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Ataques do PCC mobilizam a Assembleia Legislativa do Paraná

O deputado Tadeu Veneri (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania, vê tensão e possibilidade de violência chegar a policiais; seu colega de parlamento Mauro Moraes (PSDB) quer informações sobre informações sobre a possibilidade de ação de membros do crime organizado. O governo Beto Richa (PSDB) diz que os vários atentados no Paraná são casos isolados".

O deputado Tadeu Veneri (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania, vê tensão e possibilidade de violência chegar a policiais; seu colega de parlamento Mauro Moraes (PSDB) quer informações sobre informações sobre a possibilidade de ação de membros do crime organizado. O governo Beto Richa (PSDB) diz que os vários atentados no Paraná são casos isolados”.

Os deputados estaduais que compõem a Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa querem informações da Secretaria de Estado da Segurança Pública sobre os recentes episódios envolvendo agentes penitenciários, inclusive com a ocorrência de duas mortes, atentados e várias ameaças aos servidores.

As ações do crime organizado continuam no interior do Paraná a todo vapor. Eles se caracterizam pelo incêndio a ônibus. No domingo à  noite (24), na região de Londrina, bandidos atearam fogo no sétimo ônibus.

Na região metropolitana de Curitiba, em Pinhais, foram incendiados outros seis há 2 semanas.

Até agora, os ataques fora do sistema prisional não fizeram vítimas. Entretanto, dois agentes penitenciários foram mortos nos últimos 30 dias.

O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindaspen), José Roberto Neves, em depoimento à  Comissão de Segurança, nesta terça-feira (26), criticou o governo do estado. Para ele, as medidas tomadas ainda são tímidas. Tivemos duas mortes e atentados semelhantes aos de São Paulo e Santa Catarina!.

Embora o governo de Beto Richa (PSDB) na admita em pública, tem aí o dedo do PCC (Primeiro Comando da Capital) — o partido do crime organizado que atua dentro das penitenciárias.

Antes desses atentados e rebeliões nos presídios, a inteligência da Polícia Federal já havia informado as autoridades de segurança do Paraná sobre essas possibilidades. Entretanto, aquela transferência de 38 presos só ocorreu após o início dos ataques.

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