Caso Hospital Evangélico de Curitiba seria um novo caso Escola Base?

Virgínia Soares de Souza, chefe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral do Hospital Evangélico, em Curitiba (PR), desde 2006, responderá por homicídio qualificado e formação de quadrilha; "Nada mais fiz do que exercer com a maior dignidade possível e com respeito aos pacientes a medicina intensiva", disse.

Virgínia Soares de Souza, chefe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral do Hospital Evangélico, em Curitiba (PR), desde 2006, responderá por homicídio qualificado e formação de quadrilha; “Nada mais fiz do que exercer com a maior dignidade possível e com respeito aos pacientes a medicina intensiva”, disse.

O titular deste blog conversou informalmente com alguns médicos no decorrer da semana passada. Alguns ligados a entidades profissionais, eles dizem que houve precipitação da mídia e da polícia ao divulgar as investigações sobre a médica Virgínia Soares de Souza, acusada de acelerar mortes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral do Hospital Evangélico, em Curitiba (PR).

Este blogueiro perguntou a vários médicos se esse caso do Hospital Evangélico não guardar semelhanças com o caso da Escola Base, de São Paulo (clique aqui para relembrar). Os homens de branco dizem que sim, que mídia e polícia podem estar cometendo um grave erro.

“A médica Virgínia tem histórico como boa profissional, mas tem dificuldades relacionais”, afirmou ao blog um dos médicos que pediu para não ser identificado.

Neste domingo (10), Virgínia concedeu entrevistas aos programas “Domingo Espetacular”, da TV Record, e “Fantástico”, da TV Globo. Aos dois, ela disse que nunca foi negligente.

Questionada pelo Domingo Espetacular sobre seu retorno à  medicina, Virgínia admitiu não voltar ao trabalho depois das investigações.

Agora a pergunta que não quer calar: E se ela realmente for inocente? Quem vai reparar o estrago em sua vida?

Suspeita de morte em UTI diz não ser negligente

do Brasil 247

Presa desde o dia 19 de fevereiro, a médica Virgínia Soares de Souza, acusada de acelerar mortes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral do Hospital Evangélico, em Curitiba (PR), disse que nunca foi negligente.

“Nunca fui negligente, nunca fui imprudente, nunca tive uma infração ética registrada, uma queixa, e exerci a medicina de forma consciente e correta”, relatou ela ao Fantástico, da Rede Globo.

A gravação foi autorizada pelo juiz da Vara da Corregedoria dos Presídios, Moacir Antônio Dala Costa.

A médica afirmou que erros podem ter acontecido, mas jamais de maneira intencional. “Eu não sou Deus, não sou perfeita. Nada mais fiz do que exercer com a maior dignidade possível e com respeito aos pacientes a medicina intensiva.”

Funcionária do hospital desde 1988 e chefe da UTI geral desde 2006, ela foi indiciada pela polícia por homicídio qualificado e formação de quadrilha. Outras cinco pessoas suspeitas de envolvimento também foram indiciadas pelos mesmos crimes. Mais de 1,7 mil prontuários de pacientes que morreram na UTI foram recolhidos pela polícia.

Ainda ao Fantástico, ela disse que as testemunhas que depuseram contra ela “não sabem do que estão falando porque não são médicas”.

31 Comentários

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  1. I simply want to tell you that I’m new to blogging and honestly savored you’re web site. Probably I’m planning to bookmark your website . You actually come with perfect articles. Thanks a bunch for revealing your web-site.

  2. Tenho a mesma impressão (Escola Base) desde o começo. Já pré-julgaram e pré-condenaram esta médica desde o primeiro dia.
    Até o próprio CRM protestou sobre a forma como o inquérito e a cobertura jornalística estão sendo conduzidos.
    Estou como você, Esmael, e como manda a nossa Constituição Federal: considerando ela inocente até que se prove o contrário.

  3. Não sou médico. Sou esposo de uma enfermeira que, graças a Deus, não trabalha num hospital e nunca trabalhou num hospital ou UTI.

    Mas o que precisa ficar claro é que o que aconteceu no Evangélico acontece em TODOS os hospitais que atendem o SUS. Isso é fato!

    Pacientes internados em UTI, com pouca ou nenhuma perspectiva de vida, acabam ocupando uma vaga que poderia ser usada para SALVAR uma vida.

