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“Foi um chororô só no Palácio Iguaçu”, diz André Vargas

Deputado André Vargas, vice-presidente da Câmara, dá aula de economia no Palácio Iguaçu (sede do governo do Paraná): "recordes de arrecadação com impostos isto é possível graças à s desonerações do governo federal"; petista promete ajudar liberar empréstimos, mas, segundo ele, governo do estado precisa cumprir regras!.

Deputado André Vargas, vice-presidente da Câmara, dá aula de economia no Palácio Iguaçu (sede do governo do Paraná): “recordes de arrecadação com impostos isto é possível graças à s desonerações do governo federal”; petista promete ajudar liberar empréstimos, mas, segundo ele, governo do estado precisa cumprir regras!.

Terminou há pouco a reunião entre o governador Beto Richa (PSDB) e as bancadas estadual e federal. O chororô tucano foi grande, relatou a este blog o deputado federal André Vargas (PT), vice-presidente da Câmara.

Richa reclamou da demora do governo federal em autorizar a liberação de R$ 3,5 bilhões em empréstimos nacionais e internacionais para o Paraná. Entretanto, disse Vargas, o próprio governo do PSDB tinha 40 restrições no CAUC (Cadastro Único de Convênio) — uma espécie de SPC da União.

“Estamos à  disposição para ajudar resolver os empréstimos. Não há perseguição política. O que há são procedimentos de natureza administrativa que precisam ser cumpridos por todos, inclusive pelos governadores do PT”, garante André Vargas.

Outro ponto tratado na reunião ocorrida no Palácio Iguaçu diz respeito à  diminuição dos repasses do Fundo de Participação do Estado (FPE). O governador afirma que as desonerações do governo federal — como a do PIS e Confins, que possibilita a redução na tarifa do ônibus, e do ICMS na tarifa da luz — derrubou os repasses.

“Esse chororô não tem razão de ser, pois se o governo do Paraná comemora recordes de arrecadação com impostos isto é possível graças à s desonerações do governo federal. São medidas que mantêm a economia aquecida no Paraná e no Brasil, que garantem o emprego e o consumo e, consequentemente, maior arrecadação pelo tesouro estadual”, ensina o vice-presidente da Câmara.

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