8 de março de 2013
por esmael
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Prefeitos discutem reajustes ‘diferenciados’ na tarifa do ônibus na Grande Curitiba

Para correligionários do prefeito Gustavo Fruet, o governador Beto Richa antecipa a disputa eleitoral de 2014. "Quem perde é o povo", criticam.

Para correligionários do prefeito Gustavo Fruet, o governador Beto Richa antecipa a disputa eleitoral de 2014. “Quem perde é o povo”, criticam.

Prefeitos dos municípios da Região Metropolitana, que compõem a Rede Integrada de Transporte (RIT), estão reunidos neste momento, em Curitiba, para discutir a majoração no preço da passagem do ônibus. Leia mais

8 de março de 2013
por esmael
Comentários desativados em Tarde poética neste sábado com Tais Martins, autora de “Anjo Negro”

Tarde poética neste sábado com Tais Martins, autora de “Anjo Negro”

anjo_negroA professora universitária e escritora Tais Martins, dando continuidade à s comemorações do Dia Internacional da Mulher, realiza “tarde poética” amanhã, sábado (9), à s 16 horas, no café da Livraria Danúbio (Alameda Prudente de Morais, 1239 – Batel Soho). Leia mais

8 de março de 2013
por esmael
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No Facebook, presidenta da APP-Sindicato explica a greve dos professores a partir do dia 13

Clique na imagem para acessar o perfil da presidenta da APP, Marlei Fernandes, no Facebook.

Clique na imagem para acessar o perfil da presidenta da APP, Marlei Fernandes, no Facebook.

A presidenta da APP-Sindicato, Marlei Fernandes, utiliza seu próprio perfil no Facebook, a rede social mais badalada do país, para explicar os motivos da greve dos 120 mil educadores do Paraná a partir da próxima quarta-feira, dia 13 de março. Leia mais

8 de março de 2013
por esmael
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Petistas e pedetistas de Curitiba terão que esperar o fim da Quaresma

Até agora, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, vem dando uma "bicicleta" nos "pecadores" pedetistas e petistas. Até quando ele resiste?

Até agora, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, vem dando uma “bicicleta” nos “pecadores” pedetistas e petistas. Até quando ele resiste?

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), bom cristão que é, está guardando a Quaresma como nunca antes na história prefeito algum tinha guardado. Está guardando tanto que até parou de nomear petistas e pedetistas para cargos comissionados. Leia mais

8 de março de 2013
por esmael
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Artigo de Marla Tureck: “O perfil feminino da contemporaneidade”

por Marla Tureck*

No mundo moderno, a busca ideológica pela igualdade de direitos e oportunidades fez com que muitos aspectos internos e externos à  família fossem repensados e redefinidos. Ao longo da história, a mulher vem conquistando o seu espaço, alcançando crescimento econômico e maior participação sócio-política. Entretanto, soma-se a esse novo papel, de inserção no mercado de trabalho e em outros segmentos, à  função natural da mulher no seio familiar, uma vez que elas ainda continuam cumprindo seus papeis de mães, esposas, gestoras da casa. Diante disso, elas passaram a ter novos desafios, adaptando-se a um novo estilo de vida, de senhoras de suas próprias vidas.

Conduto, mesmo diante deste novo perfil feminino, as mulheres não deixaram de ser uma coisa para ser outra. Pelo contrário. Elas foram e continuam indo muito além. As mulheres incorporaram afazeres domésticos e matriarcais à  vida profissional e política, e, desta forma, implementaram uma nova dinâmica familiar. Tudo isso com uma imensa força sutil, que põe de lado a ideia de fragilidade ligada ao universo feminino.

Já avançamos muito no contexto de vida da mulher. A mulher contemporânea trabalha dentro e fora de casa, estuda e realiza tarefas no meio social. E para essas mulheres não há obstáculos. Elas estão sempre prontas para um novo desafio. Prontas para começar e recomeçar. As desigualdades, ainda existentes, não são motivo para desistirem de lutar por tudo que já conquistaram, e por mais ainda. Para elas, conseguir atravessar cada barreira, imposta no seu cotidiano, é o que as tornam vencedoras.

Portanto, ser mulher na atualidade é ser fundamental na vida de todos. à‰ confiar amor a quem se ama. à‰ uma conquista. à‰ realizar sem se preocupar com o tempo, numa força desprendida de seus projetos de vida, amando sem nada pretender em troca. Ser mulher é ser quem se é e todos os outros ao mesmo tempo.

