Agonizando, Abril, dona da Veja, corta pessoal e mais 10 revistas

do Brasil 247

Sob nova direção, o Grupo Abril começou à s 16h00 da sexta-feira 7 o mais profundo processo de corte de pessoal, extinção de títulos e enxugamento de custos de sua história; as demissões começaram pelo meio da pirâmide de produção, entre os diretores de núcleos; foi dispensado, entre outros, o diretor Claudio Ferreira, responsável durante os últimos anos pela área comercial da revista Veja; presidente Giancarlo Civita não esperou nem a missa de sétimo dia de Roberto Civita para executar as medidas que seu pai se recusava a tomar.

Sob nova direção, o Grupo Abril começou à s 16h00 da sexta-feira 7 o mais profundo processo de corte de pessoal, extinção de títulos e enxugamento de custos de sua história; as demissões começaram pelo meio da pirâmide de produção, entre os diretores de núcleos; foi dispensado, entre outros, o diretor Claudio Ferreira, responsável durante os últimos anos pela área comercial da revista Veja; presidente Giancarlo Civita não esperou nem a missa de sétimo dia de Roberto Civita para executar as medidas que seu pai se recusava a tomar.

Antes mesmo de ser rezada a missa de sétimo dia pela morte de Roberto Civita, que presidiu o Grupo Abril, a empresa iniciou, à s 16 horas desta sexta-feira 7, talvez o maior e mais duro corte de funcionários, extinção de títulos e enxugamento de despesas de sua história. Sob a presidência de Giancarlo Civita, as medidas duras que seu pai não queria tomar começaram a ser executadas em relação a uma série de diretores de núcleos da organização, entre eles Claudio Ferreira, responsável por vários anos pela área comercial da revista Veja.

Dos 52 títulos de revistas da Abril, pelo menos dez deverão ser extintos. O processo de cortes deve prosseguir na próxima semana. Rumores dão conta da necessidade de redução de R$ 100 milhões em despesas anuais, o que implicaria numa redução de cerca de 10% do quadro funcional. Isso representaria cerca de mil demissões.

Abaixo, reportagem a respeito publicada pelo Portal Imprensa:

Editora Abril demite Diretores de Núcleo; até dez títulos podem ser fechados

Após semanas de boatos e informações prevendo uma demissão em massa no Grupo Abril, a empresa iniciou, na tarde desta sexta (7/6), um processo de reestruturação que envolve desligamentos e fechamento de títulos.

Segundo IMPRENSA apurou, os cortes começaram pelos diretores de núcleo que passaram a ser chamados por volta de 16h.

Entre os demitidos estão Alfredo Ogawa, diretor de serviços editoriais da Abril Mídia; Brenda Fucuta, diretora superintendente da extinta UN Segmentada I; Claudio Ferreira, diretor comercial de administração da Unidade de Negócios Veja; Daniel Gomes, diretor de planejamento Estratégico e Novos Negócios; Kaike Nanne, diretor do Núcleo Comportamento; Márcia Neder, diretora do Núcleo Moda e Beleza e Paula Traldi, diretora de Recursos Humanos da ex-Abril Mídia.

Está prevista para a próxima semana a divulgação de quais revistas serão descontinuadas e o quanto esses cancelamentos afetarão o quadro de funcionários. Fala-se na redução de até mil vagas.

IMPRENSA contatou a assessoria de imprensa do Grupo Abril e aguarda pronunciamento oficial da empresa sobre os cortes.

Reestruturação do grupo

Com as mudanças, o Grupo Abril passa a ter uma nova estrutura e a junção das unidades de negócios que estavam ligadas à  Abril Mídia. Elas serão cinco: Unidade de Negócios Veja, UN Exame, UN Abril Segmentadas, UN Negócios Digitais e UN de Negócios de Assinaturas.

