PMDB do Paraná em frangalhos; Requião acompanha à  distância

Compartilhe agora!

Bronca entre os peemedebistas vem das eleições, quando Serraglio resolveu apoiar candidato a prefeito do PSD contra o correligionário Pugliesi. Novo presidente, Serraglio, diz que partido era antidemocrático!. Ex-presidente Pugliesi devolve: Ele não tem conhecimento da intimidade do partido. Quer atingir o Requião e acaba atacando o PMDB como um todo.!
Bronca entre os peemedebistas vem das eleições, quando Serraglio resolveu apoiar candidato a prefeito do PSD contra o correligionário Pugliesi. Novo presidente, Serraglio, diz que partido era antidemocrático!. Ex-presidente Pugliesi devolve: Ele não tem conhecimento da intimidade do partido. Quer atingir o Requião e acaba atacando o PMDB como um todo.!
A gestão do deputado federal Osmar Serraglio à  frente do PMDB do Paraná, se continuar na mesma toada, poderá se tornar a mais controversa e a mais fraca de toda a história do partido.

Na terça-feira (9), durante encontro de prefeitos, deputados estaduais, prefeitos e vereadores, em Curitiba, ficou evidente que a legenda está mais do que dividida, rachada: ela está em frangalhos.

A conformação que derrotou em dezembro de 2012 o senador Roberto Requião — setores do governo Beto Richa (PSDB), somados à  bancada estadual e à  liderança do ex-governador Orlando Pessuti — não existe mais. Agora é cada um por si e Deus para todos.

O blog registrou que na reunião de terça Serraglio desceu a borduna no antecessor, o deputado Waldyr Pugliesi, que presidia a legenda no estado até dezembro último, taxando-o de antidemocrático e de incompetente administrativamente.

Pois bem, Pugliesi não deixou barato e respondeu Serraglio: Ele não tem conhecimento da intimidade do partido. Quer atingir o Requião e acaba atacando o PMDB como um todo.!

Paralelamente a isso, Pessuti, secretário-geral da sigla, também se estranhou com o deputado Nereu Moura, o vice-presidente da agremiação. Os dois quase foram à s vias de fato, segundo relatos dos peemedebistas que estiveram na reunião em virtude de nomeações das comissões provisórias em diretórios.

Ainda na mesma reunião, o segundo vice-presidente do partido, deputado licenciado Luiz Claudio Romanelli, foi voz isolada na defesa de coligação com o governador Beto Richa (PSDB). O deputado Caito Quintana disse “não”, pois, de acordo com ele, apoio da bancada ao governo não significa apoio em 2014. “Vamos de candidatura própria”, aponta o parlamentar, fazendo coro ao presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO).

De camarote, em Brasília, Requião assiste os correligionários se digladiarem.

Compartilhe agora!

Comments are closed.