*Marla Tureck é deputada estadual pelo PSD.

8 de março de 2013
por esmael
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Depois dos juros e da luz, agora Dilma quer baixar o preço da comida

do Brasil 247

Dando sequência ao plano de medidas que visa controlar a inflação, o governo, como havia anunciado recentemente, tomou a decisão de desonerar os produtos da cesta básica. Sem impostos, os preços cairiam, em média, 6,5%. O impacto anual seria de R$ 3,6 bilhões na arrecadação. O objetivo da equipe econômica é não permitir que o IPCA, índice que mede o teto da inflação, não ultrapasse 6,5% ao ano. Na avaliação do governo, o custo de se estourar essa meta seria muito grande, afetando sua credibilidade.

A decisão de tirar os impostos da cesta básica acontece depois de o governo ter trabalhado em função de controlar a taxa básica de juros (Selic), que se manteve em 7,5% na última reunião do Copom, nesta semana !“ o menor patamar da história !“ e de ter reduzido a tarifa da energia elétrica em cerca de 20% para a população desde o início desse ano.

“A decisão já está tomada, mas o momento em que isso será feito depende de uma análise sobre como está a inflação”, disse uma fonte do governo ao jornal Valor Econômico. Agora, o que deve servir de guia para a decisão do governo são dados mais consistentes sobre o comportamento da inflação e o desempenho da economia, diz a reportagem.

Apesar de não garantir que a desoneração seja repassada para o consumidor final, o governo espera que essa porcentagem seja suficiente para que o varejo recomponha alguma margem e reduz o preço na venda. Em 12 meses, os preços da cesta básica subiram de 14% a 32%, bem acima da média de preços dos alimentos, de 12,29%. A carne e o açúcar são os dois produtos que sofrerão mais impactos.

Críticas

Quando o governo decidiu reduzir a tarifa de energia elétrica, com um anúncio oficial na televisão, choveram críticas da oposição e de alguns economistas contra a estratégia de se estimular o consumo via desoneração de tributos, o que poderia aumentar o nível de endividamentos das famílias. O governo garante que os índices referentes ao endividamento não preocupam e que a equipe econômica tem tomado um conjunto estruturado de ações.

8 de março de 2013
por esmael
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Artigo da vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves: “Nem mais, nem menos”

por Mirian Gonçalves*

Hoje é um dia histórico para se comemorar e refletir, mulheres deste século XXI. Nossas conquistas atuais como mais postos de trabalho, escolaridade, garantias e emancipação resultam de lutas passadas históricas. Muitas mulheres ousaram transgredir, enfrentar o preconceito, as injustiças para que hoje pudéssemos usufruir de direitos.

Mas quanto estamos avançando?

Vivemos uma linha tênue entre um passo a frente e o retrocesso. Ora avançamos com maior inserção no mercado de trabalho, na política, enquanto chefes de família e assim, ganhamos mais respeito e admiração, ora, caímos nas armadilhas do preconceito, do machismo. Isso porque nos rendemos a estereótipos que remontam à  mulher maravilha e para tanto, nos transvestimos de hábitos tradicionalmente masculinos com o intuito de sermos aceitas no universo deles.

Exigem-nos demonstração de força, por isso respondemos escondendo nossas emoções, como se houvesse algo errado nisso, aliás, são muitas as exigências para as mulheres. Por que precisamos ser lindas, inteligentes, bem sucedidas, tudo ao mesmo tempo? Quem nos impõe essa missão impossível? E o pior é que nos rendemos.

Por mim, digo que não desejo ter tantas qualidades, não desejo estar em diversos lugares, não quero ser melhor, apenas igual. Somos, no mundo, metade homens, metade mulheres. Não há razão para que não tenhamos o mesmo equilíbrio em todas as facetas da sociedade.

Gosto da definição da filósofa e marxista Rosa Luxemburgo: Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres!.

O alcance da igualdade e da liberdade é um desafio permanente. Mulheres, não percamos tempo com os preconceitos, com os estereótipos remanescentes de uma sociedade machista. Cada dia é uma nova luta, uma nova conquista.

*Mirian Gonçalves

8 de março de 2013
por esmael
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Artigo de Beti Pavin: “Mulher na Política”

por Beti Pavin*

A história, a determinação e a sensibilidade estão a nosso favor. A cada dia avançamos e subimos um degrau nos surpreendendo e surpreendendo os que estão a nossa volta. Nossa inserção na política brasileira é recente, nós mulheres sempre fomos excluídas de qualquer participação, pois nos eram negados os principais direitos políticos, como por exemplo o de votar e se candidatar.

