Mãe Dilma é a aposta do marqueteiro João Santana para 2014

do Brasil 247

Presidente num período de vacas magras, em que a economia global congelou e o Brasil entrega ao cidadão/eleitor um desempenho mediano, Dilma terá o desafio de vender ao público outras qualidades; por isso mesmo, haverá ênfase na figura da mãe zelosa, que cuida do orçamento doméstico, com medidas como a redução da conta de luz e dos juros, assim como a desoneração da cesta básica, que vem sendo atingida pela inflação dos alimentos.

Presidente num período de vacas magras, em que a economia global congelou e o Brasil entrega ao cidadão/eleitor um desempenho mediano, Dilma terá o desafio de vender ao público outras qualidades; por isso mesmo, haverá ênfase na figura da mãe zelosa, que cuida do orçamento doméstico, com medidas como a redução da conta de luz e dos juros, assim como a desoneração da cesta básica, que vem sendo atingida pela inflação dos alimentos.

Depois de enfrentar seus dois primeiros anos no Palácio do Planalto com a economia andando de lado, a presidente Dilma Rousseff já sabe que 2013 será mais um período de baixo crescimento. As previsões econômicas, que antes convergiam para mais de 3%, hoje se situam ao redor de 2,5%, com viés de baixa. Como disse o ex-ministro Antonio Palocci ao jornal Valor Econômico, num raro depoimento à  imprensa desde sua saída do governo, a economia mundial “deu uma congelada”, o que trouxe reflexos negativos para o Brasil.

Do ponto de vista econômico, a presidente Dilma deverá encerrar seu primeiro mandato com uma média de crescimento inferior à  do ex-presidente Lula e não muito distantes da que foi entregue por FHC em seus oito anos, ao redor de 2,4%. A economia, portanto, que foi um trunfo para o PT nas eleições de 2006 e 2010, já não renderá os mesmos dividendos em 2014.

Por isso mesmo, o marqueteiro João Santana constrói a imagem da presidente em torno de uma outra imagem: a de “mãe Dilma”. A mãe zelosa que ataca o chamado Custo Brasil não apenas com o olhar voltado para o setor produtivo, como no caso da Medida Provisória dos Portos, mas também dirigido à  população em geral. Assim, serão exaltadas conquistas de seu governo voltadas para o orçamento doméstico, como a redução das tarifas de luz e das taxas de juros incidentes sobre os financiamentos bancários. Outro ponto importante, a desoneração da cesta básica, também mereceria destaque, não fosse o fato de estar sendo parcialmente anulada pela inflação dos alimentos.

A propaganda política também tenderá a trocar o “mais”, que dificilmente será entregue num período conturbado como o atual, pelo “melhor”, ressaltando aspectos qualitativos da gestão petista, como nos filmes recentes em que Dilma, ao lado de Lula, promete um novo salto, complementando conquistas do antecessor. Exemplo: depois da inclusão na universidade, com o ProUni, viria o curso no exterior, com um programa como o Ciência Sem Fronteiras, que é uma das meninas dos olhos de Dilma.

Dilma chegará em 2014 como aquela mãe que, embora não tenha conseguido comprar tudo o que desejava para os filhos, terá feito o máximo para encher a mesa com os recursos que teve a seu alcance. Ao menos, será essa a construção de João Santana.

13 Comentários

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  1. A o governo da Dilma vale muito!!!!!
    Vale educação
    Vale gás
    Vale leite
    Bolsa família
    Bolsa reclusão
    Bolsa permanência
    Bolsa alimentação
    Bolsa geladeira
    Bolsa cidadão
    Bolsa família
    Governo que não dá dignidade, dá vale, vale nada!

  2. A grande magoua dessa tucanadas do DEMO no paraná, é o resultado da ultima pesquisa[paraná pesquisa], aonde o governinho de m… deles aparece mal das pernas, com apenas 40%, e a oposição com 48%… E agora, a grande decpçao, dor de cabeça da tucanadas do DEMO;
    A DILMA, APARECE COM 50%%%No PPARANÁ…quaquaquaquaquaquaquaqua, desta vez a tucanadas do DEMO PIRAM!!

