16 de junho de 2013
por esmael
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Guerra de vaidades: Richa fala de redução na tarifa e Fruet em Copa, mas só jornal ganha com publicidade

Fruet e Richa travam duelo de egos pagando anúncios caros no jornal Gazeta do Povo, mas a tarifa na capital continua alta; ao invés dessa disputa de vaidades, cara, com o nosso dinheirinho, por que eles não somam esforços e reduzem o preço da passagem em Curitiba?

Fruet e Richa travam duelo de egos pagando anúncios caros no jornal Gazeta do Povo, mas a tarifa na capital continua alta; ao invés dessa disputa de vaidades, cara, com o nosso dinheirinho, por que eles não somam esforços e reduzem o preço da passagem em Curitiba?

Os curitibanos foram surpreendidos com anúncios de página inteira do governo do estado e da prefeitura de Curitiba, no jornal Gazeta do Povo, neste domingo (16), um dos veículos pertencentes ao grupo RPC/Globo. Leia mais

16 de junho de 2013
por esmael
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Afinal, o BB liberou Osmar Dias para fazer política? Ouça o áudio e opine

à€ direita de Lula e Gleisi, o vice-presidente do BB, Osmar Dias, pôde discursar em evento do PT no Paraná; em 2012, nas eleições municipais, ele alegou que a instituição financeira o proibia de subir em palanques; coincidência ou não, em 2014, ano em que o pedetista pretende disputar cargo eletivo, o BB o liberou para discursar nas vésperas de sua própria eleição.

à€ direita de Lula e Gleisi, o vice-presidente do BB, Osmar Dias, pôde discursar em evento do PT no Paraná; em 2012, nas eleições municipais, ele alegou que a instituição financeira o proibia de subir em palanques; coincidência ou não, em 2014, ano em que o pedetista pretende disputar cargo eletivo, o BB o liberou para discursar nas vésperas de sua própria eleição.

Em 2012, o ex-senador e ex-candidato ao governo do estado, Osmar Dias, do PDT, se recusou a subir no palanque de correligionários, candidatos a prefeito e vereadores no Paraná inteiro alegando que um parecer do Banco do Brasil, instituição da qual é um dos vice-presidentes, o proibia. Leia mais

16 de junho de 2013
por esmael
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Serviço secreto da PM diz que PSOL ‘recruta’ punks para protestos

da Folha.comO serviço secreto da Polícia Militar afirma em relatórios sobre as manifestações contra o aumento das tarifas de transporte em São Paulo que os grupos mais violentos nem sempre agem de maneira espontânea.

Punks que partem para o quebra-quebra são arregimentados por militantes do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) com o objetivo de desgastar o PT do prefeito Fernando Haddad e o PSDB do governador Geraldo Alckmin, de acordo com documentos sigilosos aos quais a Folha teve acesso.

Para a polícia, a forma de ação desses supostos punk é “semelhante a atos de guerrilha”. Seria também uma forma que integrantes do PSOL teriam encontrado de constranger os dois governantes sem aparecer numa situação que poderia desgastar a imagem do partido, de acordo com esses relatórios.

Um dos relatórios do P2, sigla pela qual é conhecido o serviço reservado da PM, frisa que não há envolvimento do PSOL como partido, mas de militantes avulsos. A avaliação foi feita por policiais militares infiltrados.

Os punks e anarquistas partem para o que a polícia chama de “atuações paralelas” sempre que suas propostas são rejeitadas pelo Movimento Passe Livre, que convoca as manifestações.

O presidente nacional do PSOL, o deputado federal Ivan Valente, diz que a avaliação é completamente equivocada. “Os arapongas sempre cometem erros crassos de avaliação política. O

PSOL nunca apoiaria esse tipo de comportamento. Não precisamos utilizar ninguém para criticar governos”.

PINGA ANTES E DEPOIS

O monitoramento mostrou que os punks seguem um ritual que se repete nas manifestações, segundo os relatos feitos. Tomam pinga antes de começar os protestos, esperam o movimento atingir o seu ápice para começar a agir e comemoram os resultados com mais pinga depois que o corre-corre acaba.

Para destruir vitrines e janelas, eles usam uma meia recheada com ferro e pregos, segundo o relato dos PMs.

A polícia diz que os punks que seriam recrutados por militantes do PSOL já acreditavam na violência como forma de protesto.