Por Esmael Morais

1!ª profecia de Breda confirmada: “Depois do mensalão, Barbosa será destruído pela velha mídia”

Publicado em 11/06/2013

Discípulo do bruxo Chik Jeitoso, o advogado Juliano Breda, presidente da OAB-PR, previu em antológico discurso no mês passado, durante evento pela criação dos TRFs, que o ministro Joaquim Barbosa passaria a alvo da mídia depois do mensalão; nesta terça, confirmando a 1!ª previsão de Breda (ouça o áudio), o Estadão desceu a borracha no presidente do STF.

Discípulo do bruxo Chik Jeitoso, o advogado Juliano Breda, presidente da OAB-PR, previu em antológico discurso no mês passado, durante evento pela criação dos TRFs, que o ministro Joaquim Barbosa passaria a alvo da mídia depois do mensalão; nesta terça, confirmando a 1!ª previsão de Breda (ouça o áudio), o Estadão desceu a borracha no presidente do STF.

Em tom profético, no último dia 20 de maio, em Curitiba, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Paraná, Juliano Breda, vaticinou: “a grande mídia no país vem poupando Joaquim Barbosa, pois terminado o julgamento do mensalão será absolutamente destruído pela imprensa brasileira”.

Breda falava sobre a oposição do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca da criação de quatro novos tribunais regionais federais no Paraná, Bahia, Minas Gerais e no Amazonas.

O ministro Joaquim Barbosa é uma pessoa com qual nenhum diálogo inteligente pode ser travado!, discursou à  época Breda para um auditório lotado de lideranças políticas e empresariais (clique aqui para relembrar).

Pois bem, não é que a profecia de Breda se confirmou nesta terça-feira (11)? A primeira pancada veio estampada na capa do Estadão impresso e na versão online: “Barbosa manobra para estourar limite fiscal e triplicar gasto do CNJ com pessoal”.

Segundo o jornalão, sócio majoritário do Partido da Imprensa Golpista (PiG), Barbosa quer aumentar os gastos com pessoal ao arrepio da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) — um dos ícones do neoliberalismo, criado em 2000, no governo FHC, para que o Estado conseguisse obter superávit primário para honrar compromissos com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Ouça aqui a previsão de Juliano Breda: