Dilma enfrenta exército pró-juros organizado

do Brasil 247

Pode ser pura coincidência, mas, ontem, os três principais jornais do País deram manchetes idênticas sobre inflação; nesta sexta, dos três jornalões, dois voltaram a se repetir, batendo na tecla dos preços à s vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária; a dúvida é: Dilma irá se curvar à  pressão organizada dos meios de comunicação, que parece ter um comando central, ou recomendará cautela ao Banco Central, diante dos sinais contraditórios da economia?; em editorial, Folha e Estado pedem juro maior.

Pode ser pura coincidência, mas, ontem, os três principais jornais do País deram manchetes idênticas sobre inflação; nesta sexta, dos três jornalões, dois voltaram a se repetir, batendo na tecla dos preços à s vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária; a dúvida é: Dilma irá se curvar à  pressão organizada dos meios de comunicação, que parece ter um comando central, ou recomendará cautela ao Banco Central, diante dos sinais contraditórios da economia?; em editorial, Folha e Estado pedem juro maior.

Será que existe um comando central, alinhado e coeso, definindo as manchetes dos principais jornais do País, à s vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária? Pode ser que sim, pode ser que não, mas o fato é que nunca houve tanta coincidência e tanta convergência entre os jornalões. Ontem, quinta-feira, os três principais jornais do Brasil, deram destaques idênticos ao mesmo tema, conforme abaixo:

Inflação passa teto da meta e juro pode subir – O Globo

Inflação passa teto e cresce pressão por alta de juros – Estado de S. Paulo

Inflação estoura meta, e governo prevê juro maior – Folha de S. Paulo

Nesta sexta, de novo, novas repetições:

Alta dos preços já derruba vendas em supermercados – O Globo

Alta de alimentos derruba vendas de supermercados – Folha de S. Paulo

à‰ por essas e outras e outras que os jornais tradicionais muitas vezes são rotulados como um integrantes de um suposto PIG, Partido da Imprensa Golpista, como se fizessem parte de um partido único. E é também por isso que tantas vozes gritam por um processo de democratização dos meios de comunicação.

No tocante à  inflação, o movimento coordenado dos grandes jornais pode provocar até um resultado inverso ao desejado. Como a presidente Dilma é ciosa de sua autoridade, será desagradável elevar os juros, na reunião do Copom dos dias 16 e 17, depois de uma pressão tão explícita dos jornalões. Será que ela irá se curvar aos barões da imprensa?

Não bastasse isso, os sinais são bastante contraditórios. Já se sabe que o estouro da meta em março será revertido em abril. Além disso, as previsões de analistas convergem para uma taxa de 5,70% em 2013, confortavelmente dentro da meta de 6,5%. E o ritmo de atividade econômica, já fraco, recomendaria certa cautela. Até mesmo no sistema financeiro não há consenso e um grande banco não vê razões para a alta dos juros.

No dia 17, quando forem anunciados os resultados da reunião do Copom, o Brasil saberá quem venceu a queda de braço: Dilma ou o exército coeso que a enfrenta.

E se não bastassem as manchetes, o Estadão e a Folha publicaram ainda editoriais pedindo juros maiores. Leia abaixo:

A inflação da omissão – EDITORIAL O ESTADàƒO

Com 6,59% acumulados em 12 meses, a inflação superou o limite da margem de tolerância e ficou quase 2,5 pontos acima da meta oficial, de 4,5%. Isso põe em xeque o Banco Central (BC) e torna muito difícil evitar medidas mais duras na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), nos dias 16 e 17.

Na América do Sul, números de inflação piores que os brasileiros só têm aparecido nas economias argentina e venezuelana, desorganizadas por governos populistas, economicamente irresponsáveis e desastradamente intervencionistas. Apesar de ruins, os dados de março, recém publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram alguns preços com aumentos menores que nos meses anteriores. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, destacou esses detalhes positivos e tentou mostrar algum otimismo.

A inflação, segundo ele, está em trajetória de redução. Apesar disso, o ministro prometeu medidas para impedir a propagação da alta de preços. O BC reafirmou em nota a mensagem distribuída pelo Copom depois de sua última reunião, no mês passado. As autoridades monetárias continuarão avaliando a evolução da economia e dos indicadores de preços para decidir os próximos passos.

O presidente do BC, Alexandre Tombini, reiterou várias vezes, nas últimas semanas, o compromisso de agir contra uma inflação por ele descrita como preocupante e resistente.

