27 de Fevereiro de 2013
por esmael
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O Passeio Público é nosso e das putas também

por Milton Alves*, em seu blog

A campanha pela revitalização do Passeio Público, centenário parque localizado em pleno centro da cidade, é uma boa iniciativa. Intelectuais, artistas, ativistas culturais e o jornal Gazeta do Povo animam a campanha. Uma boa e justa causa.

No entanto, como usuário do espaço, me preocupei com algumas opiniões manifestadas acerca do bom e velho Passeio. à‰ necessário (e muito) revitalizar, mas isso não pode significar exclusão ou profilaxia social. Digo isso, em função de algumas opiniões que ligam a revitalização com a retirada de putas! e maloqueiros! do lugar. Ou seja, o parque precisa se livrar dos frequentadores indesejáveis. Um viés preconceituoso e excludente pontua esse raciocínio.

Na verdade, o debate sobre a questão deve levar em consideração um projeto mais estrutural de revitalização da região central e do seu patrimônio histórico. Uma promessa de diversas gestões e também encampada pelo atual prefeito, Gustavo Fruet (PDT).

Na gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB) obras e reformas foram realizadas no parque: asfaltamento novo da pista de cooper, novos viveiros para os animais, a sinalização do parque, a academia ao ar livre. Porém, não existiu uma política efetiva de ocupação com atividades e serviços para a população. Uma iniciativa que vingou foi a feira de orgânicos realizada nos sábados. E só. A coisa parou por aí. Muito de vez em quando um palco com algum grupo musical surgia e a população local correspondia com boa audiência. Até agora a coisa vinha funcionando assim!¦

Com uma nova gestão na prefeitura, e o impulso de uma campanha, é possível a realização de uma efetiva política de ocupação cultural, esportiva e cidadã do nosso Central Park!. Há espaços para todos. As praticantes do ofício mais antigo do mundo já são parte in

27 de Fevereiro de 2013
por esmael
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Números positivos da economia dificultam ataques da oposição a Dilma Rousseff

do Brasil 247

Não será tão fácil como previam nove entre dez analistas com espaço na mídia tradicional atacar o governo pela via da economia. As apostas na desaceleração da atividade estão sendo superadas pela exibição de resultados que vão indicando robustez para a conjuntura de 2013. Até mesmo as projeções do PIB feitas por agentes do mercado já convergem para uma elevação acima dos 3% até dezembro, com redução da taxa de inflação inicialmente prevista.

“à‰ um absurdo dizer que não mantemos todos os nossos compromissos com os pilares da sustentabilidade”, disse a presidente Dilma Rousseff, nesta quarta-feira 27, na retomada do chamado Conselhão, o plenário de empresários criado no governo Lula que havia sido deixado de lado na atual administração. “Mantemos a inflação sobre controle, e achamos que a inflação é um valor na medida em que ela garante não só os ganhos de salário, mas garante também a capacidade de previsão do governo e dos empresários e os ganhos dos empresários e dos trabalhadores”, completou ela.

Na mesma reunião, o ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que os atuais indicadores de janeiro confirmam a perspectiva de recuperação da economia brasileira. Entre eles, citou o aumento da produção e do licenciamento de veículos, da comercialização de cimento e da consulta para vendas no varejo.

“Todos concordam que teremos mais crescimento, menos inflação, baixa taxa de desemprego e continuação da expansão da massa salarial”, disse Nelson Barbosa. De acordo com os dados apresentados, a taxa de desocupação nos últimos dez anos caiu de aproximadamente 11% para em torno de 5,5%. A queda do desemprego veio acompanhada do crescimento da massa salarial, que teve aumento médio de 3,5%.

Num setor fundamental para a leitura do crescimento ou da economia, a Associação dos Fabricantes de Máquinas e Equipamentos reportou também nesta quarta 27 que o faturamento bruto do setor encerrou janeiro com um dos melhores resultados para o período desde 2009. Segundo a Abimaq, a carteira de pedidos da indústria de máquinas e equipamento

27 de Fevereiro de 2013
por esmael
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Cheida vestiu “cueca de seda”

* Luiz Carlos Martins (PSD) volta à  Assembleia Legislativa

Deputado Cheida se licencia para assumir Secretaria do Meio Ambiente. Assume cadeira na Assembleia o radialista Luiz Carlos Martins.