    Infelizmente, não há vagas para todos. Um exemplo: um trabalhador de 25 anos (que pode ser meu pai, meu irmão, meu amigo) é atropelado e tem traumatismo craniano. Precisa de uma vaga de UTI, que está lotada. Uma das vagas é ocupada por uma senhora de 87 anos (que pode ser minha avó, minha mãe, minha irmã, minha amiga) um problema seríssimo e pouca/nenhuma expectativa de vida.

    Como um administrador resolve uma situação como essa?

    A culpa é de quem? É do administrador e dos seus funcionários, que precisam E QUEREM prestar o melhor atendimento a TODOS os seus pacientes e NÃO TEM ESTRUTURA para isso, porque os recursos são insuficientes (e quando não são, há desvio de verba para campanhas eleitorais, pagamento de propinas ou enriquecimento ilícito)?

    Por que é que uma médica iria “puxar os plugs” que pessoas mantidas vivas através de medicamentos e aparelhos? Qual é o MOTIVO pra isso? Sadismo? Psicopatia? Pura maldade? Ou fez isso por ser obrigada a “dançar conforme a música” que o SISTEMA toca para ela?

    O SISTEMA é responsável por essas mortes. O BANDIDO que desvia recursos da saúde e que NÓS colocamos dentro de uma Assembleia Legislativa, numa Câmara dos Deputados ou no Senado, este é o responsável por essas mortes. NÓS, que por ignorância votamos em LADRÕES e por omissão aceitamos o “toma-lá-dá-cá” dentro de um Congresso, também somos responsáveis.

  4. O que me deixa em duvida : é uma pessoa na uti escrever cartas.eu fiquei uma vez ,e não vi nada ,quando me acordei eu ja estava no quarto. pessoa em coma escrever cartas ,paciencia ,o papel aceita tudo! imagine se o papa tivesse morrido no hospital evangelico! a midia surra os medicos, agora questionam os tratamentos,e o modo da posologia dos medicamentos. eu penso que os jornalistas seriam bons medicos,eu acho que os jornalistas estão na profissão errada ,não os brogs.mas das 4 gigantes paranaense. e a casa noturna não deu em nada.

  5. Diz a lenda que esta dra. Virginia matou até o marido na UTI, quem derá pessoas desconhecidas, um determinado cidadão escreveu que as provas são fracas. O mesmo deve ter problemas mentais ou sem inteligência. Façamos um teste colocamos ele numa UTI comandada por Virgínia e o cidadão estando em fase terminal retornaria para contar os fatos… Até o infinito Celso. Respeite o trabalho da polícia civil e ministério público, aqui é prova em cima de prova e não novela das seis…

  6. diz a polícia que investiga o caso há um ano: pois bem, neste 1 ano de investigações, quantas mortes ocorreram atribuídas à médica virgínia? dos 6 homicídios imputados à médica e demais membros da equipe, quantos ocorreram durante este 1 ano de investigação?
    há perícia que comprove que a médica ou demais membros deliberadamente administraram medicamentos para matar? ou há suposições em razão das denúncias das testemunhas e toda a busca de provas foi para tentar corroborar a tese de que a médica é uma homicida? há prova pericial de que os atos médicos praticados se enquadram em abreviação da vida dos pacientes ou foram atos médicos para o tratamento paliativo de doentes terminais?
    as escutas telefônicas tiveram o tempo autorizado por lei, ou foram feitas por tempo indefinido? por acaso a imprensa divulgou todo o contexto fático das interceptações telefônicas ou divulgou apenas trechos que contenham falas que descontextualizadas corroborem a tese de uma quadrilha de homicidas psicopatas instalada numa uti de um grande hospital?
    porque setores da mídia conseguiam acesso privilegiado sobre os autos do inquérito, o que não cocorria com os advogados dos acusados?
    porque os acusados ainda estão presos, se não nenhum fundamento jurídico para que continuem presos? ressalte-se aqui que o “pau que bate em chico, também bate em francisco”, ou seja, a sociedade deve ajudar a defender a constituição e a preservar as garantias fundamentais pois amanhã pode ser que aconteça de alguém que hoje aponta o dedo, ser vítima do abuso do poder estatal em descumprir a constituição e a legislação processual penal.
    o trabalho do MP será árduo, pois é preciso circunstancializar os 6 homicídios elencados no inquérito, com a devida individualização da conduta de cada um dos acusados, bem como comprovar a associação permanente entre os acusados para fins da correta imputação do crime de quadrilha.
    Cabe lembrar para os mais alvoroçados em dizer de “provas irrefutáveis”, de “remota possibilidade de a médica ser incoente”, e etc., que no processo penal cabe ao Estado, por meio do Ministério Público, provar de modo cabal, sem deixar dúvidas de que os crimes imputados foram de fato cometidos por que é acusado. não existe essa de dizer que o réu tem que provar a inocência, muito pleo contrário, todos nós cidadãos temos a presunção da incência, ou seja é o nosso estado natural. se o estado imputa algum crime à alguém, cabe ao estado provar por A+B que esse alguém é criminoso.
    por fim, me parece que mesmo que haja falta de provas, ou alguma outra nulidade qualquer no processo, o fato é que no júri estes acusados já estão condenados, haja vista o sensacionalismo midiático, a comoção fabricada pela imprensa e a mania de muitas pessoas em condenar alguém pelo simples fato de “aparecer na tv” que fulano matou ou fez tal coisa.

