Deputados batem-boca no plenário da Assembleia

por Ivan Santos, via Bem Paraná

Stephanes Júnior, também conhecido como deputado do canudinho.

Stephanes Júnior, também conhecido como deputado do canudinho.

Os deputados Reinhold Stephanes Júnior (PMDB) e Raska Rodrigues (PV) por pouco não foram para o confronto físico na sessão de ontem da Assembleia Legislativa. O estopim da briga foi um pedido apresentado por Raska para adiar por dez sessões a votação de projeto de Stephanes Júnior, que altera a lei que dispõe sobre a identificação de produtos oriundos de polímeros, derivados do petróleo e matéria plástica. A iniciativa, segundo, o peemedebista, visa acabar com a exigência de que cada unidade embalada precise apresentar uma série de informações prevista pela lei, o que acaba por inviabilizar e aumentar o custo da produção.

O pedido acabou sendo aprovado em votação simbólica, e Stephanes só percebeu depois que o presidente da Assembleia, Valdir Rossoni (PSDB), já tratava do item posterior da pauta. O peemedebista tentou pedir verificação de votação, para que o projeto fosse votado através do painel eletrônico do plenário, mas Rossoni recusou, afirmando tratar-se de matéria vencida!.

Raska, não tem acordo, isso foi mau-caratismo!, reclamou Stephanes Jr. Nesse momento, Raska levantou-se e se dirigiu ao peemedebista, gritando e gesticulando. Os dois só não se enfrentaram fisicamente por conta da intervenção da turma do deixa-disso!. Não vou aceitar adjetivos. Não sou mau-caráter!, reagiu o parlamentar do PV. Depois, Raska disse que só não entraria com uma representação contra Stephanes, porque ele teria pedido desculpas.

Stephanes dá como exemplo as embalagens de saquinhos plásticos picotados para uso de supermercados ou mesmo doméstico, as folhas de celofane utilizadas para cozinhar alimentos e as caixas de botões plásticos utilizados pela indústria têxtil, para mostrar os problemas da lei atual.!Se a lei for levada à  risca cada unidade precisa ter impressa o nome do fabricante, nome do produto, tiragem, número do lote, data de fabricação, validade, composição química e outras informações que já constam da embalagem principal. Além de aumentar o custo de produção, algumas peças não teriam nem mesmo espaço para apresentar esta quantidade de dados!, argumenta.

10 Comentários

Os comentários não representam a opinião do Blog do Esmael; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

  1. Como é que é??

    Votaram o projeto dele e ele estava dormindo??:??

    Vá se ferrar deputado!!!!Devolva o seu salário!!!

    Quem financiou sua campanha para fazer um projeto ridículo como este??

    Se queria aparecer,apareceu,mais se queimou mais ainda.

    Que a população pare de ficar assistindo novela e estermine políticos como este daquele antro.

  2. Parece projeto sob medida para alguma empresa…

  3. Não é nada disso que esta escrito e que estão comentando. É apenas a ALEP aderindo ao Festival de Teatro de Curitiba, talvez o próximo risorama seja no plenário…

  4. Esse deputadinho Stephanes vive mamando nas tetas publicas. Foi secretario do Cássio Tanigushi e do Jaime Lerner e mantém um monte de cabo eleitoral com boquinha no estado. Seu pai hoje secretário da Casa Civil não disse até agora a que veio. A crise correndo solta no governo e ele se esconde e vem dizendo que não tem nada com isso.

  5. Esse juninho é um sujeito que deveria ser multado por receber salário de deputado e só fazer besteira e gracinha! Não tem compostura e compromisso com nada! Desacreditado! Tomara que o povo evolua em seu julgamento político!

  6. Stephanico juninho é só um reacinha fanatico e incompetente. Batatas pra ele

  7. Logo Logo, esse deputado vai querer que preservativos tragam impressos em cada um dele (alem da embalagem) a BULA de fabricação, ou que recem nascidos saiam da maternidade, com dados de sua origem tatuadas na testa. ridiculo, vá trabalhar de verdade Sr Deputado. Tem coisas mais importantes pra melhorar a vida do povo Paranaense.

  8. Esta assembléia ta virando uma baixaria que nao tem tamanho,Cruz credo

  9. Pô votaram e ele não percebeu, não sabia o que tava votando ?
    Brincadeira por esta e muito mais, percebe-se o respeito pelo povo.

  10. Alguém pode me responder qual é a empresa que está por trás deste projeto deste nobríssimo deputado? Sim, ninguém em são consciencia teria tempo para ter a iniciativa de um projeto que contraria demais normas técnicas. E os produtos fabricados fora do Paraná, onde a lei não alcança? Os produtos fabricados aqui favorecidos pela lei do deputado, seriam aceitos em outros estados, onde a legislação é outra? Alguém consegue responder?