Richa nada fala sobre subsídio e frustra 13 prefeitos da região metropolitana de Curitiba

Publicado em 6 maio, 2013

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, e o de Pinhais, Luizão Goulart, tentam pegar o "bagre ensaboado" Beto Richa na questão da manutenção do subsídio à  tarifa única.
O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, e o de Pinhais, Luizão Goulart, tentam pegar o “bagre ensaboado” Beto Richa na questão da manutenção do subsídio à  tarifa única.
O governador Beto Richa (PSDB) reuniu na manhã desta segunda-feira (6), no Palácio Iguaçu, 21 prefeitos para ato de sanção de lei isentando do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) o óleo diesel usado no transporte coletivo cujos municípios com mais de 140 mil habitantes.

O evento de hoje, contudo, frustrou os 13 municípios da região metropolitana de Curitiba que esperavam o anúncio pelo governador da manutenção do subsídio à  tarifa única de R$ 2,85. Na noite da última sexta-feira (3), chegou-se a cogitar que o tucano teria uma “bala de prata” para o imbróglio; se ele tem, deixou para usá-la mais adiante.

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O presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec), Luiz Goulart (PT), prefeito de Pinhais, também considerou importante a isenção do ICMS, mas alertou que é preciso não confundir esta isenção com subsídio!. O que essa isenção significa é que o valor do subsídio necessário para os municípios pode ficar um pouco menor!, afirmou.

Paralelamente à  isenção de Richa, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), havia anunciado também na última sexta que bancaria a integração do transporte na região metropolitana, por pelo menos 30 dias, renunciando o ICMS das empresas de ônibus.

A decisão do prefeito Gustavo Fruet de bancar o custo da integração metropolitana por mais 30 dias, afirma Luiz Goulart, representou um alívio para todos os prefeitos das cidades que participam da Rede Integrada de Transporte.

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Isso dá um fôlego para que se continue a negociar. Foi uma decisão providencial porque o convênio termina amanhã e nem prefeitos, nem usuários e nem empresas sabiam o que poderia acontecer. à‰ uma situação que não pode mais continuar por muito tempo!, afirmou.

A questão do subsídio à  tarifa única virou uma espécie de “batata quente” que à s vezes cai nas mãos de Richa e à s vezes nas mãos de Fruet. Por ora, está nas mãos do prefeito de Curitiba. Até o mês que vem.

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