isso, Arnaldo?

A presidenta Dilma Rousseff, em nota publicada no Blog do Planalto, nesta terça-feira 25, desmentiu notícias veiculadas na revista Veja e no jornal O Estado de S. Paulo de que teria desistido de convocar uma Assembleia Constituinte para aprovar a reforma política.

A velha mídia não tem medido esforços para tentar melar a consulta popular, pois, segunda ela, o plebiscito poderia descambar para um populismo chavista — em referência ao falecido ex-presidente Hugo Chávez, que realizou vários plebiscitos na Venezuela.

Além de Veja, Estadão, Folha, outros veículos regionais também repercutiram a falsa informação sobre a desistência do plebiscito. Mas, afinal, o que a velha mídia teme agora?

A seguir, a nota oficial da Presidência da República:

Em relação à s declarações de hoje do presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, a Presidência da República esclarece:

1. A presidenta Dilma Rousseff recebeu hoje o presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, e o diretor do Movimento de Combate à  Corrupção Eleitoral, Márlon Reis, que lhe apresentaram uma proposta de reforma política baseada em projeto de lei de iniciativa popular.

2. A presidenta da República reiterou a relevância de uma ampla consulta popular por meio de um plebiscito.

3. A presidenta ouviu a proposta da OAB, considerou-a uma importante contribuição, mas não houve qualquer decisão. O governo continuará ouvindo outras propostas de reforma política que lhe forem apresentadas.

Secretaria de Comunicação Social
Presidência da República

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