  3. Pergunto para estes professores …… de Deus que devem rezar na cartilha da petezada, 1º- Mensalão , tem alguma resposta?….. 2º- petrobras(quebrada), vai fazer 60 anos e antes do nefasto pt sempre foi a Grande empresa Brasileira, mais algumas ; aconchavos , apadrinhamento, superfaturamento, enrriquecimento ilícito, tem muito mais , mas isso é ilusão , nunca existiu, é mentira , eu não tava lá , e ainda tem gente que idolatra esses patogênicos para tôda a nação varonil nosso querido Brasil.

    • jobalo o carai…É robalo mesmo!!!É, se a Petrobras estava tao bem, na era da corja de ladoes tucanos, entao porq eles queriam mudar o nome da petrobras???Ñ fosse o PT e o povo brasileiro,hoje em dia, seria petrobrax…
      quem é q afundou a p36??
      O pre sal foi descoberto em q governo???No governo dos ladroes tucanos, q ñ foi, né robalo!!??

  4. A Dilma vai vencer, o governo PT fez realmente muito pelo povo. Pra garantir a vitória a Dilma ainda encheu o povo com as casinhas de pombo do programa Minha casa- Minha vida.
    Agora a economia não anda redondinha não, podemos ter surpresa.

  5. O fato é que FHC e LULA fugiram da raia, por medo do Leão !

    FHC , LULA e o LEÃO. O fato é que FHC e LULA, ao sentirem a possível presença do Leão no cenário eleitoral de 2014, embora ambos estando em plena forma física e mental, e cheios de vontade de continuarem na ativa, enquanto candidatos naturais dos seus respectivos partidos, de repente, passaram a desconversar, a buscar a rota de fuga e a cortar couve como se diz aqui no interiror de SP. Um escondendo-se atrás do Aécio e o outro atrás da Dilma, e empurrando estes à arena de 2014. Até parece aquela história dos dois comprades, um sofista e o outro bravateiro, que para contar vantagens aos seus pares e ouvintes, resolveram ir à África, juntos, caçar Leão. E lá, nas savanas, armados e cheios de si, dispensaram o guia e bravatearam: agora é nós na fita e o Leão. É nós ou ele. E não é que de repente o Leão saltou diante dos mesmos, e daí foi aquele Deus nos acuda. Ambos largaram as espingardas e passaram a correr e o Leão atrás dos mesmos. O que corria mais atrás e mais perto de ser alcançado pelo Leão logo, com a língua já de fora, gritou ao que corria na frente: compadre, não precisa correr tanto assim, pois está cientificamente provado que o Leão corre mais do que nós. E em assim sendo ele logo nos alcançará. Daí o que corria na frente disparou: é compadre, mas está cientificamente provado tb que o Leão devora apenas uma presa de cada vez. O fato é que FHC, LULA e o LEÃO têm pegadas, e a hora é agora, desse confronto ou dessa união, até porque o resto, me desculpem a franqueza, são ainda apenas aprendizes de “feiticeiros” , respeitosamente.

  6. tem dois tipos de santana um que não vale nada e outro que nada vale, esse da dilma não sei qual é mas o meu santana nada vale.

  7. – Cumpade, me diga quantas muié precisa pra caba com um país???
    – Eita sô!! Precisa Diuma só

    (Desempenho da indústria no Brasil foi o pior entre 25 economias emergentes no ano de 2012)

    • Fala Sério, Olho Vivo – o comissionado pamonha do Beto:

      Veja as principais diferenças entre os governos de FHC e Lula

      Dívida pública ““ FHC a recebeu em 30% do PIB, em dezembro 1994, e a elevou para mais de 55% do PIB, em 2002, mesmo tendo vendido algumas “jóias da coroa”, como a Vale, com a privatização. O principal motivo para a alta da dívida foi a política de juros altíssimos, que remunerava investidores com ganhos reais acima de 20% ao ano. Nos oito anos de governo Lula, a dívida interna caiu para menos de 40% do PIB e hoje está em 36%. Tende a cair ainda mais com a política de juros baixos colocada em prática pela presidente Dilma.

