Depressão vitima professores e desafia o sistema de ensino

por Crislaine Gà¼etter, via O Paraná

Adriana (nome fictício), afastada por  depressão: xingamentos são comuns; mais de 50% dos atestados médicos de professores na rede estadual de ensino em Maringá e região são decorrentes de depressão.

Adriana (nome fictício), afastada por depressão: xingamentos são comuns; mais de 50% dos atestados médicos de professores na rede estadual de ensino em Maringá e região são decorrentes de depressão.

A rotina extenuante dos professores tem levado os responsáveis pela formação de novos cidadãos ao adoecimento. Esse cenário é comprovado por dados da Organização Internacional do Trabalho, que destaca que a profissão está entre as mais desgastantes do mundo, gerando alta incidência de licença por conta de problemas de saúde. O caso é tão alarmante que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná criou a Secretaria de Saúde e Previdência, que atua em prol de melhorias para os educadores na área de saúde. A ideia é cobrar políticas de prevenção do governo.

A preocupação é válida, uma vez que em um questionário aplicado para mais de sete mil professores no Paraná, em 2009, 66% dos entrevistados afirmaram ter adquirido alguma doença em virtude do trabalho. Dessas enfermidades, a depressão liderou o ranking com 30%, seguida com 28% de problemas de voz, 17% de dores na coluna e 8% de deficiências respiratórias, outros 17% não especificaram.

Conforme o secretário de Saúde e Previdência do Sindicato, Idemar Vanderlei Beki, o adoecimento é por conta dos problemas enfrentados diariamente em sala de aula, que sobrecarregam o profissional da educação. Todos os problemas sociais acabam sempre na escola. Muitas vezes, o educador faz funções que vão além do seu papel de ensinar. Nos dias de hoje, o professor precisa lidar com a violência dentro do ambiente escolar, excesso de carga horária, salas de aulas lotadas, falta de material pedagógico e entre outros problemas que só aumentam. à‰ um leque de coisas que contribuem para que o professor adoeça. Atualmente, há jovens professores que já estão se aposentado devido à  tamanha estafa!, detalha.

A professora Jussara Henn, de Cascavel, endossa o coro, acrescentando que os educadores precisam lidar ainda com pais negligentes, alunos defasados e indisciplina. O professor se vê sozinho. Adoece porque percebe que não dará conta de tantos problemas. São muitas funções para quem, na verdade, só deveria ensinar!, acredita.
Perícia limitada

Esse panorama reforça a pesquisa que mostra o retrato do educador brasileiro, feita pela Confederação Nacional dos Trabalhadores, que revela que cerca de 20% dos professores pediram afastamento por licenças médicas no Brasil. Em cada licença, o educador fica em média três meses fora da sala de aula.

Dessa forma, o sindicato luta para que a perícia médica comece a reconhecer os problemas dos professores como doença de trabalho, o que hoje é ignorado. Seria o chamado adoecimento docente. Na rede pública há muito afastamento por conta desse problema. O que queremos é que isso seja reconhecido como doença ocupacional!, explica o secretário de Saúde e Previdência da APP-sindicato, Idemar Vanderlei Beki.

Ainda sobre a perícia, o sindicato acredita que ela é muito limitada, haja vista que apenas um médico avalia a situação dos servidores. Deveria ter uma equipe multiprofissional que pudesse ir afundo para entender os motivos dos adoecimentos frequentes dos professores. O certo seria ter o médico-geral, o fonoaudiólogo, o fisioterapeuta, o psicólogo e o psiquiatra. Atualmente, a perícia, especialmente de municípios menores, não está capacitada para entender o adoecimento docente. Por isso, cobramos melhor atendimento na perícia do estado do Paraná!.

Um dos reflexos das enfermidades que acometem os educadores é o número de licenças por afastamento de saúde na rede pública. Segundo levantamento da APP-Sindicato, em maio do ano passado, o governo estadual gastou mais de R$ 3,5 milhões com os professores afastados. à‰ muito mais fácil investir na prevenção que esperar pelo afastamento!, diz Beki.

Saúde mental é motivo de preocupação

A saúde mental, que contempla males como depressão, síndrome do pânico e bipolaridade, é o que mais tem levado profissionais ao esgotamento, conforme indica questionário (veja box) aplicado aos professores.

