Você quer conhecer o outro lado da história do mensalão?

mensalao_livroA editora Geração — a mesma de A Privataria Tucana — apostou em A Outra Historia do Mensalão – As contradições de julgamento político, de autoria do jornalista Paulo Moreira Leite, para os leitores tirarem a sua própria conclusão sobre o julgamento mais midiático realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A obra tem o prefácio do respeitado jornalista e colunista da Folha de S. Paulo, Janio de Freitas.

Segundo Willian Novaes, da editora Geração, o livro já é um sucesso de venda. Em pleno Carnaval, informa ele, a tiragem inicial vou dobrada e mesmo assim não deu conta do recado. Se continuar alta a procura pela obra, provavelmente, vai repetir o sucesso do jornalista Amaury Ribeiro Junior (A Privataria Tucana).

Algumas personalidades comentaram sobre o livro:

O bom jornalismo é o alimento da democracia, o mau jornalismo o seu veneno. Os textos de Paulo Moreira Leite sobre o julgamento sintetizam aquilo que o jornalismo tem de melhor: fidelidade aos fatos, capacidade de organizar e relacionar informações, coragem de raciocinar com a própria cabeça, enfrentando a manada. E talento, que não faz mal a ninguém. O futuro agradece.!

JORGE FURTADO, cineasta premiado, dirigiu O Homem que Copiava e Saneamento Básico !” o filme.

Explicando as decisões do TSE a partir da conjuntura política do país, Paulo Moreira Leite desempenhou um relevante papel como consciência crítica. Lembrou que o combate à  corrupção é fundamental, mas que deve ser sopesado com a presunção de inocência e o do Estado de Direito.!

PEDRO ESTAVAM SERRANO, Professor de Direito Constitucional na Faculdade de Direito da PUC de São Paulo.

Ao discutir o julgamento, Paulo Moreira Leite ilumina um dos temas mais caros à  democracia: a liberdade política. Ele o faz de forma clara, profunda, brilhante, demolidora. O livro revela o arbítrio judicial e mostra como um jornalista se transformou em operário das liberdades.!

LUIZ MOREIRA, Doutor em Direito pela UFMG, Conselheiro Nacional do Ministério Publico entre 2010 e 2012.

Comentários encerrados.