Valeu a pressão. Governo recua de parcelar “aumentão” de 6,49% para servidores

Servidores acamparam em frente ao Palácio Iguaçu (foto de Antonio More/GP); pressão fez governo tucano recuar, avalia líder do PT, Luciana Rafagnin; Traino, líder de Richa, diz que reajuste pode ser pago em parcela única.

Servidores acamparam em frente ao Palácio Iguaçu (foto de Antonio More/GP); pressão fez governo tucano recuar, avalia líder do PT, Luciana Rafagnin; Traino, líder de Richa, diz que reajuste pode ser pago em parcela única.

O líder do governo Beto Richa (PSDB), na Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano (PSDB), informou que a votação da mensagem autorizando reajuste salarial de 6,49% para 291.874 servidores ativos, inativos e pensionistas.

Segundo a líder do PT, deputada Luciana Rafagnin, com medo de perder na votação, o líder do governo convocou uma reunião de emergência par acalmar a base de sustentação e tentar adiar a votação.

“O governo teve de recuar e terá de pagar o reajuste em uma única parcela!, prevê a petista.

O projeto deve voltar a ser discutido no plenário na próxima semana.

Traiano explicou o recuo: Telefonei para o governador e decidimos respeitar a vontade da maioria dos deputados. Vamos avaliar a reivindicação do funcionalismo de receber o reajuste em parcela única!.

A reviravolta sobre o parcelamento do “aumentão” de 6,49, a la crediário Casas Bahias, foi possível graças ao acampamento dos servidores em frente ao Palácio Iguaçu — a sede do governo estadual.

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