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Sem coligações, PT e PMDB teriam 60 deputados a mais

do Brasil 247

O projeto de reforma política do deputado Henrique Fontana (PT-RS), que deve ser votado nesta semana na Câmara, prevê o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais, a realização de todas as eleições em uma única data e a alteração da data de posse de presidentes, prefeitos e governadores.

O projeto de reforma política do deputado Henrique Fontana (PT-RS), que deve ser votado nesta semana na Câmara, prevê o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais, a realização de todas as eleições em uma única data e a alteração da data de posse de presidentes, prefeitos e governadores.

A Câmara começa a debater nesta semana a questão das proibições das coligações para deputado. Segundo estimativa feita pelo Estadão, se elas estivessem proibidas na eleição de 2010, os maiores partidos seriam os mais beneficiados.

O PMDB e o PT teriam, cada um, 30 deputados a mais. Isso representaria um aumento de 38% e 35% no número de vagas peemedebistas e petistas, respectivamente.

O PSDB também levaria vantagem, com sete cadeiras a mais, assim como o PV, com ganho de uma vaga. Todos os demais perderiam, sendo que seis partidos nanicos seriam varridos do Congresso e do mercado do tempo de TV nas campanhas eleitorais.

Além do fim das coligações, o projeto de reforma política do deputado Henrique Fontana (PT-RS) prevê a realização de todas as eleições em uma única data, a alteração da data de posse de presidentes, prefeitos e governadores, e a facilitação da participação popular na proposição de projetos de lei e emendas constitucionais.

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