Esses adjetivos continuam perfeitamente adequados para descrever a desordem dos preços. Os núcleos de inflação calculados pelos especialistas diminuíram de fevereiro para março, acompanhando a redução do índice cheio, de 0,6% para 0,47%. Vários preços aumentaram mais devagar que nos meses anteriores e o índice de difusão, referente à  parcela de itens com preços aumentados, diminuiu de 72,3% para 69%. São dados positivos, sem dúvida, mas é muito cedo para festejar a acomodação das pressões inflacionárias e seria uma irresponsabilidade continuar contemporizando, à  espera de uma acomodação espontânea da inflação.

As medidas tomadas até agora pelo Executivo podem afetar temporariamente alguns preços, mas nenhuma delas tem efeito anti-inflacionário e são todas ineficientes como estímulos ao investimento produtivo. Nenhuma das providências adotadas ou prometidas até hoje serve para substituir uma política fiscal austera e um corajoso aperto monetário. O aperto necessário será tanto mais duro quanto mais o Copom tentar adiá-lo. Será tanto mais severo, também, quanto mais prolongada for a farra fiscal, com generosa distribuição de benefícios setoriais e nenhum esforço para conter os gastos públicos.

Embora os novos números da inflação indiquem certa melhora do quadro, ainda estão longe de apontar um retorno ao equilíbrio. Um indicador de difusão de 69% ainda mostra aumentos muito espalhados e uma vez desmente a tese de uma inflação gerada por choques de oferta de alguns produtos. A persistência da inflação dos serviços denuncia uma demanda muito aquecida e os estímulos ao consumo apenas reforçam esse desajuste.

Além do mais, uma taxa mensal de inflação de 0,47%, como a de março, é escandalosamente alta. Acumulada em 12 meses, uma alta mensal dessa magnitude resultaria em 5,78%, uma inflação muito superior à  da maior parte dos países desenvolvidos e emergentes. Projetada para quatro trimestres, a variação acumulada entre janeiro e março, de 1,94%, produz: a assustadora inflação anual de 7,99%. Ninguém pode tolerar taxas de inflação como as brasileiras e ao mesmo tempo reclamar do desajuste cambial. A diferença entre as taxas de inflação de um país e as de outros participantes do mercado concorrentes, clientes ou fornecedores – é um dos fatores determinantes do câmbio real, como devem ter aprendido os condutores da política econômica brasileira. Finalmente, essas mesmas autoridades deveriam explicar claramente se a meta de inflação é 4,5% ou qualquer valor entre 4,5% e 6,5%. Até agora, o Executivo e o BC têm agido como se a meta incluísse toda a margem de erro ou de tolerância, O resultado tem sido um desastre.

Além do teto – EDITORIAL FOLHA DE SP

FOLHA DE SP – 12/04

Estouro da meta de inflação não indica ainda disparada de preços, mas cenário exige cautela e recomposição da credibilidade do BC

O estouro da meta de inflação nos 12 meses encerrados em março não significa que o comportamento dos preços seguirá nos próximos meses em espiral ascendente.

Na realidade, o índice oficial de inflação, o IPCA, desacelerou no mês passado. Subiu 0,47%, contra 0,60% em fevereiro.

Analistas esperam que, após ter alcançado 6,59% no “ano” fechado em março, a inflação decline e termine 2013 em torno de 5,5%. A meta oficial é 4,5%, com dois pontos percentuais de tolerância.

Nem por isso se pode afirmar que o comportamento dos preços e as políticas adotadas para controlá-los inspirem confiança.

Ao contrário: tanto a dinâmica da economia quanto a atuação da equipe econômica acarretam a persistência de riscos. Mesmo que refluam, os índices continuarão em patamar alto, e isso num quadro de baixo crescimento do PIB, leniência na gestão das contas públicas e pressão política do Planalto sobre o Banco Central.

Este último aspecto, aliás, deverá levar o BC a aproveitar o rompimento do teto da meta como senha para aumentar a taxa básica de juros já na próxima reunião do Copom, na semana que vem.

Embora a autoridade monetária viesse indicando que preferiria aguardar até maio para decidir, a inábil declaração “desenvolvimentista” da presidente Dilma Rousseff na cúpula dos Brics, há duas semanas, na àfrica do Sul, como que constrange o BC a antecipar a alta dos juros. Na ocasião, a mandatária declarou-se contrária a medidas anti-inflacionárias que comprometessem o crescimento do PIB e atribuiu a elevação dos preços a problemas localizados.

