CNJ proíbe R$ 6 bi no C.U. de Richa, comemoram Requião e Gleisi

Pré-candidatos ao governo do Paraná em 2014, Requião e Gleisi se opõem ao

Pré-candidatos ao governo do Paraná em 2014, Requião e Gleisi se opõem ao “engordamento” do caixa do governador Beto Richa (PSDB); dinheiro injetaria ânimo! no projeto reeleitoral do tucano; ao barrar o Caixa Único, CNJ também interfere tacitamente na disputa por uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas; ouça o áudio de Requião explicando o C.U.

Segundo o senador Roberto Requião (PMDB), o C.U. (Caixa Único) do governador Beto Richa (PSDB) ficará sem os R$ 6 bilhões dos depósitos judiciais que estão sob a guarda do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).

Por unanimidade, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) manteve uma liminar concedida à  Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Paraná, mantendo a Caixa Econômica Federal (CEF) como instituição financeira oficial daquela Corte e proibindo a adesão ao Sistema Integrado de Administração Financeira (Siaf) — ou Caixa Único.

O senador Roberto Requião comemorou a decisão do CNJ.

Por outros motivos, quem também comemorou a manutenção da liminar foi o deputado Plauto Miró (DEM), primeiro secretário da Assembleia Legislativa, que deverá disputar no mês que vem uma vaga de conselheiro do Tribunal de Contas (TC) com o também deputado Fábio Camargo (PTB), filho do desembargador Clayton Camargo, presidente do TJPR.

O fato de o TJPR ter recorrido da liminar da OAB significa, na prática, que há interesse do órgão aderir ao Caixa Único. Diferente do que havia informado o presidente da Corte à  bancada do PT na Assembleia.

Na prática, Clayton Camargo, na ânsia de fazer seu filho conselheiro do TC, vende o sonho de engordar o caixa tucano em R$ 6 bilhões ao mesmo tempo em que acalenta o desejo petista, que tem a ministra Gleisi Hoffmann como candidata ao governo do estado, de deixar Richa sangrando até outubro de 2014, isto é, sem recursos para obras nas vésperas das eleições.

Ouça Roberto Requião explicando o C.U.:

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