Movimento “O Porto é Nosso!”, contra a MP 595, racha no Paraná; ouça o áudio

Na semana passada, Richa recebeu no Palácio Iguaçu lideranças sindicais que querem mudanças na MP dos Portos. "O Paulinho da Força está chegando muito atrasado", ataca Paulo Rossi, presidente da UGT no Paraná.

Na semana passada, Richa recebeu no Palácio Iguaçu lideranças sindicais que querem mudanças na MP dos Portos. “O Paulinho da Força está chegando muito atrasado”, ataca Paulo Rossi, presidente da UGT no Paraná.

O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), seção Paraná, Paulo Rossi, informou a este blog há pouco que não participará, à s 14 horas, no Palácio Iguaçu, da reunião entre o governador Beto Richa (PSDB) e o deputado federal Paulinho da Força (PDT).

Oficialmente, segundo agenda do Palácio, o parlamentar desembarcará nesta tarde em Curitiba para discutir o movimento contra a MP 595, batizado de “O Porto é Nosso!”.

“O Paulinho da Força está chegando muito atrasado, nós não vamos participar do cafezinho no Palácio Iguaçu. Ate porque cafezinho demais dá gastrite”, criticou o presidente da UGT.

O líder sindical Paulo Rossi não só anunciou o racha no movimento contra a MP dos Portos como também fez severas acusações contra Paulinho da Força. Segundo o presidente da UGT paranaense, o pedetista se encontrará com o governador tucano “para pedir ajuda na fundação de seu novo partido, o “Solidariedade””.

“O que é ele quer [Paulinho da Força], menos lutar pelos trabalhadores dos portos, é fundar seu partido “Solidariedade””, acusou Rossi.

De acordo com o presidente da UGT, 90% dos sindicatos ligados ao Porto de Paranaguá são ligados a sua central. “Nós não somos contra a modernização dos portos, nós queremos garantir os direitos dos trabalhadores”, disse.

Ouça o áudio:
[audio:http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2013/03/porto_rossi.mp3]
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