7 de abril de 2013
por esmael
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Ganhou a máquina!, reconhece João Arruda

Gélson Mansur Nassar (PSDB) foi eleito neste domingo (7) novo prefeito de Joaquim Távora, no Norte Pioneiro, com apenas 47 votos de diferença. Ele contou com o apoio do governador Beto Richa (PSDB), de secretários de Estado e deputados governistas.

O deputado federal João Arruda, do PMDB, reconheceu a derrota de seu Neto Calil (DEM). Ganhou a máquina!, declarou.

O novo prefeito tucano é cunhado do presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Mounir Chaowiche.

Ao longo da campanha, o prefeito eleito hoje, Neto Calil, vinha denunciando o uso da máquina do governo estadual.

A disputa deste domingo, no pequeno município de 8 mil eleitores, ganhou contornos de prévia para 2014 por causa do simbolismo que tem para a família Richa. O pai do governador Beto Richa, o falecido ex-governador José Richa, passou boa parte da infância e da juventude em Joaquim Távora.

O TSE ainda não divulgou o resultado oficial das urnas. Em breve este blog disponibilizará os números finais.

Além de Joaquim Távora, hoje houve eleição em Triunfo (RS), Fortaleza dos Valos (RS), Sobradinho (RS), Tucunduva (RS), Caiçara do Rio do Vento (RN), Fernão (SP), Coronel Macedo (SP), Eldorado (SP), Muquém do São Francisco (BA), Serra do Mel (RN), Diamantina (MG), Cachoeira Dourada (MG), São João do Paraíso (MG), Biquinhas (MG) e Pedra Branca do Amapari (AP).

7 de abril de 2013
por esmael
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Beto Richa teria demitido empregada doméstica por causa dos novos direitos trabalhistas

Governador Beto Richa.

Governador Beto Richa.

O registro é da coluna Painel, da insuspeita Folha de S. Paulo, edição deste domingo (7). Segundo o jornalão, “fazendo referência indireta à  emenda constitucional que amplia os direitos trabalhistas das empregadas domésticas”, o governador tucano Beto Richa disse que está sem empregada doméstica. Leia mais

7 de abril de 2013
por esmael
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“A máquina não ganhou a eleição em Curitiba e não vai ganhar em Joaquim Távora”, diz sobrinho de Requião

João Arruda (PMDB), deputado federal (Rodolfo Bà¼hrer/Arquivo/Gazeta do Povo).

João Arruda (PMDB), deputado federal (Rodolfo Bà¼hrer/Arquivo/Gazeta do Povo).

O deputado federal João Arruda, sobrinho do senador Roberto Requião, pré-candidato ao governo do Paraná em 2014, disse neste domingo (7) que a eleição fora de época no município de Joaquim Távora, no Norte Pioneiro, ganhou ares de prévia contra a reeleição do governador Beto Richa (PSDB). Leia mais

7 de abril de 2013
por esmael
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Lula é o nosso pai, diz ‘herdeiro’ de Hugo Chávez na Venezuela

por Mônica Bergamo, via Folha

Herdeiro de Hugo Chávez diz que “direção coletiva” do chavismo está unida, defende Forças Armadas na política e afirma que TVs públicas têm que educar para a revolução. Em campanha para a Presidência da Venezuela, ele diz que o país enfrenta uma ‘guerra econômica’ e que se inspira na ‘ética’ e na liderança de Lula.

*

Mãos ao volante, Nicolás Maduro, que assumiu a Presidência da Venezuela depois da morte de Hugo Chávez, em março, dá uma guinada à  esquerda e breca a perua Ford que dirige em frente ao portão de uma casa de Barinas, cidade do interior da Venezuela que fica a 500 quilômetros de Caracas.

“Vocês podem me esperar no carro por dois minutinhos? Vou visitar uma pessoa e já volto”, pede ele à s jornalistas da Folha, interrompendo uma conversa que já durava quase 20 minutos.

O portão se abre, Maduro estaciona na pequena garagem ao lado da sala da residência. Da porta sai uma senhora que chora. Os dois se abraçam. Ela soluça ainda mais.

