4 de maio de 2013
por Esmael Morais
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Lula diz que mídia nunca lucrou como na era Lula; ingratidão ou picaretagem?

do Brasil 247 Luiz Inácio Lula da Silva é hoje o inimigo número 1 de grandes grupos de mídia nacionais, especialmente Abril e Globo, mas há, nisso, um paradoxo. Foi no governo do presidente operário que essas empresas conseguiram sair do buraco e resolver suas dívidas cambiais !“ heranças malditas do governo FHC.

Lula, no entanto, nunca recebeu sinais de gratidão por ter, inclusive, se engajado pessoalmente no resgate dos grupos de mídia. Essa relação tensa, entre o político e os meios de comunicação, é um dos temas da longa entrevista que ele concedeu ao sociólogo Emir Sader e que ser á lançada no livro “Governos Pós-Liberais no Brasil: Lula e Dilma”, no dia 13 de maio.

Confira, abaixo, alguns dos principais trechos da entrevista de Lula:

Qual o balanço que o senhor faz dos anos de governo do PT e aliados?

Esses anos, se não foram os melhores, fazem parte do melhor período que este País viveu em muitos e muitos anos. Se formos analisar as carências que ainda existem, as necessidades vitais de um povo na maioria das vezes esquecido pelos governantes, vamos perceber que ainda falta muito a fazer para garantir a esse povo a total conquista da cidadania. Mas, se analisarmos o que foi feito, vamos perceber que outros países não conseguiram, em trinta anos, fazer o que nos conseguimos fazer em dez anos. Quebramos tabus e conceitos preestabelecidos por alguns economistas, por alguns sociólogos, por alguns historiadores. Algumas verdades foram por água abaixo. Primeiro, provamos que era plenamente possível crescer distribuindo renda, que não era preciso esperar crescer para distribuir. Segundo, provamos que era possível aumentar salário sem inflação. Nos últimos 10 anos, os trabalhadores organizados tiveram aumento real: […] o salário mínimo aum Leia mais

4 de maio de 2013
por Esmael Morais
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Farofeiros lançam jingle para ocupação do granito no Batel; assista

Amanhã, domingo (5), a partir do meio dia, na luxuosa Rua Bispo Dom José, deverá ocorrer a “1!ª Farofada no Granito do Batel”.

Para o protesto, foi até escolhido um jingle “Farofa-fá” (versão remoçada pela Cia Cabelo de Maria) do cantor brega Mauro Celso – o mesmo que interpretava “Bilu Tetéia”, nos anos 70.

Clóvis Costa, o polêmico advogado da burguesia do Batel, disse que farofa é muito cult e comida da pequena burguesia revoltada. “Povão mesmo come pão com mortadela”, provocou.

Perguntado por este blogueiro se iria à  farofada, o senador Roberto Requião (PMDB) disse que não.

“Sou a favor do granito, dura para sempre. Vou promover um ‘queijos e vinhos’ junto com o Ducci”, respondeu o peemedebista, via Twitter, referindo-se ao ex-prefeito Luciano Ducci (PSB).

A confusão toda tem a ver com a calçada de granita na Rua Bispo Dom José, bairro Batel, um dos mais chiques da capital paranaense. Setores médios de outras regiões reivindicam o mesmo material em suas calçadas. Para agradar “gregos e baianos”, o prefeito Gustavo Fruet (PDT) determinou que metade da obra fosse de granito e a outra metade de concreto.

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