      Risco Brasil ““ Nos dois governos FHC, o Risco-Brasil bateu em 2,7 mil pontos e o País foi socorrido três vezes pelo Fundo Monetário Internacional. Com Lula, caiu a 200 pontos e o Brasil foi promovido a grau de investimento. Os tucanos alegam que, em seu período, o mundo sofreu com as crises do México, da Argentina, da Rússia e da Ásia. Petistas rebatem afirmando que enfrentaram, em 2008, uma crise nos Estados Unidos, o coração do capitalismo.

      Dólar ““ No fim do governo FHC, o dólar foi a quase quatro reais e a inflação anualizada já era de dois dígitos. O Banco Central, de Armínio Fraga, atribuía ao risco Lula a alta do dólar e a disparada dos preços. Com Lula, e o BC nas mãos de Henrique Meirelles, a dívida pública em dólar foi zerada, o real se valorizou fortemente, as reservas internacionais somaram mais de U$S 250 bilhões e o Brasil passou a cumprir sua meta de inflação.

      Emprego e transferência de renda ““ O saldo de empregos criados com carteira assinada no governo FHC foi de 700 mil postos de trabalho. Na era Lula, somaram mais de 11 milhões de vagas. Programas de transferência de renda, criados no governo FHC, foram acentuados na era Lula sob o guarda-chuva do Bolsa-Família. Com resultado, 23 milhões de pessoas cruzaram a linha da pobreza.
      FHC, no entanto, aponta como herança maldita fatores como o aparelhamento de estatais, como a Petrobras, e uma crise energética que se avizinha (sem lembrar, é claro, do apagão de 2005). No campo moral, fala do mensalão, mas, em seu governo vários escândalos também eclodiram ““ e muitos não foram investigados com o mesmo rigor de agora. O que não significa que cada presidente não tenha dado contribuições para a construção de um país melhor ““ inclusive os que vieram antes de Lula e FHC.Brasil247
      http://saraiva13.blogspot.com.br/2012/09/lula-x-fhcnao-ha-comparacao.html

      • Pega essa Fala Sério:
        FMI diz que Brasil é o campeão absoluto em redução do desemprego desde 2008
        Desemprego em países selecionados
        País Taxa em 2008 Taxa em 2012 Variação %
        Brasil 7,9 5,5 -30,4
        Alemanha 7,6 5,5 -28,2
        Argentina 7,9 7,2 -8,6
        Rússia 6,4 6,0 -6,3
        China 4,2 4,1 -2,4
        Japão 4,0 4,4 9,2
        México 4,0 4,8 20,8
        França 7,8 10,2 31,5
        R. Unido 5,6 8,0 44,3
        Itália 6,8 10,6 56,8
        Portugal 7,6 15,7 106,2
        Espanha 11,3 25 121,2
        Grecia 7,7 24,2 215,8

        Uma coisa eu digo pra vocês, se o PSDB tivesse ganho em 2002, 2006 e 2010, o Brasil hoje estaria na posição da Espanha ou da Grécia.

        • -No final do governo FHC, a participação do Brasil no PIB latino-americano era de 35,62%. Ao término do governo Lula caiu para 35,40%. Com relação ao mundo como um todo, ficamos praticamente estacionados, com uma leve melhora. Em 2002 tínhamos 2,92% do PIB mundial; agora temos 2,98%.
          – Nos últimos oito anos, foram mais eficientes do que nós ““ na média de crescimento -países como Uruguai (6,6%), República Dominicana (6,4%), Peru (5,9%) e a vizinha Argentina (7,4%).
          – Outros emergentes que cresceram anualmente mais do que o Brasil durante a era Lula foram China (10,92%), Índia (8,04%), Rússia (5,07%) e Turquia (4,51%).
          – Os 4% de crescimento médio do governo Lula colocam-no apenas em 19º no campeonato nacional de progresso econômico, entre os 29 presidentes desde a proclamação da República.
          – em matéria de variação comparativa do PIB, no período 2003/2010, o Brasil fica em um “humilhante” 96º lugar, entre 181 países.