Mas este cenário ficou para trás, a partir de 1932 conquistamos o nosso espaço e a democracia está ai para nos respaldar e nos dar total abertura para participarmos do processo eleitoral e assim contribuir para um País melhor com igualdade de oportunidades. Nossa participação na vida pública é para que a família seja bem assistida, na saúde, na educação, na cultura e no porque não no lazer.

Minha vida na política começou em 1989 quando fui eleita vereadora desta querida cidade que tenho orgulho de dizer que foi onde nasci e até hoje moro. Também tenho orgulho de falar, e muita responsabilidade de dizer que fui eleita agora em 2012, para o meu terceiro mandato como prefeita e representante desta gente que faz de Colombo este município tão agradável e promissor.

Digo isto para falar para você mulher, guerreira, chefe de família, líder na sua empresa, que estuda, que trabalha, que cuida da casa, dos filhos, do marido, que o nosso Dia Internacional da Mulher, comemorado neste dia 08 de março, seja marcado por uma dose de ânimo. Não desista, lute! Vamos atrás dos nossos sonhos e ideais e nos engajar ainda mais na participação pública e na vida da comunidade.

O Dia Internacional da Mulher tem sua origem nas manifestações das mulheres por melhores condições de vida e trabalho como também o direito ao voto. Não quero levantar a bandeira do feminismo, mas levantar o debate para a participação mais efetiva e decisiva das mulheres nas decisões de interesse comum e também colocar o nosso olhar mais singelo e delicado nas questões políticas que estabelecem os destinos do nosso dia a dia.

Precisamos de mais mulheres na política, ainda somos minoria no nosso País a ocupar um cargo no executivo e no legislativo, por isso venha com a gente, vamos lutar pelas nossas famílias e por uma vida melhor e mais confortável. Nos destacamos e trabalhamos muito, tudo o que nos propomos a fazer, sai bem feito, com carinho e perfeição, sendo assi

8 de março de 2013
por esmael
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Artigo de Roseli Isidoro: “A hora e a vez da mulher”

por Roseli Isidoro*

8 de março de 2013. O ato público que oficializa a criação da Secretaria da Mulher, à s 20h de hoje no Memorial de Curitiba, é, sem sombra de dúvida, um marco na história da cidade e um recado claro da administração do prefeito Gustavo Fruet de que priorizar a atenção à  mulher curitibana é condição básica do nosso desenvolvimento humano, social e econômico. E é urgente!

Uma cidade de pessoas felizes, com direitos e oportunidades assegurados, não pode ser erguida pela metade e muito menos sobre o sacrifício de mulheres e de meninas – maioria da população, ou seja, 52,33% dos 1,75 milhão de habitantes -, imposto por uma cultura de conservadorismos e de injustiças. O poder público tem o dever de coordenar a mobilização social que tire a mulher da condição de sobrevivente.

Se em 39% dos lares brasileiros as mulheres garantem o sustento da família, em Curitiba esse índice sobe para 41% (IBGE, 2010). Além disso, as mulheres somam 45% da população economicamente ativa (PEA) do Brasil (IBGE, 2012) e ocupam 42% das vagas no mercado de trabalho. Em Curitiba, 47% dessas vagas (MTE/2011). E outro dado interessante é que o Brasil é o quarto país do mundo em empreendedorismo feminino, com 49% de empreendedoras mulheres (GEM, 2011). Isso se dá sob condições bastante adversas.

Mas e se a gente projetasse um cenário melhor? O Banco Mundial foi investigar e concluiu, na apresentação de seu relatório sobre igualdade de gênero e desenvolvimento de 2011, que se existissem condições e oportunidades iguais para homens e mulheres na sociedade, a economia mundial cresceria 25%. Na América Latina, poderia alcançar até 16%.

Estima-se que 62% dos municípios brasileiros possuam secretarias ou coordenações de políticas para mulheres. Curitiba foi a última capital do país a criar a sua e, com isso, integrar uma rede nacional de esforços, liderada pela Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM) do governo federal. Ao col

8 de março de 2013
por esmael
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Momento Bessa*: Advogada catarinense de 24 anos é a namorada de Joaquim Barbosa

do Espaço Vital

Joaquim Barbosa está namorando.

Joaquim Barbosa está namorando.