  7. Se ela é inocente ou não a Polícia do Paraná vai ter quer provar,quanto ao Hospital eu mesmo passei por uma irregularidade na pediatria
    Levei meu filho para fazer uma consulta e fui atendido por um residente,que dois meses depois numa outra consulta, se identificou como médico plantonista,assinando o atestado e carimbando.
    Fui 3 dias depois procurar a direção do Hospital e fui impedido na portaria

    • residente também é médico….médico residente possui CRM e todos os casos atendidos são passados à chefia. Residente pode assinar e carimbar atestado médico. Não há nada de irregular no seu atendimento!

  8. Se esse advogado estiver certo, pode fechar a polícia do Paraná…

    • Sabia que a DRA do Evangelico é testemunha de acusaçao contra o Carli, portanto é testemunha da familia de uma das vitimas??? Ela pode depor dizendo com experiencia que o Carli estava embriagado. Estranho né o Advogado dela ser o mesmo, que acusa o Carli e ela ser testemunha no processo

  9. O corporativismo entre os médicos é muito forte…

  10. Se for provado que el não tem culpa, o que vai acontecer com os investigadores do caso?

    Porque com a vida dela eu sei bem: vai parar na rua da amargura.

  11. Se houve algum tipo de falha, o seu advogado ( um dos melhores do brasil diga-se de passagem ), ja teria conseguido a sua libertação.

    As escutas telefônicas exibidas ontem no fantásticos, junto com os documentos, são gravíssimos.

    Dificilmente vai escapar a polícia federal não da ponto sem nó.

  12. Tenho um pensamento que devemos ver os antecedentes criminais para avaliar instituições ou pessoas.
    O Evangélico não tem bons antecedentes, como pudemos ver no caso das adoções irregulares praticadas pelo pastor Praczyk, dentre outras práticas não corretas.
    Tenho um caso semelhante. Uma pessoa próxima não podia ter filhos e ‘amava’ (dizia ela) muito seu marido. Ele, por sua vez, queria um filho e disse a ela que não ficariam juntos caso isso não acontecesse.
    Então, num belo dia de dezembro de 1988, ela apareceu com uma menina recém-nascida. Na certidão, filha NATURAL. Onde nasceu ? Evangélico.
    Isto é crime. Ou não ?
    O marido me confidenciou que o médico que deu a declaração do nascimento já morreu. De aids.
    Ele (o marido) também já morreu mas criou a menina como se fosse sua filha.
    A mãe havia sido médica do hospital e, hoje, parece ser professora da faculdade, segundo me contaram.
    Outro caso foi levantado há pouco tempo atrás, onde dinheiro de emenda parlamentar vinda de Brasília, sumiu. Estas emendas foram feitas por André Zacharow, nada mais, nada menos que o diretor do hospital à época.
    O Evangélico é um hospital político, onde vemos que nem os profissionais que atuam em Postos de Saúde, sob sua responsabilidade, são tratados com respeito. Nem a pagamento recebem.
    Já os que são de responsabilidade da PUC, dentre eles o Cajuru, o atendimento é excelente (minha mãe precisou) e os profissionais são tratados com dignidade.
    O Evangélico precisa ser investigado por todas as suas atuações.
    Espero que a polícia não tenha errado para que não tenhamos que indenizar estas pessoas que estão sendo acusadas.