Ao falar como uma espécie de superministra da economia, Dilma atingiu a credibilidade do Banco Central e causou turbulências no mercado –que acompanha com um pé atrás as tentativas de influenciar preços por meio de desonerações tributárias e outras medidas de curto prazo.

à‰ verdade, não obstante, que a variação do IPCA no passado recente foi impulsionada por sensível alta no grupo de alimentos e bebidas. Adversidades climáticas e problemas com safras agrícolas provocaram a elevação dos custos de itens com peso no indicador, como o arroz e o feijão.

Isso não quer dizer que as dificuldades se resumam a esse aspecto, ou que possam desaparecer com o simples passar do tempo. Os aumentos ainda são disseminados, alcançando quase 70% dos preços, e o teto da meta já teria sido rompido em 2012 não fossem os cortes localizados de impostos decretados pelo governo.

Não há mais muita dúvida de que uma alta moderada da taxa básica de juros desempenhará papel salutar nesse cenário econômico. Mesmo que necessária, ela não será suficiente, contudo: restam por resolver as questões estruturais, como gastos excessivos do Estado, gargalos de infraestrutura e demais entraves ao investimento.

28 Comentários

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  1. I simply want to tell you that I am beginner to blogs and really enjoyed your web site. Most likely I’m planning to bookmark your blog . You definitely have wonderful articles and reviews. With thanks for sharing your webpage.

  2. Embora o debate sempre bate na mesma tecla DIREITA X ESQUERDA, o XIS da questão é o alinhamento das Empresas de Comunicação. A Verdade é que eles dão peso a certas noticias e aliviam outras. Assim pretendem conduzir os destinos da nação ao sabor de suas necessidades e apetites financeiros como um motorista Pateta. Quando o Estado não atende suas expectativa, as manchetes dão o tom de seu descontentamento. Ou atendem aos interesses de seus pilotos. O Brasil nunca será grande se não dominar esta autofagia institucionalizada. Se eu fosse político, proibiria o poder público de pagar por propaganda.

  3. Em relação ao governo tucano, período em que não existia crescimento nenhum, só recessão e a inflação chegou a 12,5%, ou seja, foi INFINITAMENTE pior, a imprensa foi condescendente, já em relação ao governo petista… FHC em seu primeiro mandato,conseguiu controlar a inflação destruindo a classe média, entregando o patrimônio público aos interesses privados e seguindo a cartilha do FMI com medidas recessivas. Já o seu segundo mandato (1999-2003) foi um desastre maior ainda, não trouxe crescimento econômico e o país mergulhou profundamente na recessão. A desvalorização da moeda que estava atrelada ao Dólar ocorrida no início de 1999 disparou a inflação, trazendo o aumento generalizado dos preços. No segundo semestre de 2001, ocorreu a crise interna de energia elétrica, levando o governo a impor à população e as empresas um plano de racionamento de energia que ficou conhecido como “apagão”, como resultado da incompetência da administração tucana houve uma queda da produção industrial, aumento da inflação e do desemprego, quebrado o governo tucano pediu socorro ao FMI e obteve, em agosto de 2001 13,8 Bilhões. Para quem critica o governo petista preste atenção nesta informação: a renda média do trabalhador brasileiro caiu de R$754,00 (1996) para R$590,00 (2002). Em outubro de 2002, diante da grave crise que o país enfrentava as aplicações financeiras foram suspensas e o preço do Dólar disparou chegando a R$4,00, a inflação atingiu 12,5%, desorientado e desesperado (devido a ingerência tucana o Brasil estava literalmente quebrado), o governo FHC novamente pediu SOCORRO para o FMI e obteve mais 30 Bilhões de Dólares sob a condição de se enquadrar as malditas e recessivas regras dessa instituição financeira, seguindo a cartilha do diabo. Tenho mais de 40 anos e me lembro muito bem dos escândalos do governo FHC, na aprovação da Reeleição pelo Congresso Nacional favorecendo o ex-presidente (na época alguns deputados afirmaram na imprensa para todo país que receberam $ para votar à favor da emenda Constitucional), nesse período não se investigava nada, todas as denúncias eram ignoradas pelo “engavetador oficial da República” o procurador-geral Gerado Brindeiro , o caso de Furnas, as privatizações, ou seja, a entrega vergonhosa do patrimônio público aos interesses privados, as desastrosas concessões de pedágios, entre outros graves escândalos e problemas.

