19 de março de 2013
por esmael
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Emprego e renda sustentam alta popularidade de Dilma

da Reuters, via Brasil 247

A presidente Dilma Rousseff manteve em março sua aprovação pessoal e a avaliação de seu governo em patamares elevados, atingindo novos recordes, beneficiada pelo nível do emprego, pelo crescimento da renda dos trabalhadores e pela percepção positiva que a população tem de sua postura, mostrou uma pesquisa nesta terça-feira.

Levantamento, feito pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostrou que 63 por cento avaliam o governo Dilma como ótimo ou bom, ante 62 por cento em dezembro. A aprovação pessoal da presidente também oscilou 1 ponto para cima, passando a 79 por cento.

Nos dois casos a variação registrada ficou dentro da margem de erro da pesquisa, de 2 pontos percentuais. Mas comparados à s sondagens realizadas desde o início do governo, apontam uma “clara” tendência de alta, segundo o gerente-executivo de pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.

“O que a gente vê em todos esses indicadores… é que há uma tendência de crescimento, embora quando a gente compare uma pesquisa com relação a outra, o crescimento está sempre dentro da margem de erro”, explicou Fonseca. “Claramente tem um sinal aí de um crescimento gradual da aprovação do modo de governar da presidente Dilma.”

Em março de 2011, 56 por cento dos entrevistados consideravam o governo Dilma ótimo ou bom. O percentual chegou a cair para 48 por cento em julho de 2011, mas voltou a subir, até 57 por cento em novembro de 2011.

Desde então, vem apresentando pequenas variações ou dentro da margem de erro ou próximas dela, que culminaram com os 63 por cento deste mês. Tanto a avaliação positiva do governo como a aprovação pessoal de Dilma estão em seus níveis mais altos.

Fonseca admitiu que os resultados da última sondagem podem ter sido influenciados pelo pronunciamento de Dilma em rádio e TV na noite de 8 de março, no qual ela anunciou a isenção de impostos sobre produtos da cesta básica. Naquele dia, o Ibope tinha começado a ouvir 2.002 pessoas, em 143 municípios, levantamento finalizado dia 11.

Outro elemento que também contribuiu para a avaliação positiva de Dilma, segundo Fonseca, foi seu pronunciamento em janeiro quando deu os números da redução das tarifas de energia elétrica e voltou a descartar a possibilidade de apag

19 de março de 2013
por esmael
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Presidente do Uruguai dá “olé” no papa argentino Francisco

Considerado o presidente mais pobre do mundo, Mujica e a esposa são ateus e defendem o status de Uruguai como Estado laico
O recém-eleito papa Francisco, o cardeal Jorge Mario Bergoglio, faz tanto sucesso “assim” entre os presidentes da América Latina. Entre os quais que rejeitou a sessão beija-mão no Vaticano, em Roman, está o uruguaio José Mujica, o Pepe, o mais pobre do mundo.

Segundo a primeira-dama do Uruguai, Lucía Topolansky, ela e seu marido, o presidente da República, não assistiriam a posse do papa Francisco proque não são católicos e porque seu país é “absolutamente laico”.

“Não somos crentes, e como o vice-presidente (Danilo Astori) é, considero mais oportuno o vice viajar; isto tem muito a ver com fé”, disse a mulher de Mujica, que é senadora da República.

Ele também advertiu que “o Uruguai é um país absolutamente secular, a Igreja é separada do Estado desde o início do século passado, e tem alguma diferença do resto da América Latina”.

Topolansky esclareceu que “eu tenho um enorme respeito pela religião católica, assim como outras religiões”, mas insistiu que ela e Mujica não são crentes e que “este país é particularmente secular”.

Ainda disse que “a sociedade (Uruguai) não viveu como algo central”, a escolha do argentino Jorge Bergoglio como sucessor de Bento XVI.