A UN Veja será comandada por Thais Chedes Soares que acumula o cargo de diretora geral de publicidade; a UN Exame será comandada por Claudia Vassallo; a UN Abril Segmentadas será dirigida por Helena Bagnoli no comando geral e Claudia Giudice como diretora superintendente.

Já a UN de Novos Negócios Digitais terá Manoel Lemos como titular e reúne as operações Alphabase, iba, Elemidia, E-commerce e um Fundo de Investimento em Empresas de Tecnologia. A UN de Negócios de assinatura continua sob a liderança de Fernando Costa.

Foi criada uma assessoria editorial à  presidência que será ocupada por Edla Mà¼ller que seguirá com o trabalho realizado por Thomas Souto Corrêa. Também foi criada uma vice-presidência de operações e gestão que será comandada por Marcelo Bonini.

Resultados positivos

A reestruturação da companhia acontece dois meses depois do anúncio da divulgação de receita líquida de R$ 2,98 bilhões, alcançados em 2012. Já a receita publicitária da empresa foi de R$ 1,03 bilhão no período.

Giancarlo Civita, que à  época da divulgação dos resultados estava no cargo de vice-presidente do Conselho de Administração da companhia, destacou que “mesmo em ano de cenário econômico complicado mantivemos firme a missão de difundir cultura, educação e entretenimento”.

A parte digital da empresa também apresentou números satisfatórios. Os sites da Abril atingiram 59 milhões de internautas no ano passado. O Exame.com teve crescimento de 86% e chegou a 53 milhões de pageviews. Em 2012, a Abril S.A. ainda comprou a participação dos minoritários na Elemidia e passou a ter 100% do negócio.

Recentemente, a empresa fez vários investimentos e aquisições por meio da Abril Educação que já conta com marcas como àtica e Scipione, Anglo, Ser, Maxi, pH e GEO, os sistemas Anglo Vestibulares e o Curso e Colégio pH.

18 Comentários

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  3. oi gente
    rapaziada bonita de bem com a vida
    tudo bem??
    eu acho que
    o roberto sivita morreu

  4. 1711717

  5. maoê

  6. É SÓ A TUCANAIADA MANDAR ALGUM.
    TIPO,SALVEM A VEJA CONTA 171171 7

  7. A velha mídia, se quiser continuar existindo, vai ter que fazer diferente…Vai ter que mesclar soluções eletrônicas aliadas com as da mídia escrita. A tendência é que a receita deixe de vir da circulação paga…Vai ter que baratear as revistas mais e mais, até o dia em que talvez elas sejam todas gratuitas, a receita vai ter que vir da publicidade…Mas na TV faz tempo que é assim e ela vive muito bem…

    Ainda vão implorar pra você levar pra casa um exemplar de VEJA, de graça…

  8. Sem a grana do Carlinhos Cachoeira fica difícil!

  9. Ta indo pro saco a fraca revista do Carlinhos Cachoeira e dos tucanalhas.

    • HUM MILHÃO E TREZENTOS MIL REVISTAS POR SEMANA, a maior tiragem no BRasil , vai demorar heim!!!

      • Sim, fácil chegar nesse valor, como em São Paulo que ela é distribuida de graça para os alunos nas escolas, coitado dos alunos já são mal informados desde pequeno com essa Revista suja e imunda.

      • É só os tucanos perderem o gov de SP que o corte da mamata de dinheiro publico, assinaturas de revistas pelas secretarias, e livros sem licitação, vai afundar a Veja de vez! Treme Veja!Kkkk…

  10. O enxugamento de despesas – quadro funcional, principalmente, por parte da Imprensa acontece nas editoras do mundo inteiro, e até a caixa d’água do alto da XV sabe que causa maior é a concorrência da mídia digital.
    Esmael se lembra da “grossura” da Gazeta aos domingos?
    Do fechamento de O Estado do Paraná?
    Isso, prá citar exemplos vizinhos.

  11. Abracem o prédio agora! rs