O ministro Joaquim Barbosa, 58 de idade, divorciado, está de namorada nova. à‰ a advogada Handra Meira Amorim, que cresceu na pequena cidade de Alvorada do Oeste (Rondônia) e que se formou bacharel em Direito na Univali, campus de Balneário Camboriú (SC), onde morou durante cinco anos. Leia mais

8 de março de 2013
por esmael
Comentários desativados em Artigo de Rosane Ferreira: “As Mulheres do Brasil”

Artigo de Rosane Ferreira: “As Mulheres do Brasil”

por Rosane Ferreira*

Desde que foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1977, o Dia Internacional da Mulher vem se transformando a cada ano numa grande oportunidade para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres.

Hoje, as mulheres representam a maioria da população, dos eleitores no país e são também arrimo da maior parte das famílias. E, pela primeira vez na história política, o Brasil tem uma voz feminina na Presidência da República, Dilma Rousseff, que faz questão de estar cercada de mulheres em cargos estratégicos para o governo, como Casa Civil, Planejamento e Relações Institucionais.

No Tribunal Superior Eleitoral vivenciamos uma situação inédita. Com a posse da Ministra Luciana Lóssio, o quadro de ministros do TSE passa a ter maioria feminina. São quatro mulheres, no total de sete vagas, tendo a Ministra Carmem Lúcia na Presidência do tribunal. Uma vitória que deve nos encher de orgulho.

Porém, na Câmara Federal ainda somos poucas, apenas 45 mulheres num universo de 513 parlamentares. Mas somos aguerridas, ousadas e sabemos como fazer diferente. Um exemplo foi a aprovação no ano passado da Lei que garante à s empregadas domésticas os mesmos direitos dos demais trabalhadores. Com o empenho da bancada feminina, conseguimos sensibilizar e mobilizar os deputados e a sociedade para a importância desta legislação que vai beneficiar milhões de brasileiras e corrigir uma injustiça histórica com esta categoria.

No entanto, é preciso lembrar também que o Dia Internacional da Mulher é um momento para nos indignarmos com a crescente violência a que muitas são submetidas, em casa, no trabalho e no espaço público. São mulheres que precisam de atenção e cuidado do Poder Público, por meio de políticas de acolhimento para ela e seus filhos, antes que o pior aconteça.

Para ajudar no combate a todas as formas de violência, participo da Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) da violência contra a mulher do Congresso Nacional que está elaborando um relatório com propostas para enfrentar essa situação e colocar em prática a Lei Maria da Penha.

O Paraná, o terceiro Estado no Mapa da Violência em número de mulheres assassinadas, também consta desse relatório e embasará as propostas. Em

8 de março de 2013
por esmael
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Artigo de Joice Roncaglio: “Desafios de saber lidar com a ascensão”

por Joice Roncaglio*

Mulheres, aqui entre nós, vale à  pena o preço que pagamos para ocupar o espaço profissional para o qual tanto trabalhamos? Quem nunca parou para pensar se todo esse enfrentamento compensa?

Conciliar a vida profissional com filhos, relacionamento conjugal, amigos, afazeres domésticos, e tantas outras coisas… eu digo, e muitas mulheres trabalhadoras com quem convivo também dizem: é um grande desafio!

Em nossas conversas percebo algumas falas comuns, muitas passam por dificuldades na conciliação de tantas expectativas em relação ao papel da mulher. Acho que nunca os psicólogos tiveram tanta demanda de mulheres com os mesmos problemas: síndrome do pânico, estresse elevado, ansiedade e muitas outras doenças psicossomáticas. Tudo gerado pelo excesso de preocupação e cargas exaustivas de trabalho.

Não estou dizendo que essa é uma situação exclusiva das mulheres, afinal muitos homens também sofrem de perturbações psicossomáticas. A questão aqui é que a origem da dificuldade feminina está na sobrecarga e desequilíbrio, devido à  sobreposição de papeis antigos e novos destinados à  mulher. E pelo menos até o momento, a renegociação dos papeis sociais entre homens e mulheres ainda não alcançou o avanço necessário.

Um retrato atual da dificuldade de renegociação de papeis se expressa na ânsia de dar conta dos compromissos do trabalho deixando-se de lado ou para segundo plano a intimidade do casal, não levando em consideração que, para o companheiro, isso é de grande peso no relacionamento. Por outro lado, à s vezes ocorre a falta de colaboracão e compreensão do companheiro, dificultando o diálogo para encontrar uma forma satisfatória para ambos levarem a vida a dois. à‰ a imagem da louça x televisão: cada um com suas razões e julgando o outro, sem encontrar um meio termo para a convivência.

