André Vargas com ciúmes de Vanhoni

André Vargas, ciumento, acha que ninguém o ama; por outro lado, Vanhoni mostra-se feliz; prefeito Gustavo Fruet segue cortejado (e prestigiado) pelo PT.

André Vargas, ciumento, acha que ninguém o ama; por outro lado, Vanhoni mostra-se feliz; prefeito Gustavo Fruet segue cortejado (e prestigiado) pelo PT.

“Na política, ciúme de homem é muito pior do que ciúme de mulher”, diz o ditado. Esta máxima é a mais pura expressão verdade. Veja o caso desses dois barbados, os deputados petistas André Vargas, vice-presidente da Câmara Federal, e à‚ngelo Vanhoni.

Tanto Vanhoni quanto Vargas, como todos nós sabemos, tiveram relevante papel na eleição do prefeito Gustavo Fruet (PDT). Depois da campanha vitoriosa e da posse, naturalmente, os petistas esperavam por espaços no governo municipal. A medida do possível eles estão sendo contemplados, registre-se.

Ontem este blog revelou que Ton Vargas, que não é filho ou parente de André Vargas, fora nomeado por Fruet na administração regional do CIC (Cidade Industrial de Curitiba). Afilhado e homem de confiança de Vanhoni, Ton será responsável por gerir 220 mil almas da região.

Pois bem, o ciúme de André Vargas é porque ele não conseguiu emplacar o sindicalista Messias da Silva, o Obama das Araucárias, nem para comandar os cemitérios da capital. Aliás, o vice-presidente da Câmara não emplacou nem o próprio irmão, Loester Vargas, que acabou sendo agasalhado em Araucária, região metropolitana de Curitiba.

Por outro lado, para ampliar a ciumeira, além de Ton Vargas, Vanhoni “encaçapou” já no início do governo o secretário de Cultura, Marcos Cordiolli.

“Nem no cargo de cemitério é brabo”, reagiu um assessor do vice-presidente da Câmara, revelando muito ciúmes e mágoa do chefe.

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