Vereadores evangélicos juram que estão “de bem” com gays

Chico do Uberaba. Foto: Rodolfo Bãhrer/Gazeta do Povo.

Chico do Uberaba. Foto: Rodolfo Bãhrer/Gazeta do Povo.

Recebi telefonema do vereador Chico do Uberaba, do PEN, jurando que não abandonou a sessão da Câmara Municipal de Curitiba, na segunda-feira (20), que discutia homofobia.

Alegou que participava, na hora do entrevero com o LGTB, de ato político na OAB pela criação de novos tribunais regionais federais.

Na terça-feira (21), este blog registrou que a bancada evangélica rachou sobre apoio ao LGTB na Câmara de Curitiba.

De fato lembro de ter ouvido menção ao parlamentar na OAB, mas não sei se ele abandonou a sessão por causa dos gays ou se nem apareceu por lá.

Outro vereador que também jura não ter abandonado o barco, isto é, a sessão, é Jorge Bernardi, líder do PDT — partido do prefeito Gustavo Fruet.

“A noticia não é verdadeira. Estive durante a sessão e inclusive fiz perguntas aos conferencistas. Perguntei: quantos crimes registrados de homofobia há em Curitiba e no Paraná ? Resposta: Nenhum”, escreveu ao blog Bernardi.

Na confusão da bancada evangélica, quem faturou politicamente foi a vereadora Carla Pimentel, do PSC, que até posou ao lado do atividta Toni Reis, do Grupo Dignidade.

5 Comentários

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  1. BUSINESS, BUSINESS, BUSINESS, MEIA UNGIDA, CUECA UNGIDA, TOALHA SUADA, DISPUTADA A TAPA, TUDO ESTA MUITO PODRE!

  2. Esmael acho salutar colocar o seguinte:
    1- As igrejas Evangélicas não receberam milhões do órgãos publicos para defender os heterosexuais, familia ou a Biblia – estas “ongs” grandes artista como caetano, mercuri, etc que propagam o que chama de “cultura” usam este dinheiro para tentar diminuir dsiretamente os Cristãos e os atacam de forma criminosa e discriminadora;
    3- Gostaria de saber de todas as “boates gays” “amarelinhos ” tem seus alvaras em dia, proteção ambiental , estacionamento para seus frequentadores se tem residencias na vizinhança, ou colocam nas calçadas, fazem arruaça, usam drogas la dentro, etc..e também carnaval hoje ate fora de epoca, se quando trancam as ruas com o apoio total das autoridades e la acontece a maior orgia e ta tudo normal, porque qualquer barulhinho ou incomodo que uma Igreja Evangelica faz tem “promotor ” e “fiscais” de tudo quanto é tipo atrás pra aparecer na midia e vender jornal ( igual vc esmael que toca neste assunto aqui pra aumentar os acessos);
    4 – Pela primeira vez vemos na CMC uma bancada Evangélica, e não é pra menos com tanta perseguição que estão fazendo contra os Cristãos;
    5 – E ainda posso afirmar que as pessoas de bem são infinitamente maiores do que estes inescrupulosos que querem botar goela abaixo esta doença e desvio de comportamento que é a homossexualidade ( e ainda querem impedir aqueles que precisam de ajuda );
    6 – Que venha 2014 e veremos quem tem mais força ;
    7 – E na hora da luta , do fogo, do vamos ver, é ai que aparecem quem realmente são os vereadores que lutam pela causa dos Cristãos, e Deus certamente sera com estes!

    • 100% de acordo.
      Estaremos cada vez mais fortes, apesar da mídia.
      2014 vamos eleger uma bancada estadual e federal evangélica ainda mais forte.

  3. alguém deve ter falado a eles ” psiu psiu, senhores vereadores esses cidadãos também votam ok”

  4. E não poderia mesmo ser diferente, senhores (as) vereadores (as) de Curitiba, pois os homoafetivos também são cidadãos, contribuem com a sociedade, observam deveres e têm, portanto, direitos a usufruir, tal como os cidadãos heterossexuais. Como representantes do povo, os (as) senhores (as) sabem que foram eleitos para representar toda a sociedade e não apenas segmentos sociais isolados. É oportuno destacar, ainda, como todos sabemos, que a Câmara Municipal não é igreja e a Constituição não é livro religioso. Ademais, e como se não bastasse, religião é questão de foro íntimo, pessoal, e não deve pautar as políticas públicas deste país, que é laico, republicano e democrático, e é justamente por ser assim que se permite tanta liberdade de culto, consciência e expressão no Brasil. A sociedade, senhores (as) Edis, agradece pelo empenho e fidelidade no trato da coisa pública.