Infelizmente já ouvi falas absurdas (e quem de vocês já não ouviu coisas assim?) do tipo: vocês mulheres sabem que nós, os homens, não fazemos duas coisas ao mesmo tempo, Deus foi bondoso com os homens ao atribuir à s mulheres a capacidade de levar a casa e o trabalho ao mesmo tempo, vocês são melhores que os homens…!

8 de março de 2013
por esmael
Comentários desativados em Mulher moderna e mais escolarizada pode fazer escolhas sem abandonar projetos

Mulher moderna e mais escolarizada pode fazer escolhas sem abandonar projetos

da Agência Brasil

Quando Jussara Bezerra fez as contas, chegou à  conclusão de que não valeria a pena voltar a trabalhar e deixar os dois filhos, que hoje estão com 13 e 10 anos de idade, com uma babá ou em creches. A carioca que já tinha abandonado a faculdade de administração no Rio de Janeiro para se dedicar ao trabalho, deixou o emprego para acompanhar o marido que foi transferido para Pernambuco.

Como já estava sem trabalhar desde a mudança de cidade, optei por [acompanhá-lo] e tentar voltar a trabalhar lá. Mas a Luíza nasceu nesse período e, como era muito pequena, achei que não valia a pena. Pouco tempo depois, engravidei do Pedro!, contou. O projeto de procurar um novo emprego foi novamente adiado, quando, nos primeiros anos, Pedro foi diagnosticado com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.

Os médicos queriam tratá-lo com remédios, mas eu fui contra e preferi passar um tempo com eles e evitar que Pedro tivesse dificuldades no futuro, na escola. Tive algumas dificuldades financeiras, mas não me arrependo!.

Depois da separação, Jussara voltou para o Rio de Janeiro, em 2007. Com as crianças mais velhas, ela conseguiu um emprego e, no ano passado, foi aprovada no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e conseguiu uma vaga no curso de pedagogia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). à‰ bem complexo porque hoje trabalho das 9h à s 18h e tenho aula das 18h30 à s 22h. Normalmente, eu estudo de madrugada, quando eles dormem!.

Simone Príncipe de Azevedo Treib, que cursa o quarto ano da Faculdade de Psicologia em Campo Grande (MS), também optou com convicção por deixar para trás os dois primeiros anos do curso universitário para se dedicar à s duas filhas. Poderia ter voltado a estudar e trabalhar. Mas priorizei ficar com minhas filhas que estão com 4 e 10 anos, até a alfabetização das duas!.

Simone não nega que sentiu falta do trabalho, mas diz que não tem qualquer arrependimento da opção que fez. à‰ nítido que o vínculo que uma criança que cresce bem assessorada pelos pais apresenta diferenças significativas em relação à s outras. Não foi fácil deixar os estudos e parar a vida profissional, mas o resultado é gratificante!, garantiu. Hoje, Simon

8 de março de 2013
por esmael
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“Saia de Bici” no Dia das Mulheres

saia_biciLogo mais, a partir das 18 horas, as mulheres da ciclomobilidade irão se reunir para realizar uma bicicletada noturna. Com o lema “Saia de Bici”, as ciclistas se concentrarão na Praça da Mulher Nua, Praça 19 de Dezembro, em frente ao Passeio Público. A iniciativa tem o apoio incondicional deste blogueiro.

A ideia é passar pelos eventos que estarão acontecendo pelo centro da cidade dirigindo a bicicleta, veículo historicamente relacionado à  emancipação da mulher, já que foi o primeiro a ser utilizado por elas sem o acompanhamento de um homem, isso lá no século XIX.

Autonomia e empoderamento são as grandes vantagens que a bicicleta pode proporcionar a mulher ciclista.

8 de março de 2013
por esmael
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Artigo de Elza Campos: “A luta pela participação política da mulher”

por Elza Maria Campos*

1865, corre o debate no parlamento dos EUA em uma cena do ótimo filme Lincoln!:

– Se dermos liberdade aos negros, em seguida vão querer votar!!, diz um deputado escravocrata.

– E logo depois até mulheres vão querer direito de voto também!!! Pipocam exclamações indignadas pela sala onde se debate a 13!ª. Emenda…

No começo do século XXI, os EUA já conheceram seu primeiro presidente negro e o Brasil tem sua primeira mulher presidenta da República, sucedendo a dois mandatos avançados de um ex-metalúrgico retirante nordestino.