Nesse quadro, a síndrome de burnout tem se tornando bastante comum entre os educadores. Trata-se do esgotamento físico e mental em que o portador acaba desmotivado, com sinais de desistência. Para a professora Teresa Cristina Magna Bosco, de Capitão Leônidas Marques, que desde 2008 atua como docente de ciências, os desgastes ainda não foram sentidos. No entanto, ela conhece de perto essa realidade. Há muitos colegas que se encaixam nesse problema da saúde mental. Já vi muitos que apresentam sintomas de depressão e principalmente dessa síndrome. Isso acontece em decorrência de como está o ensino, que leva o professor ao esgotamento, pois ele sempre precisa estar muito antenado, atualizando-se sobre novas maneiras de ensinar e estar a par das novas tecnologias. Em resumo, o professor é levado à  exaustão, é exigido muito, porém não ganha o merecido para o trabalho!.

Professora há 25 anos, Verônica Kovalchuk, de Cascavel, viu-se afastada das salas de aula por conta de uma depressão. Chegou a um ponto que eu não aguentava mais ficar em sala. Qualquer barulho já me irritava, fiquei com pânico. Fui deixando de lado minha vida social até ficar totalmente isolada!, relata a educadora, que hoje atua nas monitorias dos laboratórios de informática e da biblioteca, onde pode trabalhar sem aglomeração de pessoas. Fui afastada da minha função!.

Tendo em vista essa questão, a APP-Sindicato, em parceria com o núcleo de saúde coletiva da UFPR (Universidade Federal do Paraná), está iniciando uma pesquisa com mais de 18 mil professores do Paraná com o intuito de comprovar, por meio de método científico, o atual sofrimento mental dos educadores da rede pública devido à s condições de trabalho.
Em sala de aula, voz é levada ao extremo

Capitão – Controlar os ânimos dos alunos, impor autoridade e ainda dar conta de repassar os conteúdos programados exigem que o professor levante a voz em sala de aula. Há 23 anos atuando na área, a professora de Educação Física, de Capitão Leônidas Marques, Celoi Maria Righi, desenvolveu uma leve ronquidão na voz. Eu começo até falando controladamente, mas quando dou conta já estou sem voz novamente. Hoje até falo mais alto, porque minha audição também está prejudicada. Problemas com a voz já viraram algo típico do professor!, diz ela.

Conforme estudos recentes, a profissão de professor é uma das mais vulneráveis a problemas de voz, uma vez que precisa se comunicar para um grande número de pessoas. Entre os sintomas sentidos pelos educadores estão perda da voz no fim do dia, rouquidão persistente, tosse seca, diminuição do volume da voz, sensação de queimação na garganta, pigarrear muitas vezes durante a aula e esforço para falar.

Educadores reivindicam novo modelo de saúde

Os professores da rede estadual de ensino público do Paraná estão insatisfeitos com a cobertura assistencial, médico-ambulatorial e hospitalar oferecida pelo SAS, o Sistema de Assistência à  Saúde. As reivindicações se estendem por anos, pois, segundo os professores, o serviço não atende as necessidades dos educadores.

Diante disso, na última semana, os professores da rede estadual do Paraná pararam a rotina escolar para se mobilizarem em prol de um novo modelo de saúde. Conforme o presidente da APP-Sindicato de Cascavel e professor de História do Colégio Estadual do bairro Consolata, Paulino Pereira da Luz, o novo modelo prevê a descentralização dos atendimentos, uma vez que na região Oeste, por exemplo, apenas uma unidade hospitalar é conveniada ao sistema: o Hospital Nossa Senhora da Salete, que atende servidores de 18 municípios. A proposta é que todos os hospitais possam receber o servidor. Isso também agilizaria o atendimento na área de saúde!, explica.

Segundo ele, o modelo proposto teria ainda a co-participação entre governo e servidores e a possibilidade de os trabalhadores acompanharem a gestão do benefício. Estender o modelo para mais dependentes também está incluso na proposta.

De acordo com a professora, Neiva Jacinta Stà¼lp, de Capitão Leônidas Marques, atualmente o atendimento, além de ser muito demorado, é burocrático. Nós, que moramos em Capitão, temos que ir até Cascavel para podermos marcar uma consulta, então esperar mais de um mês para conseguir ser atendido pelo clínico-geral e só depois ser encaminhado para um especialista. Somando tudo, são quase cinco meses de espera. Por isso, tem muita gente insatisfeita com o sistema!, detalha a professora.