    • que o evangélico é podre dos pés a cabeça todo mundo já sabe, agora se você sabia desse ato de adoção irregular dessa criancinha e não fez nada, você é tão bandido quanto eles, e sugiro esmael encaminhar as informações para a policia sobre esse FIM do mundo.

      • JPS, kgei para você. Bandido é você. Não me conhece. Não sabe a história completa. Não tenho medo de polícia. Sou cumpridor dos meus deveres.
        Eu cheguei a comentar o assunto com uma pessoa da polícia (SICRIDE na José Loureiro), mas ela disse que fazia muito tempo e não daria em nada.
        O que comentei foi uma ocorrência (ou duas se contarmos com a do Pastor/Deputado Praczik – pode haver mais) para mostrar as atitudes do Evangélico.
        Eu não aceito coisas erradas e se possível as denuncio.
        Trabalhei por 18 anos em uma montadores e quando vi ou soube de uma falcatrua, um ato desonesto, denunciei.
        Mas as forças ocultas são muito mais fortes do que se pode imaginar.

    • Tenho certeza que a direçao do Evangelico tem participaçao nisso, afinal o Hospital ganha mais dos planos de saude em internaçoes na UTI, do que recebe do SUS, e eram pacientes do SUS, os “sacrificados”. Porque o SUS, vai diminuindo o que paga a cada dia a mais na uti de pacientes pelo SUS. Sabi disso??? A Diretoria do HE, ta metida nisso até o TALO

    • Bom, se tem deputado federal e verba parlamentar na jogada
      entao o caso de a Federal E O MPfederal entrar no caso, para
      limpar o nome do evangelico!!!! A começar pelos evangelicos
      do Parana q tem obrigaçoes e compromisso religiosos para
      com a sociedade paranaense de vir a publico dar seu apoio para
      elucidaçao e nao o acobertamento de atos criminosos,se for o caso.

  13. AGORA É COM O MINISTÉRIO PÚBLICO (QUE DEUS ABENÇOE OS NOBRES E DIGNOS PROMOTORES), APONTAR E APRESENTAR CERTAS PROVAS COM CONVICÇÃO!
    POR FORÇA DA “HISTERIA COLETIVA” CRIADA PELA IMPRENSA SENSACIONALISTA ESTA CIDADÀENTROU NO ROL DOS MÉDICOS MALDITOS (TIPO O NAZISTA JOSEF MENGUELE E O ESTUPRADOR ROGER ABDELMASSIH).
    ESMAEL, APROVEITANDO O ENSEJO E A BOA FAMA DO TEU BLOG, VAI ALGUMAS ORIENTAÇÕES DE UTILIDADE PÚBLICA NO QUE SE REFERE AOS DEVERES DAS VÍTIMAS (NO CASO PARENTES E AOS QUE SOBREVIVERAM) E TESTEMUNHAS!
    AGORA QUE EU QUERO OUVIR E VER!

    Comparecer ao fórum no dia e horário indicados no mandado de intimação. Se, por algum motivo muito grave, não puder comparecer, deve informar o fato à vara criminal, com urgência, no endereço e telefone indicados no mandado de intimação.
    2. Se a vítima ou testemunha deixar de comparecer ao fórum, sem se justificar, poderá ser conduzida à força e responder pelo crime de “desobediência” (Art. 330 do Código Penal ““ pena: de 6 meses a 2 anos, de detenção).
    3. Não se comunicar com outras vítimas e testemunhas, sobre fatos relacionados com o processo, antes de contar, ao juiz, a sua versão dos fatos.
    4. A testemunha deve dizer a verdade sobre o que souber e o que lhe for perguntado. Se a testemunha omitir ou falsear a verdade, de propósito, comete o crime de “falso testemunho” (art. 342 do Código Penal ““ pena: de 2 a 6 anos de reclusão).
    5. A vítima tem o dever moral de dizer a verdade. A versão da vítima é muito importante e, se a vítima, de propósito, apontar como sendo o autor do crime pessoa que não foi o autor do crime, para prejudicá-la e fazê-la responder a processo criminal ou ser condenada indevidamente, comete o
    crime de “denunciação caluniosa” (Art. 339 do Código Penal ““ pena: de 2 a 4 anos, de reclusão).