Bastante coisa mudou no planeta desde que, na Revolução Francesa, Olímpia de Gouges redigiu uma Déclaration des droits de la femme et de la citoyenne (Declaração dos direitos da mulher e da cidadã), em 1791, documento primeiro a reclamar abertamente direitos iguais para homens e mulheres. E desde que Clara Zetkin propôs, na 2!ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, a criação do Dia Internacional da Mulher em 8 de março, há 103 anos.

Estamos também no marco dos 81 anos da conquista do direito de voto à s brasileiras, demanda dos movimentos que tiveramem Bertha Lutz, fundadora da Federação pelo Progresso Feminino (1922), um dos ícones maiores. O Decreto 21.076, de 24/02/1932, assinado por Vargas, representou, para os movimentos de mulheres, o reflexo da intensa agitação mudancista que contestava a República Velha, um avanço que não poderia ficar de fora do processo revolucionário de 1930. Ainda assim, o voto era facultativo à s mulheres, só tornando-se obrigatório a partir de 1946.

A luta pela igualdade de gênero progrediu significativamente na sociedade brasileira, tendo por pano de fundo todas as mudanças estruturais e batalhas dos movimentos de mulheres ao longo do século XX. Especial destaque à  década de 1960, que introduziu questões antes restritas à  esfera da vida privada, trazendo ao debate público temas como sexualidade e corpo feminino. Esse movimento também lut

8 de março de 2013
por esmael
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Artigo de Gleisi Hoffmann: “De conquistas e lutas”

Se muito vale o já feito, mais vale o que será!

por Gleisi Hoffmann*

Mais que homenagens, o Dia Internacional da Mulher traz para o centro do debate a figura feminina e a reflexão sobre o que já se conquistou e o que ainda há por fazer. Símbolo de ternura e fragilidade, a mulher tem a dedicação e a luta como características quase natas da sua personalidade. Equilibra-se entre a vida profissional, os anseios pessoais, o desafio da maternidade, o cuidado com a família. à‰ chefe de 37,3% dos lares brasileiros, de acordo com o último Censo do IBGE, de 2010.

Essa mulher, que em pouco mais de cem anos começou a receber os primeiros olhares à  sua causa, foi pouco a pouco enfrentando batalhas e colhendo pequenas vitórias, como o direito ao voto, há 81 anos, ou uma Lei que lhe garantisse proteção contra a fúria e agressividade de quem ainda hoje acredita que podemos ser tratadas como posse. Sim, após a conquista do voto, a Lei Maria da Penha foi uma importante vitória para as brasileiras num contexto ainda machista.

Para essa mulher, terna e firme, que compõe metade do eleitorado brasileiro e ajudou a eleger sua primeira chefe de Estado – a presidenta Dilma Rousseff -, que o governo federal tem trabalhado com afinco na criação e aprimoramento de políticas públicas. Da atenção integral à  mãe e ao bebê, com o Rede Cegonha, à  ampliação vigorosa do número de creches. Dos investimentos para prevenir e enfrentar o câncer de mama e o de colo de útero ao programa Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, passando pelo Brasil Carinhoso, nosso país vai caminhando em busca da igualdade e do reparo à s injustiças com essa mulher que já esteve à  margem da sociedade.

Tenh

8 de março de 2013
por esmael
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Hoje o Blog do Esmael é das mulheres! Usem e abusem

mulheres_poderOlá, bom dia. Em edição especial, o Blog do Esmael hoje é das mulheres. Usem-no e abusem-no. Encarem-no, sem titubear, como uma ferramenta na luta de sua emancipação, pela igualdade de gênero e por uma sociedade mais justa.

Ao longo do desta sexta-feira, 8 de março, eu vou postando opiniões de diversas mulheres que estão à  frente da política e dos negócios.

Este espaço, hoje, não fará patrulhamentos ideológicos ou equivalentes, pois o seu titular entende que essa bandeira, pela participação da mulher, é um marco civilizatório, portanto, desafio suprapartidário, plural e tarefa multidisciplinar para o poder público.

Para brindar as mulheres, em sua homenagem, eu incorporei o “player” de áudio que retransmite a programação da Lumen FM 99,5. A rádio curitibana também está com programação especial dedicada à s mulheres nesta sexta (clique em “mais” para ligar/ouvir o som).

Parabéns a todas!