  4. A impressão que tentam passar aos brasileiros é que o excesso de chuvas do Sul e a estiagem (seca) no Nordeste é culpa do Governo Federal, pois esses fatores climáticos foram decisivos para o aumento dos preços. O Governo Dilma está trabalhando com competência, tanto que já eliminou todos os impostos federais que incidem sobre a cesta básica.
    Com certeza a caterva (oposição) pressiona o governo no sentido de aumentar a taxa de juros. Eles adoram recessão e desemprego: o governo FHC é um exemplo prático desses males.

    • Me engana que eu gosto, brasileiro honesto paga mais de 60% de impostos ,pra que ?
      E estes petistas ainda riem, mesmo assistindo a própria desgraça e roubalheira ,é lavagem celebral ou não é ?
      Até parece ficaram satisfeitos com o extouro do mensalão, etc.

      • Bom era na época dos tucanos,
        onde:
        *não havia crescimento algum, apenas recessão.,
        *a inflação chegou a 12,5%.,
        *não se investigava nada, todas as denuncias eram engavetadas.,
        *desemprego batendo recordes.,
        *taxas de juros nas alturas.,
        *a classe média desaparecendo (mergulhando na pobreza).,
        *a renda do trabalhador, em queda livre.,
        *a dívida externa, subindo de forma meteórica.,
        *equilíbrio fiscal, desesperador.,
        *racionamento de energia elétrica.,
        *compra da reeleição “mensalão”.,
        *entrega do patrimônio público.,
        *empréstimos bilionários.,
        *etc.
        Flavio Luiz,
        VC deve estar morrendo de saudades!

      • o coitado!!E o tudo aki paraná???Cade??O teu governador de merda, tentou tirar os paranaenses pra mané e quebrou acara!!! um projeto do demonho q custaria aos paranaenses 3.000.000.000 bi, por 25 anos…Querendo ferrar os paranaenses??O governinho de merda!! ESSE DO PARANÁ! taloko!!!E aindA querem falar do PT??? Q VAO PENTEAR MACACOS!! TUCANOS DO DEMO!!

  5. Na grande mídia funciona o seguinte: o anunciante tem sempre razão, por isso zelamos pelos seus interesses.

    E tem bobo que acha que os barões da mídia e os banqueiros ligam pra ele, faz-me rir.

    • Pela sua lógica então os grandes meios de comunicação deveriam estar a favor do governo. Você já se deu ao trabalho de ver quanto o `seu governo `porque meu não é , gastou e tem gasto anualmente em verba de publicidade nestes mesmos veículos que chama de golpista ?????
      Gasta fortunas com propaganda dos correios que são um monopólio.
      E tem bobo que acredita neste discurso de que a mídia é toda comprada pelo bando de tucanos … coitados ,nem penas tem mais !!
      Você é o esperto ….

  6. Com o estadão beirando a falencia e na mesma balada a folha e editora abril.
    Se o PSDB ou algum aliado não ganhar em ão Paulo eles estão a bancarrota.
    Não se tem mais verbas abundantes para estes diarios e no desespero partem pro tudo ou nada.COITADOS NÉ,

  7. Prezado Esmael

    Acho que quando um assunto é da relevância deste tipo , nada mais normal que os principais jornais destaquem isso. Folclore do assunto tomate a parte ,está mais do que óbvio que a equipe econômica do governo está sem direção. É fato incontestável que precisamos urgente de medidas que contenham a inflação. Ideologia a parte este é um assunto prioritário.
    Até porque serão sempre os mais pobres os mais prejudicados com a volta dela.
    Portanto atribuir a divulgação de manchetes verdadeiras a um ato conspiratório contra o governo me parece um pouco de exagero.

    • O ‘jornal’ quer juro alto e maior desemprego ,para ‘frear’ o ‘mostro’ da inflação, começo vc se demitindo para ajudar os banqueiro! rs

    • essa corja só publica noticias ruins, e, em muitos casos sao mentirosas, caluniosas… E vc acha q é conspiração??Cade as noticias de fatos concretos?? é só calunias!!!
      O FHC viaja pelo mundo como palestrante, e só faz falar mal do BRASIL, suas viagens bancadas por grupos econômicos poderosos… ITAU BRADESCO. a imprensa marrom nao enxergam??
      Éssa corja só enxergam as viagens do LULA DILMA??? As viagens da tucanadas do DEMO, o PIG nenhuma linha…??
      as viajens do LULA /DILMA,os larápios da imprensa marrom publicam em primeira pagina…??Isso é abusar da inteligencia dos outros!!Vaderreto PIG do DEMO!!

