CPI da Urbs ou do Tranporte Público? Chicarelli esclarece: “à‰ da Urbs”

Prefeitura de Curitiba tenta blindar Urbs, a empresa que gerencia o transporte coletivo, ao recusar o nome de "CPI da Urbs"; governistas dizem que comissão se chama "CPI do Transporte Público"; Chicarelli, pai da proposta, esclarece: "é CPI da Urbs".

Prefeitura de Curitiba tenta blindar Urbs, a empresa que gerencia o transporte coletivo, ao recusar o nome de “CPI da Urbs”; governistas dizem que comissão se chama “CPI do Transporte Público”; Chicarelli, pai da proposta, esclarece: “é CPI da Urbs”.

A tropa de choque do prefeito Gustavo Fruet (PDT) entra em campo, na véspera da instalação da CPI da Urbs, com objetivo de blindar a empresa que gerencia o transporte coletivo em Curitiba. Em síntese, o oficialismo luta para manter a “caixa-preta” da Urbs lacrada.

A base governista na Câmara Municipal se apressa em dizer que não se trata de uma CPI para investigar a Urbs, especificamente, mas o transporte público. Parece ser a mesma coisa, que os vereadores e prefeitura discutem o sexo dos anjos, mas conceitualmente são coisas bem distintas.

O vereador José Carlos Chicarelli (PSDC), pai da criança, esclarece diante da polêmica: “Não se trata de CPI do Transporte Público, mas da CPI da Urbs”.

Sai prefeito, entra prefeito, e essa tal de “caixa-preta” da Urbs permanece intacta. Por quê? Confesso que eu e torcida do Brasil — que hoje entra em campo contra o Uruguai, pela semifinais da Copa das Confederações — estamos muito curiosos… O que se guarda nessa “caixa-preta”, hein?

A CPI da Urbs será instalada na próxima sexta-feira, 28 de Junho, à s 11 horas no plenário da Câmara. O colegiado terá 13 membros titulares e outros 13 suplentes, representantes de 10 partidos e três blocos parlamentares. A comissão de investigação terá duração de 120 dias.

19 Comentários

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  1. Eu não gosto da pintura padronizada, acho que fica bem em outros lugares ou não. Acho estranho em alguns lugares não aparecer o nome da empresa.

  2. A necessidade hoje da empresa apresentar sua identidade visual é algo que as autoridades não conseguem admitir. Mas isso é que traz transparência, e isso não tem a ver com propaganda de empresa de ônibus. Pior é a pintura padronizada (ou pintura única), que não passa de uma propaganda política, de secretarias de transporte que concedem as linhas mas “ficam” com as frotas de ônibus.

    É bom deixar claro que essa medida NÃO existe em Lisboa nem Londres, do contrário que certas autoridades andaram espalhando. E a pintura padronizada ou única causa mais prejuízos para os cidadãos comuns, que não compartilham dos conhecimentos técnicos de especialistas.

    Daí que pintura única é uma medida caduca que insiste em ser vendida como se fosse “novidade”. Ela não traz transparência, não organiza o transporte e não traz benefício algum para o cidadão.

  3. TRABALHADOR, não vi fundamento algum nos seus argumentos. Mais parecem aquelas explicações de autoridades para tentar arrumar algum sentido em medidas impopulares, através de um discurso tecnocrata, bem mais próximo da fantasia dos escritórios do que da realidade das ruas.

  4. E a caixa preta da COTRANS

  5. Vocês acham que esses vereadores que ficam só inventando projeto bobo de ônibus cor de rosa e outra bobagens mais vão ter capacidade de investigar algo? Isso não vai levar a lugar algum… Querem investigação tem que chamar a polícia, o ministério público, etc…

  6. Ainda falta a MÃE de todas as CPIs do Paraná:
    A CPI dos Pedágios!

  7. Senhores, alguns pontos que ao abrir a caixa preta todos ficarão estarrecidos :
    1 -Plano de pavimentação de Curitiba – tudo passa pelos caixas da urbs em convenio com a sec obras da pmc, são milhões por ano e mais estarrecedor é que são atendidos pedidos dos proprios vereadores. os que vão fiscalizar são beneficiados pelo”esquema montado”;
    2 – Quem define os custos destas obras “pagas pelos contribuintes ” é a sec de obras ( da qual richa foi secretario durantye anos ), acontece que eles decidem entre eles q

