Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

10 de março de 2013
por esmael
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Eleição em 14 de abril deixa herdeiro de Chávez com a mão na taça

do Brasil 247

O tempo, ao lado da comoção nacional, está jogando a favor da eleição do presidente chavista Nicolás Maduro na Venezuela. Com data marcada para o pleito em 14 de abril, e campanha podendo ser feita entre os dias 2 e 12 do próximo mês, o certo é que os prazos curtos favorecem o herdeiro político de Chávez e minam as chances do oposicionista Henrique Capriles. Ele perdeu para Chávez, no ano passado, obtendo 44% dos votos válidos, mas seu desempenho tende a ser pior, agora, em razão do clima de emoção que envolve o país em razão da morte do ex-presidente. Multidões continuam a visitar o caixão de Chávez, que será embalsado e colocado numa urna de cristal. Os candidatos a presidente têm prazo até segunda-feira para registrarem suas chapas.

Abaixo, notícia da Agência Reuters a respeito:

Corrida pelas eleições na Venezuela começa com oposição em desvantagem

Por Simon Gardner e Terry Wade

CARACAS, 10 Mar (Reuters) – A corrida pelas eleições da Venezuela se iniciou neste domingo com multidões visitando em massa o caixão do ex-líder Hugo Chávez e jurando apoiar o sucessor preferido dele, Nicolás Maduro, ao invés do provável candidato de oposição Henrique Capriles.

O par tem até segunda-feira para registrar suas candidaturas para as eleições de 14 de abril, que irão determinar se a revolução socialista pessoal de Chávez vai viver na nação que faz parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), lar de uma das maiores reservas de petróleo do mundo.

Chávez morreu na terça-feira, aos 58 anos, após uma batalha de 2 anos com o câncer.

O ex-vice-presidente Maduro, 50, que já foi motorista de ônibus e líder de sindicato antes de ser político, é visto ganhando as eleições confortavelmente, de acordo com duas pesquisas recentes.

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10 de março de 2013
por esmael
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Mídia global vê brasileiro favorito em conclave. O que muda isso para o país? Nada

da Agência Brasil

odilo-schererCotado para suceder o papa Bento XVI, o arcebispo de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, de 63 anos, celebrou hoje (10) concorrida missa na Igreja de Sant’Andrea (Santo André, em português), um dos cartões postais de Roma.

Falando em italiano, alemão e português, dom Odilo não mencionou o fato de ser apontado como um dos cardeais com chances de ser eleito papa, mas demonstrou simpatia e alegria. Que maravilha. Veio muita gente hoje aqui!, disse ele, ao ver a igreja lotada.

10 de março de 2013
por esmael
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“Vou abrir a caixa-preta do transporte coletivo”, confirma Fruet

Comissão criada pelo prefeito Gustavo Fruet vai abrir "caixa-preta" da Urbs; correligionários do pedetista veem no fim do subsídio antecipação da disputa eleitoral de 2014.

Comissão criada pelo prefeito Gustavo Fruet vai abrir “caixa-preta” da Urbs; correligionários do pedetista veem no fim do subsídio antecipação da disputa eleitoral de 2014.

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), confirmou na noite de sexta-feira (8), durante evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, que vai abrir a caixa-preta do transporte coletivo. Leia mais

10 de março de 2013
por esmael
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Procura-se [desesperadamente] candidato de oposição a Dilma

Barões da mídia não conseguem forjar candidato oposicionista à  altura de Dilma; tentou-se Joaquim Barbosa, do STF, e o senador mineiro Aécio Neves; agora se experimenta o governador pernambucano Eduardo Campos, mas a "jaca" pode sobrar até para o governador paranaense Beto Richa; o eterno freguês dos petistas, José Serra, quer disputar, mas o problema é que nem o PiG aguenta mais o tucano. A procura continua, portanto.

Barões da mídia não conseguem forjar candidato oposicionista à  altura de Dilma; tentou-se Joaquim Barbosa, do STF, e o senador mineiro Aécio Neves; agora se experimenta o governador pernambucano Eduardo Campos, mas a “jaca” pode sobrar até para o governador paranaense Beto Richa; o eterno freguês dos petistas, José Serra, quer disputar, mas o problema é que nem o PiG aguenta mais o tucano. A procura continua, portanto.

Pelo jeito, a velha mídia já desistiu da candidatura do senador mineiro Aécio Neves (PSDB). Busca agora um novo super-herói, depois do ensaio em torno da farsa chamada Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Leia mais

10 de março de 2013
por esmael
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Ideólogo da velha mídia neoliberal quer privatização da Petrobras

do Brasil 247

A nova direita brasileira, saudosa do neoliberalismo, já tem seu guru. à‰ o economista Rodrigo Constantino, que escreveu o livro “Privatize Já”, é palestrante do Instituto Millenium, mantido pelos grupos Globo e Abril para doutrinar ideologicamente colunistas da grande imprensa, e escreve ainda artigos semanais para o jornal O Globo. Suas palestras, que podem ser encontradas no YouTube, revelam uma espécie de menino maluquinho da nova direita. Constantino consegue ser contra programas sociais, como o bolsa família, contra o corte de juros (ele trabalha no mercado financeiro, é claro) e contra a expansão do crédito para os mais pobres. A favor, apenas do Estado mínimo.

Agora, ele acaba de ganhar mais uma página no currículo. Na verdade, as suas primeiras páginas amarelas, com uma entrevista concedida ao jornalista Giuliano Guandalini, de Veja. Sob o título “Capitalistas brasileiros, uni-vos”, anuncia-se o manifesto mercadista de Constantino. Eis, abaixo, algumas de suas ideias:

O serviço ruim das operadoras de telefonia não tem qualquer relação com a ganância empresarial

“Os impostos arrecadados pelo governo encarecem as tarifas e reduzem os investimentos. O sinal das chamadas é ruim porque faltam antenas, e o grande entrave para ampliar o número de antenas são os governos”

Sobre a venda da Petrobras

“Para privatizar a Petrobras, precisaríamos ter uma Margaret Thatcher, um estadista disposto a enfrentar grupos de interesse localizados (…) foi preciso que eu, um liberal convicto e crítico da social-democracia dos tucanos, saísse em defesa das privatizações (…) [com uma Petrobras privatizada] seriam reduzidas as ingerências políticas e manipulações, como o controle do preço da gasolina para evitar o impacto na inflação”

Sobre a ampliação do crédito

“Os bancos privados, temendo o aumento da inadimplência e o risco de perdas, reduziram o ritmo na liberação de financiamentos. Já os ba