      • Mas esse LUIZÂO é muito cara de pau mesmo, óleo de peroba nesse panaca. kkkkkkkkkkkkkkkkk

        Abram os blogs do PT e vejam como são? Este é uma oa prova disso, só divulga coisa ruim do governo opositor.

        Hoje exite o PIG (Partido da Imprensa Golpista) que pertence aos partidos de oposição ao PT e existe também o PIV (Partido da Imprensa Vendida) que pertence aos partidos de situação do PT. Pagama verdadeiras fortunas para que colunistas criem blogs e mantenham sempre notícias ruins de seus adversários.

        ÓLEO DE PEROBA NA CARA DO LUIZÃO. kkkkkkkkkkkkk

  8. Apesar da crise na Europa, a economia brasileira se manteve aquecida, com aumento de consumo, etc. Em contra-partida estamos tendo aumentos de impostos enrustidos, apesar de várias vertentes do poder público negarem. No Paraná alguns incentivos dados no governo anterior foram derrubados, mas não é o único estado que o fez, temos alguns estados que são signatários do famigerado protocolo 21 que tributa alguns produtos 2x. Isso também gera inflação…
    Mas o capitalismo vive de crises (para mim alimentadas pelo jogo de interesse de alguns grupos), portanto há gente sedenta por isso. Temos ainda o problema sério de infraestrutura no país, que aumenta os custo das operações, um estado ineficiente. Então no momento não há outra meio de segurar a inflação senão brecando a economia através de juros altos. Economia é algo exato, então os juros vão aumentar, a aposta é quanto?

  9. Meu caro Esmael, no governo desses cidadãos que querem tomar o poder a qualquer custo, o povo usava esses jornalecos manjados, para limpar o rabo,
    pois não podiam comprar papel para esse fim, esses dementes sem escrúpulos,
    não ver que bater em Lula e Dilma, é a mesmo coisa que botar fermento na massa e só aumenta a popularidade da Dilma, PSDB NUNCA MAIS.

  10. A verdade é que vivemos enganados, eles (governo) anunciam o que é conveniente pra eles e o povão iludido acreditando, vai no mercado um mês pra outro e compare os preços, aí verá, nunca na história do Brasil fomos tão enganado, quanto agora por este povo do PT, que fazem lavagem celebral na cabeça do povão, com mentiras e enganações. Fora PT do mensalão.

    • habito importado do desgoverno do psdb, lembra do ricupero? não:
      http://www.youtube.com/watch?v=NOb_3z-7yds. memoria curta destes tucaninhos.

    • Me engana que eu gosto tucanada, só faltou falar que os jornais estão a serviço do governo! hahaha

    • … lavagem cerebral na cabeça do povão … ? Você acha que o povão é trouxa como você ?

    • O coitado do derrotado!!O mensalão quem criou foi o BETO RIXA, e sua trup do PSDB DO DEMO!!Eles criaram o mensalao!!vide quando o BETO RIXA era prefeito, as obras mais importantes, só saiam em nome dos vereadores puxa saco dele!!!
      cada vereador recebia 300.000,00 por ano, 25 mil por mes!! Um mensalao vergonhoso!!! O BETO RIXA pagava aos vereadores de cutitiba[nem todos receberam] mas agrande maioria receberam o mensalão vergonhoso. E ainda querem falar do PT?? VAO FAZER BUZINA PRA AVIAO, SEUS MANÉS!!

  11. Porque sempre atribuem isso a Imprensa?? O que os jornais estampam, é o que está acontecendo, só não vê quer não quer ou prefere contemporizar, achando que é Golpe, e pertencem àquele Grupo do “Me engana que eu gosto”. O Pais ta indo pro buraco… mas está uma Beleza..

    • os jornais são tão neutros em suas opiniões quanto vc, visto que daqui a um ano e meio, vc vai estar desempregado, a não ser na remota hipotese do betinho se reeleger, os jornais são a mesma coisa, a veja e o estadão, estariam quebrados se não fossem os contratos com o governo do estado de são paulo, sabendo que o PT vai provavelmente vencer no estado, o desespero deles manda tentar vencer paqra presidente, pois ingenuamente acreditam que aécio tera alguma chance.

    • Indo pro buraco? No tempo do seu amando fhhc a inflação era maior, os juros escorchantes e o desempre alto, tá achando ruim muda pra Grécia.