  8. Estranho todos assinarem, e é a primeira vez que um prefeito não interfere, coisinha curriqueiras nas adm passadas, tá mudando pra melhor mesmo, ou faz tudo parte de um joguinho, vamos CHICARELLI politico macho cabo da péste, apresenta outra dai vc emplaca de vez como o POLITICO DO POVO , tipo diminuir seus salários em 50% e todo o custo com serviços e pessoal por conta de vcs., teria um efeito cascata que chegaria no executivo e judiciário.

  9. Está CPI DA URBS é um “altar de sacrifício político!” Então quem será imolado?

    Essa infame e mal explicada “CAIXA PRETA DA URBS”, parece coisa daqueles filmes de suspense e de terror onde há um mistério, envolvendo um segredo que se revelado liberará ou todos conhecerão “uma força oculta maligna” que “atormentará inocentes” cujo o passado se vira contra elas por ancestrais terem sido parte de “sociedades secretas ocultistas!” E devido á isto “todos temem e serão alvos de maldição!”
    Já sei! É a “maldição neoliberal” dos “bruxos pensadores da extrema direita” que escrevem esta agenda conservadora para o setor de transporte coletivo na capital como se fosse um “livro de bruxaria e magia” para transformar a realidade no sentido da satisfação de interesses escusos, lucros absurdos e indevidos, enfim fazer caixa de campanha política para alguém!
    E quais foram os sacerdotes mais poderosos desta “sociedade secreta nos últimos trinta anos?”
    Foram os ex- prefeitos Jaime Lerner, Rafael Grega, Cassio Taniguchi, Beto Richa e Luciano Ducci! E agora o próximo nesta dinastia de horror será Gustavo Fruet?
    Esmael e demais é a “visão do inferno” quando se pergunta:
    Sai prefeito, entra prefeito, e essa tal de “Caixa Preta da Urbs” permanece intacta. Por quê?
    O que se guarda nessa “Caixa Preta”, hein?
    E é tenebroso saber que “a tropa de choque (PT e assemelhados) do prefeito Gustavo Fruet (PDT) entra em campo, na véspera da instalação da CPI da Urbs, com objetivo de blindar a empresa que gerencia o transporte coletivo em Curitiba. Em síntese, o oficialismo luta para manter a “caixa-preta” da Urbs lacrada”.
    Alguém já deixou e que fique mais claro o seguinte: Quem acha que o povo de Curitiba e Região Metropolitana vai pagar menos pelas passagens esqueceu que na administração pública há muitos meios jurídicos e administrativos para burlar a mente do administrado. Que ninguém se engane o povo vai pagar o aumento das passagens, sim. Não diretamente, mas através de seus impostos. As empresas de ônibus em Curitiba e na Região Metropolitana que comandam a URBS e COMEC não vão perder nada, pois as prefeituras que cederam aos protestos irão subsidiá-las. Alguém consegue adivinhar que investimentos deixarão de ser feitos por conta da verba vinda de impostos que irá para o bolso dos donos de empresas de ônibus em Curitiba e Região Metropolitana?
    Resumindo, observem e analisem os fatos daqui para frente queira Deus seja diferente, mas os investimentos em transporte público irão diminuir. E havendo necessidade por esses investimentos no dia a dia do transporte coletivo, se produzirá o impasse, porque existe a lei de responsabilidade fiscal, a qual impedirá que os diversos níveis de governo se endividem para fazer investimentos que não terão como fazer sem gastar mais do que arrecadam.

  10. se quebrar o sigilo bancário e telefônico da urbs muita gente dança .

  11. Vamos torcer para que não tenhamos mais uma cpi gastando tempo e dinheiro público a toa. Os vereadores são justamente pagos para fazer o controle do executivo o que não fez até hoje. Será que realmente teremos uma revolução moral em Curitiba após décadas de caixas pretas? Por que todo prefeito ou governador quando entra no mandato esconde com a própria vida as caixas pretas e vai enrolando. É o caso da Urbs e dos Pedágios. Ao invés de defenderem os interesses do povo defendem com a própria vida a obscuridade. Se não tem nada errado e mal feitos então porque blindar?