Com informações da Telefe Notícias

19 de março de 2013
por esmael
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Com entrada de Luiz Carlos Martins, PSD se divorcia do PSDB na Assembleia do Paraná

Impactado pela pesquisa do Palácio Iguaçu, que deixa o governador Beto Richa (PSDB) atrás da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, na corrida eleitoral de 2014, o Partido Social Democrático (PSD) pediu oficialmente, nesta terça-feira (19), o divórcio do PSDB na Assembleia Legislativa do Paraná.

Eu explico isso. Com a volta do radialista Luiz Carlos Martins como deputado estadual, o PSD conta agora com três representantes na Assembleia. O número é suficiente para que o partido ocupe uma liderança partidária na Casa.

Hoje à  tarde, os deputados Ney Leprevost, Marla Tureck e Luiz Carlos Martins assinaram um requerimento pedindo o desmembramento do bloco com o PSDB. O líder do PSD na Assembleia será o deputado Ney Leprevost.

Graças à  entrada do Luiz Carlos Martins, o PSD passou a ter o terceiro deputado na Assembleia. Com isso, o partido passa a ter o direito a uma liderança partidária e também o direito a ter um horário na tribuna para expor suas ideias e defender a voz da comunidade!, diz Leprevost.

Para o deputado Luiz Carlos Martins, a criação da liderança é fundamental para fortalecer o PSD.

Pela primeira vez o PSD terá uma liderança partidária na Assembleia, desde que foi criado no ano passado. Teremos uma voz muito mais forte no plenário!, afirma Luiz Carlos Martins.

Com o desmembramento, o PSD deixa de fazer parte do bloco do PSDB. Deixamos aqui o nosso agradecimento ao PSDB por ter acolhido nosso partido, mas agora o PSD terá mais tempo na tribuna e se fortalecerá ainda mais!, diz Leprevost.

Na prática, o PSD deu um grito de “independência” do PSDB e do governo Beto Richa. De agora em diante, mesmo que negue em público, passará a flertar também com a banda de Gleisi. à‰ a política como ela é, sem Photoshop.

19 de março de 2013
por esmael
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Regina Pessuti faz aniversário, mas não convida Rossoni; tucano corta aposentadoria da ex-primeira-dama

Ontem à  noite, Orlando Pessuti e família comemoraram os 56 anos de Regina Pessuti. Foto: Adriano Rabiço.

Ontem à  noite, Orlando Pessuti e família comemoraram os 56 anos de Regina Pessuti. Foto: Adriano Rabiço.

A ex-primeira-dama do Paraná, dona Regina Pessuti, completou ontem (18) 56 anos de idade. Teve festa para os familiares e amigos mais íntimos, ninguém de fora do circuito foi convidado. O presidente da Assembleia, Valdir Rossoni (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, não foi convidado para o festerê. Leia mais

19 de março de 2013
por esmael
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Requião ironiza governadores que vão a Brasília “atrás de migalhas”; ouça o áudio

O senador Roberto Requião (PMDB/PR) afirmou nesta terça-feira (19) que a discussão dos governadores em Brasília sobre o Fundo de Participação dos Municípios é a discussão da pobreza, a distribuição das migalhas!.

Ele lembrou que conforme a Constituição de 1988, 80% das receitas da União eram compostas de IPI e do Imposto de Renda e os outros 20% de contribuições financeiras.

Qual é a situação de hoje, grosso modo? Os 80% partilhados do Imposto de Renda e do IPI caíram para 40%. E as contribuições financeiras não compartilhadas subiram de 20% para 60%!, explicou. Isto ocorreu porque a União concedeu isenções para o Imposto de Renda e para o IPI e passou a priorizar o pagamento dos juros da dívida pública.

O nosso problema é o modelo econômico. à‰ o capital especulativo prevalecendo diante do trabalho e do investimento produtivo!, disse Requião.

Para ele, a luta não deve ser pelo rateio da miséria, mas pelo enfrentamento do capital financeiro e especulativo e a defesa do trabalho produtivo.

Acorda Brasil. Vamos deixar de divertir o povo com reuniões como esta em que governadores falam muito, mas não dizem rigorosamente nada e não enfrentam o eixo fundamental do problema!, finalizou o senador.