à‰ dona Elena Chávez, a mãe de Hugo Chávez. Outro filho dela, Adán Chávez, governador do Estado de Barinas, se aproxima. Os três desaparecem por 30 minutos.

Na volta, Maduro assume novamente a direção do veículo. “Ainda dói para ela, ainda mais quando nos vê. Todas as lembranças do filho voltam, é duro demais”, diz ele sobre dona Elena. “Mas siga com suas perguntas”, diz. “Fale, fale tudo, sobre o que você quiser”.

Depois de seis dias de espera na Venezuela, ele finalmente concedia a entrevista exclusiva. Falava ali mesmo, no carro, no caminho entre o comício que fizera de manhã com cerca de 30 mil pessoas, num ginásio da cidade em que Chávez passou a infância, e o aeroporto, onde embarcaria para nova atividade.

à‰ comum Maduro dirigir o próprio carro na campanha. Apontado como sucessor por Chávez, ele disputa a Presidência com Henrique Capriles, candidato da oposição. Pesquisas colocam Maduro como favorito nas eleições marcadas para o próximo domingo (14).

O evento político em Barinas tinha sido especialmente agitado. Parte da família do líder morto estava ao seu lado no palanque.

“Se todos nós aqui somos filhos de Chávez, o que é Adán para nós? Um tio protetor!”, discursava Maduro, braços dados com o irmão do ex-presidente. “Chávez vive! A luta segue!”, gritava a multidão.

“Enfrentamos a desaparição física de nosso comandante eterno. Vamos defender esta revolução, o legado de Chávez. Preciso do apoio de vocês, desta linda e gloriosa família de Chávez.” E o público: “O povo unido jamais será vencido!”.

“Vocês querem o capitalismo?”, perguntava. “Nã

7 de abril de 2013
por esmael
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Olha o discurso chinfrim (neoliberal) de Aécio: “Dilma tolera a inflação e controla lucro”

do Brasil 247

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) já tem pronto seu discurso econômico contra a presidente Dilma Rousseff. Ela seria “leniente com a inflação” e seu modelo intervencionista lhe daria a tentação de “até controlar o lucro dos empresários”. Por isso, o crescimento teria sido tão baixo nos dois primeiros anos de seu governo. Aécio explicitou suas ideais numa entrevista aos jornalistas Valdo Cruz e Natuza Nery, da Folha. Deixou claro também que um de seus principais conselheiros é Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, durante o governo FHC. Uma de suas dificuldades, no entanto, será explicar por que Armínio estourou a meta de inflação em três dos quatro anos que comandou o BC e por que o crescimento dos anos FHC ficou abaixo da era Lula. Confira alguns trechos:

Modelo errado

Essa política nacional-desenvolvimentista, que acha que o Estado tem de ser o indutor do crescimento econômico, não deu certo. O câmbio flutuante, instrumento importante para suavizar impactos da variação externa de preços, já não existe, é um câmbio quase rígido.

Comércio tímido

O problema da indústria exportadora se dá pelo custo Brasil, da logística inexistente. O Brasil, que já participou com cerca de 2,2% do comércio externo, hoje caiu para 1%. Se continuar assim, teremos 0,7% em dez anos.

Leniência com a inflação

Desde a saída do [Antonio] Palocci, ex-ministro da Fazenda, os pressupostos macroeconômicos vêm se fragilizando. Há uma leniência do governo com a inflação, a presidente Dilma é leniente com a inflação. No governo do PSDB, existia tolerância zero com a inflação. O PT nunca foi muito claro nisso, desde que votou contra o Plano Real. Nos dez anos de governo do PT, apenas em três o centro da meta foi alcançado. No governo Dilma, não será em nenhum dos anos. Isso é gravíssimo. A população que recebe hoje dois salários mínimos e meio já tem inflação de alimentos de 14%. Quando o dragão começa a colocar a cabeça para fora, sabemos que é difícil colocá-lo na caixa de novo.

