O que diz a velha mídia nesta quarta

gazetaJornais do Paraná

Gazeta do Povo: Alep aprova superconta! do governo estadual a toque de caixa

Jornal do Estado: Impasse leva Assembleia a adiar votação de reajuste a servidores

Jornal Metro: Violência assusta morador da região do São Lourenço

Jornal de Londrina: Lotados, conselhos tutelares sofrem para atender população

Folha de Londrina: Comissão investiga maus-tratos contra adolescentes infratores

O Diário (Maringá): CPI já tem seis mil queixas contra telefônicas

Diário dos Campos: Arrecadação federal volta dar sinal de crescimento

Jornal da Manhã: Polícia Federal e Receita Federal interditam lojas no Paraguaizinho

Tribuna do Interior: Aftosa: comprovações atingem 30% da expectativa

O Paraná: Confirmada primeira morte do ano por dengue na região

Jornal Hoje: Emprego tem pior abril desde 2009

Gazeta do Iguaçu: Centro internacional com ênfase em biogás é instalado em Foz

Diário do Noroeste: Escolas municipais adotam uso de tablets nas salas de aula

Tribuna de Cianorte: População é mobilizada contra voto secreto, nepotismo e rodeio

Umuarama Ilustrado: Mais de 40% dos acidentes em Umuarama envolvem motos

Tribuna do Norte: Por unanimidade, TRE absolve Alcides Ramos

Jornais de outros estados

Globo: Novos direitos !“ Dilma sugere flexibilizar jornada de domésticas

Folha: Policial que reduzir crime terá bônus de até R$ 10 mil

Estadão: Morre Ruy Mesquita

Correio: Governo propõe três tipos de jornada para doméstica

Valor: União bloqueia gastos de R$ 27 bi

Estado de Minas: Mais rigor para o lazer

Zero Hora: Assembleia e MP vão abrir salários e nomes

1 Comentário

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  1. E os Cunha Pereira com isssssssssssssooooooo!!!! Que o diga o Paulo Pimentel….

    O Globo teme a Comissão da Verdade

    Por Altamiro Borges

    Em editorial publicado nesta terça-feira (21), o jornal O Globo confessa que está com medo do desenrolar das investigações da Comissão da Verdade. A famiglia Marinho, que apoiou o golpe militar de 1964 e que foi recompensada pela ditadura na construção do seu império midiático, faz um apelo para que as apurações sejam limitadas: “A anistia foi concedida no Brasil de forma recíproca, mediante ampla negociação entre o regime e a oposição, como parte do processo de redemocratização, realizado sem traumas, e que, por isso mesmo, resultou numa democracia estável”¦ Não cabe à Comissão encaminhar qualquer nome ao Ministério Público e à Justiça para ser processado por supostos crimes cometidos na repressão política, nem propor qualquer inciativa neste sentido. Seria, no mínimo, ilegal”.

    Na prática, o editorial tenta enquadrar os membros da Comissão. Um dia antes, alguns deles propuseram explicitamente a revisão da lei da anistia e a punição dos carrascos da ditadura. A notícia foi publicada por Roldão Arruda, no jornal Estadão. “Ganha corpo entre seus integrantes a ideia de que o relatório final da comissão, a ser divulgado no segundo semestre de 2014, deve recomendar a revisão da interpretação legal em vigor e a responsabilização penal de agentes de Estado que cometeram graves violações de direitos humanos no período da ditadura militar. Atualmente, eles não podem ser responsabilizados pelos crimes que estão sendo apurados pela comissão. Integrantes que defendem a recomendação da mudança argumentam que a lei que criou o grupo, em 2011, incluiu entre as suas tarefas sugerir ao Estado brasileiro medidas eficazes para que as violações não se repitam. Uma dessas medidas seria o julgamento de militares e policiais envolvidos em casos de sequestro, tortura, ocultação de cadáveres e outros crimes na ditadura”.

    Entre os proponentes desta mudança está o sociólogo Paulo Sérgio Pinheiro, que não pode ser acusado de revanchista. “Indagado se a comissão vai recomendar que os responsáveis pelos crimes sejam julgados, ele diz que o assunto ainda está em análise. Pessoalmente, diz ser favorável a recomendar que o Brasil acate a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre o tema. Em novembro de 2010, o tribunal condenou o Brasil numa ação movida por familiares dos guerrilheiros mortos no Araguaia e impôs ao Estado a obrigação de esclarecer as mortes e localizar os corpos. Ainda considerou inaceitável a concessão de anistia aos perpetradores de crimes contra a humanidade. Naquele mesmo ano, porém, o Supremo Tribunal Federal decidiu manter a Lei de Anistia”, relata o jornalista do Estadão.

    O editorial de O Globo evidencia que os trabalhos da Comissão da Verdade ainda poderão resultar em avanços significativos, ajudando o superar o atraso do Brasil na condenação dos crimes da ditadura. A famiglia Marinho está preocupada, o que é um bom sinal. Ela teme, inclusive, por uma necessária convocação dos barões da mídia para explicar as suas ligações com a ditadura e seus carrascos assassinos.