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Confirmado: conta de luz cairá mais que o anunciado; e agora tucanos?

A presidente Dilma Rousseff vai anunciar hoje à  noite, em pronunciamento em rede nacional, que a redução no preço da energia para os consumidores brasileiros deve ser de até 18% para as residências e de até 32% para as indústrias, confirma o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino. Os valores são maiores do que o anunciado pela própria presidente em setembro.

A presidente Dilma Rousseff vai anunciar hoje à  noite, em pronunciamento em rede nacional, que a redução no preço da energia para os consumidores brasileiros deve ser de até 18% para as residências e de até 32% para as indústrias, confirma o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino. Os valores são maiores do que o anunciado pela própria presidente em setembro.

A presidenta Dilma Rousseff deve anunciar hoje (23) à  noite, em pronunciamento em rede nacional, que a redução no preço da energia para os consumidores brasileiros deve ser de até 18% para as residências e de até 32% para as indústrias. A informação é do diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, que chegou para reunião no Ministério de Minas e Energia.

Em setembro do ano passado, também em pronunciamento à  nação, a presidenta havia anunciado uma redução de 16,2% para os consumidores residenciais e 28% para as indústrias. As novas tarifas começam a valer no dia 5 de fevereiro.

Segundo Rufino, o corte maior no preço da energia será possível por causa de um aumento do aporte de recursos do Tesouro Nacional. O Ministério da Fazenda já tinha anunciado que o Tesouro Nacional gastará de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões adicionais para assegurar a redução nas tarifas de energia.

Amanhã (24), a Aneel irá fazer uma reunião extraordinária para revisar as tarifas de distribuição, que serão aplicadas a partir do mês que vem.

Nos últimos meses, Dilma sofreu forte oposição dos governadores do PSDB !” Antonio Anastásia (MG), Geraldo Alckmin (SP) e Beto Richa (PR) !” que se recusaram a aderir ao pacto pela redução da tarifa de energia. A pergunta que fica é a seguinte: e agora tucanos?

Com informações da Agência Brasil, via Brasil 247.

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