Panorama da saúde dos professores

Questionário realizado com 7 mil educadores no Paraná:

* 66% dos entrevistados afirmaram ter adquirido alguma doença em virtude do trabal
* 30% depressão;
* 28% problemas de voz;
* 17% problemas de coluna;
* 8% respiratório;
* 17% outros problemas.

18 Comentários

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  1. O ensino brasileiro clama por mudanças, todavia “todos” se calam dentro de si mesmos….

  2. Se dizem que está assim no Paraná, imaginem no Brasil como andam as coisas, já que o governo federal travou os investimentos em educação e ainda temos escolas de chão batido, escolas sem luz elétrica, escolas onde os alunos não recebem merenda escolar porque políticos desviam tudo. Se está ruim no Paraná que as escolas estão todas em bom estado, professores bem remunerados, equipamentos em ótimo estado, imaginem como anda o nosso Brasil. Bem nem precisamos imaginar, é só ver como estamos colocados no ranking mundial e logo se tem uma idéia do que este desgoverno Dilma vem fazendo com nossos estudantes.

  3. O problema do governo Beto Richa é a falta de avaliação do próprio governo. Tiraram do governo quem não devia sair e não tiraram quem devia sair. Também ter como inteligência o Roldo, Traiano e Rossoni e outros menos famosos não dá certo nem em Bituruna, nem em Barracão.
    Beto Richa o que você pensa que é o Paraná?

    • O governador Beto Richa pensa que o Paraná é um Estado maravilhoso, com um povo ordeiro e trabalhador, gente que quer ver o Estado crescer, mas que também tem a PTzada que deseja o pior para o Paraná, é só ver o que a tua ex-candidata ao governo Gleisi vem fazendo, acaba com qualquer possibilidade do Estado receber recursos federais apenas para que o governador não receba elogios da população, mas assina ela a própria sentença de morte política.

      Reclame um pouco do teu governinho PTista que está acabando com o Brasil, a corrupção é escancarada, gente condenada por formação de quadrilha esperando a prisão, obras super faturadas no país inteiro, investimentos absurdos em uma copa do mundo mais absurda ainda. Diversão para alguns milhares, enquanto milhões passam fome de comida e de saber.

      Bando de demagogos imbecis!

      • E o dinheiro da arrecadação do estado, provenientes do ICMS e de taxas, para que servem? Para custear a folha de comissionados? A lista de comissionados do mês de abril para as Secretarias de Estado e Autarquias e nos Órgãos de Regime Especial (http://www.administracao.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=32), já está disponível, aumentou o número este mês, são 4418 funcionários. A lista de Cargos de Direção, Assessoramento e Gerência também ficou enorme, são 2869 pessoas.
        Se você fosse presidente, mandaria dinheiro para um lugar onde torram à toa?

  4. professor com depre é um sinal claro do sucateamento da educação pública e privada , tem professor da rede privada que sofre horrores na mão de alunos mauricinhos e patricinhas e de seus pais que dizem “tô pagando” e na rede pública o descaso dos governantes. estamos vivendo um crise de inversão de valores onde o professor era pra ser um profissional respeitado pela sociedade é o mais descriminado.

    • Até agora foi o melhor post esse do marcelo santana. Meus pais são professores e concordo em muito do que escreveu, se foi o tempo em que o professor podia chamar a atenção de um aluno sem ser punido, hoje além do aluno ser extremamente agressivo e vingativo, o pai ainda pode vir a escola para surrar ou tentar matar o professor que ousou chamar a atenção do seu filho. Teve um caso assim na escola que minha mãe da aulas, a professora chamou a atenção do rapaz, pediu silencio na sala e o rapaz partiu pra cima dela de socos, ela então chamou a direção da escola que chamou os pais, o pai alem de não aceitar o que a escola estava propondo, ainda partiu para cima da professora e quebrou vários dentes de sua boca. Nem prociso dizer que ela saiu da escola e não quer mais voltar a sala de aula. E ainda admiram o porque que tanta violencia nas ruas?

  5. É necessário compreender que a escola é uma instituição social, em outras palavras, a escola faz parte da sociedade e a sociedade faz parte da escola, partindo deste pressuposto é notório que não somente os professores estão doentes mais como também a instituição escolar, assim sendo a sociedade está doente.

