Professores paranaenses contratados em regime PSS pedem socorro contra possível calote nas férias

Protesto de professores ocorrido em abril. Foto: Giuliano Gomes.

Protesto de professores ocorrido em abril. Foto: Giuliano Gomes.

O clima é tenso entre educadores paranaenses. A notícia de que o governo de Beto Richa (PSDB) prepara um calote no 1/3 de férias da categoria espalhou como se fosse um rastilho de pólvora. A Secretaria de Estado da Educação (SEED), 72 horas depois das primeiras desconfianças, ainda não se pronunciou sobre a questão. A mudez do gestor educacional contribui para a angústia dos profissionais e fortifica as incertezas na área (relembre clicando aqui).

Professores relataram no último sábado (26) que os contracheques consultados na internet não registraram previamente o 1/3 das férias, como de costume. Informalmente (leia aqui), falou-se em erro de digitação e que o problema seria resolvido até domingo (27).

Ontem (28), o blog registrou que educadores do QPM (Quadro Próprio do Magistério) ainda estavam sem o lançamento do terço no holerite (leia sobre isso clicando aqui). Eles também foram à  agência bancária retirar extrato, que também não prevê pagamento até amanhã (30).

No meio dessa confusão toda há também os professores contratados em regime PSS (Processo Seletivo Simplificado). Estima-se que são 30 mil nessa modalidade que atendem escolas em todo o Paraná. Segundo relato deles, nesta terça-feira (29), até o exato momento nenhum PSS conseguiu visualizar o contracheque!.

Isso é uma falta de respeito com a categoria, visto que [quase] todos os QPMs já visualizaram. Não podemos ser tratados com tanta indiferença só porque não somos concursados, desempenhamos o nosso trabalho com a mesma responsabilidade e seriedade!, reclama a professora Daniela Gomes, de Londrina.

Os professores PSS se comunicam nas redes sociais por meio de um perfil no Facebook (clique aqui para acessar).

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