  12. Mas o que tanto tem na Urbs que este povo morre de medo de abrir para a população? Quantos comissionados tem lá? Abre logo Fruita

    • eu acredito que o problema não são os comissionados, são os POLÍTICOS que foram financiados! estão todos se borrando.

  13. Eu acho que a CPI deve ser para um modelo de sistema de ônibus que, a partir do caso de Curitiba, é herdado da ditadura militar, baseado em medidas cada vez mais repudiadas pelos passageiros, como a carga horária opressiva para motoristas de ônibus, a pintura padronizada nos ônibus e a concentração de poder das secretarias de transportes. Portanto, concordo que ela seja também a CPI da URBS, porque é parte disso.

    Quem tem memória curta pensa que Jaime Lerner é “progressista” e “moderno”, mas seu projeto está muito caduco. Hoje não podemos mais pensar no transporte coletivo adotando um padrão de pintura para várias empresas de ônibus, quando a necessidade hoje é que cada empresa de ônibus mostre sua própria identidade visual, independente de que tipo de ônibus ou para que município ou região de bairros está servindo.

    Exibindo sua própria identidade visual – como ocorre, em linhas rodoviárias, com uma Cometa que é sempre a mesma em São Paulo, BH ou Rio – , a empresa é facilmente identificada pelo passageiro, que pode de cara ver se a empresa serve ou não uma linha. Com a pintura padronizada, isso fica muito mais difícil, e não há argumento tecnocrático que consiga justificar o contrário.

    Quanto aos motoristas, como exigir rapidez e cumprimento de horário se os engarrafamentos são grandes? Por que não levar a sério a necessidade de redução de automóveis nas ruas, já que 75% das pessoas não tem necessidade urgente de se deslocarem usando automóvel? E a dupla função de motorista cobrando passagens, usado a pretexto de um “bilhetamento” eletrônico que nunca é implantado, pondo em risco a vida dos passageiros?

    São essas questões que deveriam ser levadas como prioridade nos protestos de ruas, nos debates na Internet, e tudo o mais, porque não dá mais para aceitar um modelo de transporte coletivo que caducou. O projeto de Jaime Lerner caducou de vez.

    • A.Figueiredo.
      Tem fundamento o seu comentário

    • A Cometa pega passageiro em uma rodoviária e leva para outra, agora o ônibus de linha pega passageiros de ponto em ponto. Então os coletivos precisa sim ter uma identidade única, para não confundir os passageiros, desculpe mas na padronização de cor o Lerner acertou… Pra que uma empresa de ônibus precisa investir em identidade visual, não há concorrência, você pega o ônibus que aparecer e pronto… Essa sua idéia é algo parecido como abolir a farda do exército…
      E nessas linhas que circulam poucos passageiros não tem problema nenhum o motorista cobrar e dirigir, primeiro que ele não cobra e dirige, primeiro cobra e depois dirige, não põe a vida de ninguém em risco… Que absurdo, quanto mais gente enfiar na folha de pagamento das empresas, mais caro será o custo e o preço da passagem… Isso aí é papo de quem não é chegado em trabalhar…
      E seis horas de trabalho não é uma carga de trabalho opressiva…Lembrando que dependendo a linha, o cara trabalha efetivamente 4 à 5 horas, o resto fica parado no ponto final ou terminal… Imagine que a gente tem tempo de ficar correndo em lanchonete, várias vezes ao dia, como vemos o pessoal do transporte coletivo fazer, ficar conversando com a mulherada como os motoristas e cobradores fazem… Desculpe mas você não entende nada de trabalhar…Acho que esse negócio de esquerda e direita já era viu Alexandre Figueiredo; o que existe na verdade é REALIDADE E SONHO…

  14. Fruet Malandrão…

    Teve 6 meses, poderia ter aberto a caixa preta, agora não vai poder levar pra casa o [b]ônus de ter feito isso, que ficará para a Camara e, pasmem, Chicarelli, caso tudo ocorra como planejado…