Deputado Cheida se licencia para assumir Secretaria do Meio Ambiente. Assume cadeira na Assembleia o radialista Luiz Carlos Martins.

No Paraná, “cueca de seda” é sinônimo de “tucanar”. O deputado estadual Luiz Eduardo Cheida, do PMDB, foi confirmado nesta tarde (27), pelo governador Beto Richa (PSDB), como novo secretário do Meio Ambiente. Leia mais

27 de Fevereiro de 2013
por esmael
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Placa da oposição contra o PT gera xingamentos e bate-boca entre deputados

da Agência EstadoTerminou em tumulto, xingamentos e bate-boca entre deputados a manifestação da oposição contra uma exposição em homenagem aos 33 anos de fundação do PT. Parlamentares do DEM e do PSDB resolveram “completar a história” oficial exposta pelo partido em um dos principais corredores da Câmara colocando uma placa “comemorativa” para lembrar o escândalo do mensalão.

A exposição do PT em homenagem ao aniversário do partido registra com fotos e textos momentos petistas importantes, desde os anos 70 com a greve em São Bernardo do Campo (SP), comandada pelo então metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012. A linha de tempo pula de 2004 para 2006. E foi justamente aí que a oposição criou uma placa avulsa, montada em um cavalete, “2005 – O ano do mensalão”.

O deputado Amauri Teixeira (PT-BA) não gostou e levou a placa embora, nas costas dos deputados de oposição, enquanto eles davam entrevista sobre o evento. “Isso é coisa de moleque! à‰ uma falta de respeito!”, bradava o petista. Deputados começaram a chamar o petista de “mensaleiro” e o coro dirigido a Amauri foi crescendo, aumentando a indignação do deputado que quis partir para a briga.

“Fala na minha frente! Não sou mensaleiro! Sou homem direito!”, gritava. O deputado Edson Santos (PT-RJ) entrou para acalmar Amauri Teixeira e os seguranças foram acionados para tirar o deputado irritado do corredor. “à‰ um desrespeito com o PT. A oposição não tem o direito de diminuir a nossa exposição. Eu t

27 de Fevereiro de 2013
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Luiz Inácio “Lincoln” da Silva

da Agência EstadoO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quarta-feira, 27, seus adversários, afirmou que eles têm “bronca” dele e da presidente Dilma Rousseff e avaliou que a oposição e os formadores de opinião pública nunca quiseram a eleição dos dois. “Essa gente nunca quis que eu e a Dilma ganhássemos as eleições, que a gente fosse progressista”, disse o ex-presidente, durante evento em comemoração aos 30 anos da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

“A bronca que eles tinham de mim era (em relação ao) meu sucesso e agora é o sucesso da Dilma.”

Lula se comparou ainda ao ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln em relação, segundo ele, aos ataques sofridos na imprensa.

“Eu fiquei impressionado como a imprensa batia no Lincoln em 1860, igualzinho batem em mim. E o coitado não tinha nem computador. Ia para o telex ficar esperando”, disse Lula, contando que está lendo a biografia do ex-presidente dos Estados Unidos, cuja trajetória política também foi retratada recentemente nos cinemas.

“Hoje a resposta é em tempo real. Eu quero parar de reclamar dos que não gostam de mim e não dão espaço. Eu não convido eles para minha festa e não sou convidado”, resumiu.

Para Lula, os adversários e “os formadores de opinião pública” foram os últimos a aderir, na década de 80, ao movimento pelas eleições diretas para presidente e, na década seguinte, à  campanha pelo impeachment do então presidente Fernando Collor, hoje senador.

“à‰ preciso reconhecer que o País mudou muito, inclusive na questão da comunicação. Nos anos 80, qualquer imbecil se achava formador de opinião pública”, disse. “Nesse País, formadores de opinião pública eram contra a campanha das diretas, contra a derrubada do Collor”, criticou.

Movimento sindical. O ex-presidente reclamou ainda da falta de espaço para o movimento sindical na imprensa e cobrou um mapeamento de toda a mídia do setor para que esse segmento se organize.

