10 de Fevereiro de 2013
por esmael
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A sapecada do dia: Richa e Requião juntos contra a Gazeta do Povo?

O senador Requião, a capa da Gazeta, e o governador Richa. Haverá acordo tácito ou recuos mútuos? Jornal disse, na edição do último dia 7, que produção industrial do Paraná tem o pior desempenho do século" sob o comando do tucano.

O senador Requião, a capa da Gazeta, e o governador Richa. Haverá acordo tácito ou recuos mútuos? Jornal disse, na edição do último dia 7, que produção industrial do Paraná tem o pior desempenho do século” sob o comando do tucano.

Na quinta-feira passada, o governador Beto Richa (PSDB) abriu guerra contra o jornal Gazeta do Povo (relembre clicando aqui). A pergunta que não quer calar é: o tucano se unirá ao senador Roberto Requião (PMDB), contumaz crítico da publicação? Ou vai amarelar? Leia mais

10 de Fevereiro de 2013
por esmael
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Henrique Alves anuncia degola de Genoino e mais três

do Brasil 247

Política talvez seja a arte da traição. E um exemplo claro está prestes a se consumar. Até poucos dias atrás, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que dependia dos votos do PT e dos partidos da base aliada para se eleger presidente da Câmara dos Deputados, dizia que a prerrogativa de cassar ou não deputados é do Poder Legislativo, conforme reza o artigo 55 da Constituição Federal !“ e não do Poder Judiciário.

Suas declarações eram tratadas como o prenúncio de uma eventual desobediência ao Supremo Tribunal Federal, que determinou a perda imediata dos mandatos de quatro deputados condenados na Ação Penal 470: José Genoino (PT-SP), João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-PR).

Na semana passada, no entanto, Henrique Eduardo Alves visitou o presidente do Supremo Tribunal Federal e começou a ajustar o seu discurso. Disse que aqueles que apostavam no conflito institucional entre Legislativo e Judiciário poderiam “tirar o cavalinho da chuva”. Esse discurso ambíguo, ora para um lado, ora para outro, gerou a interpretação de que Henrique Alves estaria tentando ganhar tempo, permitindo que, sem conflitos com o STF, os deputados concluíssem seus mandatos.

Não é bem assim. No artigo “Avançar, com respeito e harmonia”, que será publicado na Folha deste domingo, Henrique Eduardo Alves anuncia sua decisão de mandar para a forca os quatro deputados !“ e, aparentemente, de forma expedita, conforme pedia, hoje, o jornal da família Frias, em editorial.

“No que diz respeito à  perda de mandato parlamentar por condenação pela Corte Suprema, cabe à  Câmara, nos termos constitucionais, finalizar o processo de perda de mandato, processando a liturgia de declarar a vacância do cargo e convocar o suplente”, diz Henrique Eduardo Alves, sem dar margem a interpretações ambíguas. “Tenho por dever fazer bem o que tem de ser feito”, conclui.

Portanto, os quatro deputados condenados podem começar a preparar suas gavetas. E os suplentes devem