Alta dos juros

Defendo que o Banco Central tenha total autonomia para fazer o que considerar necessário. Se avaliar que é preciso subir juros para conter a inflação que ele mesmo diz ser preocupante, então tem de subir os juros. O que não pode é haver interferência política, de viés eleitoral.

Impacto no emprego

Ninguém vai tomar medida para aumentar o desemprego. à‰ possível ser intolerante com a inflação sem gerar desemprego, garantindo competitividade ao Brasil, fazendo investimentos corretos.

Controle de lucros

A presidente quer controlar até o lucro dos empresários. Eles têm de acompanhar é a qualidade do serviço e o que isso

7 de abril de 2013
por esmael
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André Vargas, vice-presidente da Câmara, apoia PEC que tira poderes de promotores públicos

por Edison Costa, via Tribuna do Norte, de Apucarana (PR)

O presidente em exercício da Câmara Federal, deputado paranaense André Vargas (PT), disse ontem, em Apucarana, ser a favor da Proposta de Emenda à  Constituição (PEC 37), que restringe poderes do Ministério Público. A proposta, que já foi aprovada por uma comissão especial da Câmara e está prestes a ser votada pelos parlamentares, é de autoria do deputado Lourival Mendes (PT do B), do Maranhão, que é delegado de polícia e pastor evangélico.

Pelo teor da PEC, somente as polícias federal e civil poderão investigar qualquer tipo de crime no País. Isso inclui os cometidos por agentes públicos e políticos e os praticados por organizações criminosas.

Segundo Vargas, as polícias federal e civil, assim como a militar, já têm poderes de investigação e cabe a essas instituições executar este tipo de trabalho e tomar medidas cabíveis, quando isso se faz necessário. Para Vargas, os promotores não têm formação técnica e estrutura para fazer investigações policiais.

Vargas lembrou caso recente da Polícia Federal, que vasculhou inclusive o gabinete da Presidência da República na Operação Porto Seguro. No seu entender, isso demonstra que a PF está preparada e capacitada para exercer o seu papel.

Para o deputado, o Ministério Público não é um quarto poder, mas um harmonizador dos poderes.

O que não pode é o Ministério Público querer governar o prefeito de uma cidade!, disse, frisando que compete ao MP apenas fiscalizar para que a prefeitura cumpra suas funções.

Um promotor não pode ser valente com prefeito de cidade pequena e não ser valente com prefeito da Capital!, completou. Vargas deixou bem claro, no entanto, que esta é uma posição pessoal sua e não do partido que representa.

TRF NO PARANà

André Vargas comentou sobre outros assuntos em evidência no Congresso.

7 de abril de 2013
por esmael
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Globo sai em defesa do ministro Paulo Bernardo

do Brasil 247

O jornal O Globo, da família Marinho, saiu em defesa do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Em seu principal editorial, a publicação afirmou que o ministro só é atacado porque setores do PT gostariam de censurar conteúdos jornalísticos. Em reportagem recente, Bernardo foi apontado na capa da revista Carta Capital como o “ministro do plim-plim”, em referência à  Globo. Em artigo no 247, Breno Altman, do Opera Mundi, também criticou o ministro por não seguir uma decisão do Partido dos Trabalhadores em favor da regulamentação dos meios de comunicação (leia mais aqui).

Curiosamente, a Globo também sinalizou que tem interesse numa Lei de Meios. Um de seus focos é impedir que grupos controlados no exterior tenham produção de conteúdo e entretenimento voltado para o Brasil. A principal preocupação da Globo é o portal Terra, ligado à  Telefônica, que já atuou em eventos como os Jogos Olímpicos de 2012. Especialmente diante da transformação que atingirá em cheio a televisão, com a convergência entre TV e internet.

Há regulação da mídia e “regulação da mídia” – EDITORIAL O GLOBO

Facções do PT abrem guerra contra ministro porque desejam, sob o pretexto de rever as regras do setor de comunicação, censurar conteúdos jornalísticos

Pouco mais de dez anos de poder ainda não conseguiram que conceitos indiscutíveis, lastreados na Constituição, transitassem sem dificuldades por todo o PT !” como a maioria dos partidos brasileiros, também uma frente de grupos com divergências políticas e ideológicas. à‰ tão verdade esta fragmentação partidária que o ministro da Comunicação, Paulo Bernardo, militante histórico do PT, tem sido alvo de duras críticas de facções abrigadas na legenda que jamais entenderão de qual regulação da mídia! o país necessita.