“à‰ uma arma poderosa, mas totalmente desorganizada. Por que a gente não organiza a nossa mídia, dá formatação, um pensamento coletivo, mais unitário?”, indagou.

Lula pediu uma mudança de postura da CUT, cobrou que a central sindical e seus dirigentes saiam à s ruas, deixem os prédios e viajem mais pelo País. Recomendou ainda que conversem mais com a presidente Dilma “porque mulher sempr

27 de Fevereiro de 2013
por esmael
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STF diz que lei do piso de professores só vale a partir de 2011

da Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (27) mudar a vigência da lei do piso nacional dos professores da rede pública. Embora tenha sido editada em 2008, ficou definido que a lei só pode ser considerada a partir da data na qual o Supremo confirmou sua legalidade, em abril de 2011. Haverá impacto direto na programação orçamentária dos estados e da União.

Os ministros atenderam a recursos do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Ceará, que alegaram dificuldades para adaptar as finanças ás novas regras. As unidades da federação lembraram que o STF deu liminar em 2008 suspendendo os efeitos da lei. Os estados passaram a aguardar posicionamento definitivo da Corte antes de alterar os orçamentos. A decisão liminar caiu quando o julgamento foi concluído pelo plenário do STF, três anos depois.

O julgamento de hoje começou com o voto do relator do processo e presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa. Ao negar os recursos, ele entendeu que os estados estavam usando de artifícios processuais para atrasar a conclusão do julgamento e, consequentemente, não cumprir a lei. Ele alegou que a lei tinha um escalonamento que permitiria a adaptação financeira dos estados ao longo do tempo.

Seguido apenas pelo ministro Luiz Fux, Barbosa acabou mudando de ideia quando a maioria dos ministros acompanhou a divergência aberta pelo ministro Teori Zavascki. Segundo Zavascki, a preocupação trazida pelos estados faz sentido, uma vez que a lei deixou de produzir efeitos entre 2008 e 2011 e não houve adaptação neste meio tempo.

As informações que se tem é que os gastos são muito elevados, e em alguns estados, comprometem seriamente a previsão orçamentária e o atendimento de outras necessidades!, observou Zavascki. O ministro Antonio Dias Toffoli não votou porque se declarou impedido. Ele atuava como advogado-geral da União na época do fato e defendia a aplicaç

27 de Fevereiro de 2013
por esmael
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Pessuti mordeu o cachorro

Pessuti e Requião romperam politicamente em abril de 2010, mas forças "ocultas" seriam capazes de reagrupá-los nas eleições de 2014 em torno de uma candidatura própria?

Pessuti e Requião romperam politicamente em abril de 2010, mas forças “ocultas” seriam capazes de reagrupá-los nas eleições de 2014 em torno de uma candidatura própria?

O ex-governador Orlando Pessuti, secretário-geral do PMDB do Paraná, tomou conta da cena política esta semana porque recusou o vistoso cargo de presidente da estatal Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná). Na prática, ele esnobou o convite do governador Beto Richa (PSDB). Leia mais

27 de Fevereiro de 2013
por esmael
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Agricultores abrem guerra contra a Monsanto. Requião tinha razão?

O senador Roberto Requião (PMDB), quando governou o Paraná, entre 2003-2010, dizia que o estado era uma ilha, livre das sementes de soja geneticamente modificadas. Mais do que uma luta em defesa da fitossanitária, o peemedebista argumentava que a cobrança de royalties iria deixar os agricultores reféns da multinacional Monsanto. Requião deixou o governo acusado de “louco” por remar contra uma tendência mundial. Apenas dois anos depois, eis que os plantadores de soja transgênica reclamam do monopólio. Afinal de contas, mesmo que tardiamente, os agricultores reconheceram que Requião tem razão?

Agricultores brasileiros e a multinacional Monsanto não conseguem chegar a um acordo sobre a cobrança de royalties das sementes de soja geneticamente modificadas. Colocadas como a grande solução para o aumento da produtividade, as sementes encarecem o custo da produção e deixam os agricultores reféns da Monsanto já que no Brasil a soja RR1 é protegida por vários direitos de propriedade intelectual, inclusive patentes.