    • Fala sério. Eu DUVIDO que você quizesse ou autorizasse um parente seu ficar numa UTI, com essa médica depois destas denuncias. Hoje lemos que uma medica do SAMU, marcava o ponto de outros medicos com digital de silicone, Vai querer me dizer que essa medica do SAMU, é inocente e fazia isso pra proteger os outros medicos contra qq infecçao caso tocassem no ponto digital. Ahh pare com isso. O sr é sócio do Assad? Deve ser, Se fosse tudo mentira sobre a medica da UTI…. o processo nem teria chegado ao MP, e mais foi 1 ANO de investigaçao, portanto aguma coisa deve ter senao teriam arquivado (rasgado) a investigaçao.

  14. Algum desses comentários são de médicos? Favor identificar com nome e CRM.

  15. ESMAEL ÁS PROVAS SÃO FRACAS E ÁS TESTEMUNHAS COM SEUS TESTEMUNHOS SÃO CONTRADITÓRIOS!

    Esmael se esta cidadã de nome Virgínia Soares Souza matou, deve mesmo ir para a cadeia e por lá ficar! E “ponto final!”
    O problema é que até onde foi apurado, pelo que a imprensa nacional noticiou e noticia, há apenas algumas provas testemunhais de ex-companheiros de serviço dela que devido ás circunstâncias pelo jeito precisam ser beneficiados pela assim chamada delação-premiada. Realmente fora o sensacionalismo irresponsável e a “novidade espantosa” do caso não há provas técnicas, evidências objetivas, concretas e palpáveis. E se quem na verdade matou são os que a acusam? Sem outras evidências, isto torna, em termos objetivos, virtualmente impossível determinar quem mente e quem não mente (ou quem mente mais e quem mente menos). Pelo jeito ali todos são mais culpados ou menos culpados, mas culpados! Então todos, desde a diretoria do hospital a zeladora que limpa o chão, deveriam ser encarcerados e não apenas esta senhora.
    Esta história se continuar assim com jeito de denúncia vazia, sem apresentação de evidências objetivas, já deu causa a imensos massacres, segundo conta a história da humanidade, durante a Inquisição da Igreja Católica. Ih! Falei Igreja Católica”¦!
    Esmael e agora como deve e como não se deve se portar ás autoridades e a justiça paranaenses em relação aos direitos constitucionais e legais que esta específica ré em tese de crime têm direito?
    Ou seja, é básico, antes de condenar qualquer pessoa, primeiro antes de tudo ninguém deve ser contaminado com a “histeria midiática” que o caso em questão despertou e desperta! É preciso que haja uma investigação, “se houver o que investigar”, bem feita pela Polícia Civil, com todos os seus detalhes técnicos devidamente preenchidos e respeitados, com o réu só podendo ser preso em flagrante ou através de prisão preventiva, e que só pode ser decretada por três motivos, quais sejam: conveniência da instrução criminal, quando o sujeito pode influir testemunhas; manutenção da ordem pública, esta por sinal de um conceito muito vago segundo os operadores de direito que conheço; e aplicação da lei penal, quando existe o risco do réu fugir.
    Esmael fora isso, a regra é bem clara: qualquer cidadão só pode permanecer preso depois de condenado, com sentença transitada em julgado.
    Depois desta gafe e destes erros bisonhos da Polícia Civil do Paraná é necessário daqui para frente que os juízes do Tribunal de Justiça do Paraná, tenham cautela com relação à pressão da opinião pública e a imprensa (irresponsável diga-se de passagem), sob pena da justiça incorrer em grave erro de avaliação, sobretudo quando ás provas até agora coletadas são frágeis e frouxas (diálogos com dubiedades nas palavras, cartinhas de pacientes moribundos e denuncias anônimas até agora sem comprovação). E pior até o presente momento, salvo melhores informações, ás testemunhas em seus depoimentos estão se afogando num mar de contradições!
    E o advogado de defesa quando há esses tipos de coisas faz festa”¦!
    RESUMINDO: Esmael é bem sabido por ti que no ensino do direito e no meio do funcionamento da justiça tem um aforismo que diz o seguinte: Que a testemunha, é a “prostituta das provas”, ora apresentando uma versão, ora apresentando outra, e ainda, muitas vezes sendo pressionada a mentir por fatores além do caso em que está envolvida!