    Muito se fala em desenvolvimento econômico, em busca disso torna-se necessário reconhecer a influencia do estado tendo em vista que na atual formação do estado uma das suas justificativas para existir e controlar o sistema econômico defendendo assim os interesses daqueles que formam esse estado, portanto interesses econômicos e políticos estão em jogo. Essa analise tem o objetivo de chegar ao ponto de reconhecer que só alcançaremos um desenvolvimento econômico e político a partir da educação, a educação vai gerar riquezas, ou vamos ser uma país de medíocres como sempre fomos produzindo e vendendo produtos primários e comprando INOVAÇÃO e TECNOLOGIA dos países ricos e desenvolvidos e sendo submetidos aos interesses dos mesmo.

    A única forma de buscarmos ser uma matriz civilizatória, como os gregos o foram, os romanos dentre tantos outros povos, e contemporaneamente os americanos para alcançar esses status é através da educação, educação de qualidade com a influencia de toda a sociedade, e não esse sistema chulo de educação que nosso país possui onde as crianças passam 10 anos na escola e saem semi-analfabetos. Precisamos dos melhores professores nas salas de aula e com condições dignas de desenvolver seu trabalho. Longe disto seremos sempre o quintal do mundo, um povo submisso um povo Medíocre. Presos a uma estrutura política de má pessoas, má vontade onde fazem o que querem e como querem com uma mídia dominada por essa estrutura política que mostra só o que lhe convém, deixando as massas sem capacidade de reflexão e percepção do que está ocorrendo.

    Mas esperem estamos nos organizando, ainda que lentamente, mas logo esse discurso vai se multiplicar e quando isso ocorrer vocês “verão suas crianças derrubando REIS”.

    OBS* a base do desenvolvimento econômico e da politica é a educação

  6. Esmael e demais ser mestre não é de modo algum um emprego e a sua atividade não se pode medir pelos métodos correntes, ou seja, ganhar a vida é nos professores um acréscimo e não o alvo! Pois para eles o que importa, no seu juízo final, não é a ideia que fazem deles no tempo! O que verdadeiramente há-de pesar na balança é a pedra que lançou para os alicerces do futuro.
    Seriam tantas ás coisas que poderíamos falar a favor de tão desvalorizada e esculhambada classe trabalhadora por governos Brasil afora que faltaria espaço neste Blog! Mas considerando que boa parte das pessoas que sofrem abalos psicológicos, desiquilíbrio emocionais e depressão nesta profissão muitas das vezes sofrida são mulheres, faço minhas algumas palavras da escritora Clarice Lispector no livro Cartas a Tânia, literatura esta dada por minha digníssima para leitura, ou seja:
    (…)
    “Respeite a Você Mais do que aos Outros. Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. (…) Nem sei como lhe explicar minha alma. Mas o que eu queria dizer é que a gente é muito preciosa, e que é somente até um certo ponto que a gente pode desistir de si própria e se dar aos outros e às circunstâncias. (…) Pretendia apenas lhe contar o meu novo carácter, ou falta de carácter. (…) Querida, quase quatro anos me transformaram muito. Do momento em que me resignei, perdi toda a vivacidade e todo interesse pelas coisas. Você já viu como um touro castrado se transforma num boi? Assim fiquei eu… em que pese a dura comparação… Para me adaptar ao que era inadaptável, para vencer minhas repulsas e meus sonhos, tive que cortar meus grilhões – cortei em mim a forma que poderia fazer mal aos outros e a mim. E com isso cortei também minha força. Espero que você nunca me veja assim resignada, porque é quase repugnante. (…) Uma amiga, um dia desses, encheu-se de coragem, como ela disse, e me perguntou: você era muito diferente, não era? Ela disse que me achava ardente e vibrante, e que quando me encontrou agora se disse: ou essa calma excessiva é uma atitude ou então ela mudou tanto que parece quase irreconhecível. (…) o que pode acontecer com uma pessoa que fez pacto com todos, e que se esqueceu de que o nó vital de uma pessoa deve ser respeitado. Ouça: respeite a você mais do que aos outros, respeite suas exigências, respeite mesmo o que é ruim em você – respeite sobretudo o que você imagina que é ruim em você – pelo amor de Deus, não queira fazer de você uma pessoa perfeita – não copie uma pessoa ideal, copie você mesma – é esse o único meio de viver. ”

    Sorte aos professores neste governo de extrema direita neoliberal de Beto Richa (o Playboy Neoliberal) e que tenham foco, força e fé diante de certos alunos “com comportamento de trator que fazem barulho, que querem derrubar e passar por cima” da suas autoridades em salas de aulas!