A Federação da agricultura do Estado do Paraná (Faep) afirmou para a imprensa que as negociações com a Monsanto foram duras!. De acordo com o texto distribuído, a Faep, juntamente com a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e outras federações haviam fechado um acordo com a Monsanto pelo qual os produtores rurais poderiam deixar de pagar royalties pelo uso de semente de soja transgênica RR1, cuja patente está sendo discutida judicialmente.

A Monsanto, contudo, ao invés de utilizar a minuta acordada, conforme as tratativas, optou por outro texto no qual, além da renúncia a qualquer ação judicial em relação à  RR1, o produtor rural aceitava as condições que a empresa queria impor a uma nova semente transgênica, a ser lançada brevemente. De acordo com a legislação brasileira, a Monsanto busca corrigir o prazo de uma de suas patentes brasileiras para essa tecnol

27 de Fevereiro de 2013
por esmael
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Professores estaduais cogitam boicotar os Jogos Escolares do Paraná

Voltando ao mundo real, onde as pesquisas do Ibope não alcançam, a crise na Educação do Paraná tende a se agravar ainda mais nos próximos dias. Não bastasse a greve que professores e educadores da rede pública estadual, programada para o dia 13 de março vindouro, agora os profissionais da Educação Física também planejam boicotar a realização dos Jogos Escolares do Paraná (JEPs).

A decisão pelo boicote ocorreu ontem (26), em Curitiba, durante reunião do coletivo da disciplina na sede da APP-Sindicato. O encontro discutiu, fundamentalmente, a perda de espaço sofrida pela disciplina por conta da nova matriz curricular imposta, pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), à s escolas da rede estadual.

Entre a preparação da fase inicial dos jogos, dentro das escolas, à s fases regionais e a final, os JEPs envolvem cerca de 300 mil alunos de escolas públicas e privadas, com idade de 12 a 14 e 15 a 17 anos, dos 399 municípios, que disputam 15 modalidades esportivas.

O início das fases regionais dos JEPs está previsto para o dia 26 de abril e se estenderá até o dia 25 de maio. A fase macrorregional acontecerá de 5 a 9 de junho. As finais ocorrerão entre julho e agosto.

De acordo com o professor Hermes da Silva Leão, secretário estadual de Organização da APP, e também professor de Educação Física, a reunião do coletivo foi extremamente importante.

“Foi um debate bastante participativo, com representação das regionais do sindicato vindas de todo o estado. Muitos, inclusive, trouxeram um grande acúmulo para a reunião, pois já organizaram e realizaram debates sobre o tema em suas regiões”, explicou.

Segundo Hermes, o coletivo reforçou a necessidade da luta para recuperar o espaço curricular que a Educação Física perdeu após a nova matriz.

“E isto foi feito pela Secretaria sem dar o tempo necessário para a realização do debate nas escolas. Tudo de uma forma muito antidemocrática. O resultado é que a disciplina de Educação Física, apesar de outras também perderem espaço, foi a mais prejudicada pela matriz imposta pelo Estado”, relembrou.

“Então diante da desconsideração com o acúmulo e a contribuição importante da disciplina para o processo educacional, tiramos, na reunião, um indicativo de

27 de Fevereiro de 2013
por esmael
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Se eu quero comprar peixe, eu vou à  peixaria; se eu quero comprar pesquisa, eu vou ao Ibope!

Segundo o Ibope, o governador tucano Beto Richa será "imbatível" na reeleição com 76%; o senador peemedebista Roberto Requião desconfia dos números do instituto; histórico do Ibope é de erros homéricos no Paraná; afinal, quem acredita em pesquisa eleitoral?

Segundo o Ibope, o governador tucano Beto Richa será “imbatível” na reeleição com 76%; o senador peemedebista Roberto Requião desconfia dos números do instituto; histórico do Ibope é de erros homéricos no Paraná; afinal, quem acredita em pesquisa eleitoral?

As páginas dos jornais que compõem a Associação dos Diários do Interior (ADI) amanheceram esta quarta-feira (27) com uma pesquisa do Ibope, contratada pela entidade, em que o governo Beto Richa (PSDB) tem 73% de aprovação dos paranaenses e que 76%, segundo a mesma sondagem, votariam na reeleição do tucano. Leia mais