Em nota, dirigente do PCdoB diz que foi ‘só um café extraoficial’

Luiz Manfredini (PCdoB).

Luiz Manfredini (PCdoB).

Esmael Morais:

Solicito publicação da informação em anexo, de carater pessoal, em resposta à  nota veiculada hoje em seu blogue sob o título Em Curitiba, PCdoB costea o alambrado de Gustavo Fruet (clique aqui para ler), e que me envolve.

Luiz Manfredini

Direção do PCdoB não se reuniu com generais! de Fruet

Ao contrário do que publica a nota Em Curitiba, PCdoB costea o alambrado de Gustavo Fruet, veiculada em seu blogue na terça-feira, 12, a direção estadual do PCdoB do Paraná não se reuniu com os generais do prefeito Gustavo Fruet!. O que houve foi um encontro particular e informal, no último dia 2, entre eu, o vereador Nilton Bobato (presidente estadual do PCdoB) e um velho amigo comum, Ricardo Mac Donald Ghisi, hoje secretário municipal. Tomamos um café e, nos breves minutos que durou a conversa, trocamos ideias sobre o início da gestão do prefeito Gustavo Fruet, sobre o quadro político do Estado após as eleições do ano passado e as perspectivas para 2014. Bobato e eu reafirmamos a Ricardo o que já era conhecido, ou seja, nosso apoio à  atual administração, cujos partidos !“ PT e PDT !“ compõem, com o PCdoB, um mesmo campo político. E ficou por aí. Se for o caso, a direção estadual do partido conversará com o prefeito Fruet. Mas ainda não conversou. A nota, portanto, não relata a verdade.

Sua nota é, ademais, maldosa. PCdoB não está sem lenço, sem documento!, nunca saiu do curso político que vem seguindo, ou seja, a base de apoio da Presidente Dilma Rousseff. Assim, ao contrário do que anuncia seu delirante orelha seca!, o partido não tem qualquer autocrítica a fazer. Seu projeto político para 2014 é consistente e factível e vem sendo construído com unidade, firmeza e entusiasmo por todo o partido no Estado, sob a liderança do vereador Nilton Bobato.

Peço-lhe, publicamente, que passe a ouvir fontes autorizadas do PCdoB quando compuser matéria a respeito do partido. Ouvir o outro lado, beabá do jornalismo responsável. Houvesse me ligado, indagando, questionando, não teria veiculado nota tão despropositada.

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