  7. O pior é que a tendência é piorar, hoje os pais não tem mais tempo para filho e estacionam eles na escola. Nas horas vagas, os pais acabam se sentindo culpados por estarem ausentes e acabam mimando demais suas crianças e criando-os sem limite. Daí os professores que se virem com os FEDELHOS mal educados. Temos o exemplo dessa piazada grossa e mal eduacada aqui no Blog. Por exemplo, vejam esse tal de FALA SÉRIO, ele xinga e escreve palavrões, briga e ofende as outras pessoas. Inagine ele na escola, devia morder os professores, mandar os colegas para o pronto socorro, ser uma pessoal totalmente anormal e desajustada. Então coitados dos professores, eles não estão aguentando e estão arriando.
    Agora não só eles, com problemas, tem os motoristas de ônibus, os profissionais das área críticas de saúde, muitos e muito profissionais da iniciativa privada. É depreção, síndrome de pânico, estresse ocupacional, etc. E o que ocasiona tudo isso é a tristeza, o HOMEM MODERNO ESTÁ MORRENDO DE TRISTEZA.
    Precisamos rever as leis trabalhistas, expedientes mais curtos, remunerações mais justas, do contrário teremos uma proporção de trabalhadores por conta da previdência…

    • ÔÔ cidadão… onde foi que eu Xinguei alguém??? Pelo visto você não sabe ler. Deve ter fugido da escola. Leia antes de atacar alguém. E por favor onde estou errado no que comentei??

      • Não xingou hoje, mas xingou outros dias, como parece ser funcionário da área da educação, deveria cuidar melhor disso. Imgine se alguns de seus alunos acaba lendo alguns dispaltérios seus.

  8. Toda profissão gera Estresse, cansaço, esgotamento, divergências, depressão, etc, Os professores não são os únicos, muitos empregados sofrem Assédio Moral e temem denunciar e perderem seus empregos, Agora considerando os professores especificamente, muitos estão com sobrecarga de aulas, em função também de muitos de seus colegas, estarem fora da sala de aula, atuando em outros Órgãos públicos em cargos comissionados por QI, Além disso sofrem por não estarem alinhado a quem dirige a SEED, e acabam tendo que pegar aulas em Colégios Ruins, perigosos, distantes, isso por não serem Baba Ovo de Diretores da SEED.

    • É meu amigo em parte concordo como você, mas lhe pergunto qual profissão que trabalha com sala lotada de 40 alunos e enfrenta 6 salas de aula ou mais por dia mais ou menos nesta situação? maioria das profissões atende um por vez.

    • De QI (Quem Indica) você deve entender bem, comissionadinho.

    • vc disse algo certo o “Fala Sério”, e vc deveria usar o seu nome, certo??? ou tem medo de perder seu cargo??? mas uma coisa vc disse certo “e acabam tendo que pegar aulas em Colégios Ruins, perigosos”, quero lhe perguntar então… POR QUE EXISTE COLÉGIOS RUINS?????? POR QUE EXISTE COLÉGIOS PERIGOSOS???? me responda essa, seria por culpa dos professores ou seria má gestão do governo, e quando fala governo, falo de todas as esferas, não só o des governo do Paraná não… me responda ai, ou seja, ninguem quer dar aula em um colégio ruim e perigoso, mas pq os colégios não são todos iguais, pq o estado pretere alguns colégios e deterimento a outros???? Espero sua resposta e seu nome, se tiver coragem de por a cara aqui…

    • Fala serio mesmo heim babaca

  9. Os governadores e responsáveis pelas políticas de educação do país não são gestores estratégicos. Resumem a atuação na educação em “dar” tablets, pintar e contruir escolar, etc. Coisas que qualquer um faz. E na maioria das vezes para entregar obras, serviços e contruções a empreiteiras e empresas “amigas”. Não controem um sistema de ensiso de RESULTADOS que resolva a cadeira de valor da educação em um sistema de políticas de estado. Propaganda em cima de propaganda. A educação precisa ser resolvida com inteligência e a solução não é material com objetos.