Lula: “Não se preocupem, não é um câncer”

do Brasil 247

Durante o seminário "Novos Desafios da Sociedade", promovido pelo jornal Valor Econômico, ex-presidente Lula comenta boatos de que câncer teria voltado, desta vez nos seus pulmões, e brinca a respeito de rouquidão de sua voz: "Não é a volta do câncer"; no último sábado, o petista participou da inauguração das novas alas do hospital infantojuvenil do câncer que leva seu nome, em Barretos (SP).

Durante o seminário “Novos Desafios da Sociedade”, promovido pelo jornal Valor Econômico, ex-presidente Lula comenta boatos de que câncer teria voltado, desta vez nos seus pulmões, e brinca a respeito de rouquidão de sua voz: “Não é a volta do câncer”; no último sábado, o petista participou da inauguração das novas alas do hospital infantojuvenil do câncer que leva seu nome, em Barretos (SP).

“Me desculpem a garganta. Estou falando muito e estou cansado. Mas não se preocupem, não é um câncer”, disse nesta terça-feira, em seminário organizado pelo jornal Valor Econômico, o ex-presidente Lula, procurando esvaziar os rumores de que teria voltado a apresentar um quadro de câncer, desta vez nos pulmões, segundo os boatos. “Eu deixei a Presidência da República, mas continuo falando muito”, brincou.

Após a declaração de Lula, o ex-presidente espanhol Felipe González, que participa do evento, entrou na brincadeira: “Estou falando muito, estou poupando a sua garganta, amigo Lula”. Durante o encontro, Lula disse ainda que Estado e mercado funcionam melhor quando não extrapolam seus papéis na economia. O ex-presidente brasileiro lembrou ainda que, na crise de 2008, seu governo liberou compulsório e os bancos usaram dinheiro para comprar título público. “Era mais rentável”, explicou Lula.

No último sábado, Lula participou da inauguração das novas alas do Hospital Infantojuvenil Luiz Inácio Lula da Silva, em Barretos (SP), administrado pela Fundação Pio XII, também responsável pelo Hospital de Câncer de Barretos. Após a visita, Lula disse que saía dali com mais orgulhoso de ser brasileiro e disposto a ser um parceiro, para incentivar que outros hospitais como esse sejam criados no Brasil. “Não há no país nenhum hospital [privado ou público] com o senso de humanismo que vimos aqui”, comentou.

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