O ministro chega a ser hostilizado, em documentos, de traidor!. O ponto visível da discórdia é a correta defesa feita por Paulo Bernardo da isenção tributária para provedores de internet banda larga, dentro do programa de ampliação da rede para cidades menores e famílias de renda mais baixa. Não deveria surpreender a constatação de que a carga tributária costuma ser um dos principais itens na formação de preços responsáveis por impedir o acesso a eles por grande parte da população. Nada mais acertado, portanto, como tem sido feito em muitos outros setores, que a desoneração de impostos. Ao criticar o companheiro de partido, por estar supostamente ajudando o grande capital! !” termo de toscas cartilhas de catequização política !”, essas facções querem também atingi-lo por não dar andamento a uma proposta de regulação da mídia! deixada de herança pelo governo Lula.

Mas não só o ministro cumpre ordens da presidente Dilma, como também o conteúdo da proposta é inexequível, por ilegal. Explicou o próprio Paulo Bernardo: (…

7 de abril de 2013
por esmael
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Coreia do Norte sabe o que faz

por Breno Altman*

Não falta quem apresente o governo de Pyongyang como um bando de aloprados, chefiado por um herdeiro tonto e tutelado por generais dignos de Dr. Strangelove, o célebre filme de Stanley Kubrick estrelado por Peter Sellers. Mas fica difícil acreditar que um Estado pintado nessas cores possa ter sobrevivido a tantas dificuldades nesses últimos vinte anos.

Depois do fim da União Soviética e do campo socialista na Europa Oriental, que eram seus grandes parceiros econômicos, a Coreia do Norte entrou em colapso. O caos foi agravado por catástrofes naturais que empurraram o país para uma situação de fome. Poderia ter adotado o caminho de reformas semelhantes à s chinesas, mas o risco de ser açambarcado por Seul afastou essa hipótese.

O forte nacionalismo, mesclado com economia socialista e mecanismos monárquicos, impulsionou uma estratégia de preservação do sistema. Laços com a China foram reatados. E os norte-coreanos resolveram peitar o cerco promovido pelos EUA, cuja exigência era rendição incondicional.

A consequência óbvia dessa decisão foi reforçar a defesa militar, tanto do ponto de vista material quando cultural. Na chamada ideologia juche, criada pelo fundador da Coreia do Norte, Kim Il Sung, que combina marxismo e patriotismo, as Forças Armadas são a coluna vertebral da nação.

Pyongyang, portanto, jamais descuidou de estar preparada para novos conflitos depois do armistício que, em julho de 1953, suspendeu a Guerra da Coreia. Sempre considerou que a disputa entre norte e sul teria a variável da presença de tropas estadounidenses.

Mas outras lições foram extraídas a partir dos anos 90. O primeiro desses ensinamentos foi que, após a debacle soviética, a Casa Branca passara a intervir militarmente contra os países que não se curvassem à  sua geopolítica. Iugoslávia, Afeganistão, Iraque e, mais recentemente, Líbia servem como exemplos desse axioma.

O segundo aprendizado está na conclusão de que qualquer guerra convencional contra o Pentágono estaria provavelmente fadada à  derrota. Somente uma força nuclear de dissuasão poderia servir de escudo eficaz.

Ao longo do tempo, o governo dos Kim deu-se conta de que, no controle desse dispositivo, poderia impor certas condições econômicas e políticas que ajudassem a recuperação do país, pois os temores militares de Seul e Tóquio obrigavam os EUA a negociar.

No curso dessa estratégia, demonstrações de poderio bélico e vontade de combate são essenciais. Os Estados Unidos recrudesceram, por sua vez, a pressão para que os norte-coreanos se desarmem, como pré-condição para qualquer alívio de medidas punitivas.

Pyongyang resolveu reiterar, nas úl