    • Eh bom ne? A história da humanidade conta tantas coisas ne?? Inclusive dos homicídios que os protestante cometeram no passado e atualmente também como o caso desse hospital ..kkkkkkkk ce eh burro

  16. Esmael, não viaja…você ouviu com atenção a entrevista dela no Fantástico? Confissão em rede nacional…

  17. Tô com a impressão que os meios de informação estão sendo pautados pelo advogado de defesa da médica. Nas últimas 12 (doze) horas, escutei e li o termo “dificuldade relacional” ou “dificuldade de relacionamento” umas cinco vezes, indicando que o pessoal está engolindo de barato uma tática da defesa e diminuindo peso do trabalho minucioso de investigação policial e o volume inusitado de declarações testemunhais. Nada a ver com a Escola Base.

  18. O estrago é irreparável. Mas aparentemente, o procedimento adotado por ela era, no mínimo, questionável. O que se espera, quando você depende de cuidados médicos, é que TODO o esforço seja feito para que sua recuperação aconteça. Parece que este é o ponto crítico: a Dr.ª ao que consta resolveu “jogar a toalha” em nome dos pacientes, “escolhendo” abreviar a vida de quem julgava se chances. Mas, concordo que jogaram ela aos leões, sem a comprovação inequívoca da sua culpa. Agora, só o tempo e a competência dos responsáveis pela apuração dos fatos vão nos dizer quem realmente é a Dr.ª.

    • O estrago causado pela médica e seus “colegas” é irreparável.

      Na remota hipótese contrária, no caso de ser declarada a “inocência”, naturalmente não por se tratar de uma inverdade a acusação, mas sim pela ocorrência da insuficiência de provas para embasar uma condenação contra a médica e “colegas”, há reparação para muito improvável possibilidade.

      Já que o caso “Escola Base” veio à baila, é fácil de lembrar que a VEJA foi condenada a pagar R$ 750 mil em indenizações aos donos e ao motorista da escola. A Isto É foi condenada em 900 mil, a Folha em 750 mil, o Estadão em 750 mil e a Globo em R$ 1,3 milhão.

      Resultado disto: olhem como comentarista da VEJA se reporta a este caso… kkkkkk… http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-primeira-coisa-que-morreu-no-caso-das-supostas-eutanasias-de-curitiba-foi-o-bom-procedimento-da-policia-a-segunda-o-bom-jornalismo-ou-o-risco-de-uma-nova-escola-base/

      De uma certa forma, DOENDO NO PRÓPRIO BOLSO, a imprensa vai aprendendo, sofrendo ju$ta$ pena$, a expulsar seus “demônios”…

      É por estas e por outras que até mesmo os blogueiros vão aprendendo que é possível manifestar opiniões, apenas com maior suavidade, sem arriscar censura ou condenações judiciais…

      A melhor postura neste momento, para este ou qualquer caso policial, é defender-se a inocência até prova judicial transitada em julgado… O PROBLEMA É QUE POSTURA ASSIM NÃO VENDE MATÉRIA/ESPAÇO nos periódicos televisados, falados, impressos ou virtualizados…

      Embora fora da minha área de atuação, mas com todo respeito à classe dos advogados, acredito que este caso necessita MENOS FALATÓRIO E MAIS CONVENCIMENTO CIENTÍFICO. Explico melhor: O QUE OS PERITOS MÉDICOS TEM A DIZER SOBRE AS PROVAS JÁ COLHIDAS???

      • A imprensa pode ter se precipitado. Mas e a policia?
        Sera q a policia e o MP do Parana iriam entrar numa canoa
        furada. Seria muito amadorismo junto para vergonha do nosso
        Parana. Eu diria q teriamos q mandar muita gente embora
        e recrutar profissionais mais competentes. de outros estados!!!

        • Ela é principal testemunha que atendeu um certo deputado envolvido em um acidente automotivo …. Desqualificando a testemunha ?