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            Moeda virtual
            Folha de São Paulo em 2003 sempre jogando contra o Brasil:
            01/10/2003 – 11h32
            Brasil deve cair de 12ª para 15ª maior economia mundial

            Publicidade
            EDUARDO CUCOLO
            da Folha Online

            O Brasil está ficando para trás em relação às maiores economias do mundo. Segundo estudo da consultoria Global Invest, o país deve perder este ano três posições no ranking que mede a soma das riquezas (PIB) dos países e amargar a colocação de 15ª economia mundial, caso seja confirmada a previsão de crescimento abaixo de 1%.

            Em 1998, o país ocupava a 8ª posição no ranking, mas nos últimos cinco anos foi ultrapassado por Canadá, Espanha (em 1999); México (em 2001); Coréia do Sul (em 2002); e agora deve perder posições para Holanda, Índia e Austrália.

            Segundo o economista Alexsandro Agostini, um dos responsáveis pelo levantamento, a queda do Brasil no ranking se deve ao baixo crescimento da economia nestes anos –uma média de 1,49% ao ano– e à desvalorização do real frente ao dólar, já que o valor do PIB é convertido de uma moeda para outra na hora da comparação.

            Ele afirmou que os números derrubam o mito de que o Brasil seria a 8ª ou 10ª economia do mundo. “O Brasil foi o país que mais perdeu posições no ranking”, disse Agostini.

            Crescimento “pífio”

            A estimativa para 2003 –a maior queda no ranking no período estudado– está baseada nos dados do PIB brasileiro no primeiro semestre do ano divulgados ontem pelo IBGE, de R$ 711 bilhões, e na estimativa de que as somas das riquezas no ano cheguem a US$ 467 bilhões. Em 1998, o PIB era de US$ 788 bilhões.

            “Em 2003, o cenário permite projetar um crescimento pífio da economia, que é insuficiente para acompanhar o desempenho dos demais países”, afirmou.

            O peso da economia brasileira entre os 15 maiores PIBs do mundo caiu quase pela metade neste período, segundo o levantamento, passando de 3,3%, em 1998, para 1,7% em 2003.

            Nestes anos, o país sofreu com uma série de crises internas e externas, que contribuíram para drenar as riquezas do país. Mesmo com a desvalorização do real em 1999, o país ainda conseguia se manter entre as dez maiores economias. Mas a redução do crescimento, agravada pelo racionamento de energia e efeitos da crise argentina, além das seguidas desvalorizações do real a partir de 2001, fizeram com que o país fosse ultrapassado no ranking.

            Segundo ele, para voltar ao grupo das dez maiores economias, o Brasil teria de crescer a taxas de 3,5% ao ano e ainda contar com uma valorização da moeda.

            EUA

            Um exemplo de país que seguiu uma trajetória totalmente oposta à do Brasil é a China, que em 1998 estava apenas uma posição na frente (7ª), se manteve entre o 6º e 7º lugar nos anos seguintes, mas para sustentar a posição cresceu o equivalente a um PIB brasileiro.

            A maior potência mundial continua sendo os EUA, que viram suas riquezas crescerem de US$ 8,7 trilhões para US$ 10,9 trilhões no período.
            http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u74484.shtml

            Ou seja, com os tucanos imundos no poder, em 1998 o Brasil despencou de 8º pra 12º, mas ainda bem que no governo Lula hoje o país é a 6ª maior economia do mundo, podendo até em 2020 se tornar a 5ª:
            http://www.cartacapital.com.br/economia/brasil-sexta-economia-do-mundo/