22 de janeiro de 2013
por esmael
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Fruet planeja conceder, até maio, 33% de hora-atividade a professores, diz Sindicato

* Educadores da rede estadual cruzam os braços em março

A diretoria do Sindicato dos Servidores do Magistério de Curitiba (Sismmac) se reuniu nesta terça-feira (22) com a secretária Municipal da Educação, Roberlayne Roballo, com o objetivo de discutir um novo Plano de Carreiras e a implantação de 33% da hora-atividade aos educadores curitibanos.

Segundo o Sismmac, conforme resultado da reunião, o objetivo da administração do prefeito Gustavo Fruet (PDT) é alcançar os 33,33%, no máximo, até maio de 2013, aliando o calendário de implementação com a capacitação dos professores contratados. Esse seria o tempo necessário para apresentar a proposta de implementação nas escolas, levantar o número de professores necessários e efetuar as contratações e a capacitação.

A mesma sorte não tem os educadores da rede estadual que cruzam os braços em março devido a sucessivos descumprimentos de acordos pelo governador Beto Richa (PSDB). A pauta dos educadores das 2,1 mil escolas paranaenses é basicamente a mesma dos das curitibanas: os 33,33% da hora-atividade.

Richa prometeu na campanha de 2010 implantar as 33% da hora-atividade aos professores, como prevê a Lei Nacional do Piso, aprovada em 2008.

A Lei do Piso, que é descumprida pelo governo do Paraná, prevê a destinação de um terço do tempo para o preparo das aulas, dedicação a cursos e reuniões pedagógicas, dentre outras atividades extraclasse.

A proposta da prefeitura de Curitiba, entretanto, ainda não contempla as profissionais do magistério que atuam nos CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil). A direção do SISMMAC cobrou que seja apresentado um prazo e cronograma de implementação para que esse direito seja assegurado também as professoras e professores da educação infantil como forma de respeitar a isonomia entre o conjunto da categoria.

O Sindicato também questionou se, caso a categoria aceite o prazo e o modelo de ampliação da hora-atividade apresentados pela prefeitura, a implementação será feita com garantia de respeito a todos os direitos do magistério, como a manutenção das corregent Leia mais

22 de janeiro de 2013
por esmael
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PSDB e DEM tentam barrar R$ 42 bi para o PAC

da Agência Brasil, via Brasil 247

O PSDB e o DEM entraram hoje (22) com ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Medida Provisória (MP) 598/12. A MP abre crédito extraordinário no valor líquido de R$ 42,5 bilhões em favor de órgãos federais e empresas estatais e garante recursos para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), contornando o atraso na aprovação do Orçamento da União para 2013.

“à‰ uma invasão à s prerrogativas do Congresso Nacional que vem sendo praticada pelo Executivo, e essa trena para poder medir o limite de cada Poder está muito bem definido pela Constituição brasileira. O que ocorreu foi nada mais do que uma nova maquiagem do governo Dilma. Essa medida provisória tem por objetivo maquiar o PIB do primeiro trimestre”, criticou o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO).”

A MP foi editada porque, sem acordo para analisar os vetos da presidente Dilma à  Lei dos Royalties, o Congresso deixou para a volta do recesso, em fevereiro, a votação do Orçamento da União de 2013. Ainda segundo Caiado, o governo não será prejudicado pela não votação do orçamento de 2013, já que, até que isso aconteça, pode manter o custeio com 1/12 (um doze avos) do valor total da peça orçamentária. Além disso, segundo o deputado, há mais R$ 178 bilhões em restos a pagar.

Em 2008, o STF considerou ilegal a edição de créditos suplementares ao Orçamento Geral da União por meio de medida provisória, só cabendo por meio de projeto de lei. Mesmo assim, em 27 de dezembro do ano passado, quando a MP 598 foi editada, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, lembrou que Leia mais

22 de janeiro de 2013
por esmael
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Pesquisa prevê direita mais forte em Israel

por Guila Flint, de Tel Aviv, para a BBC Brasil

De acordo com as últimas estimativas, nesta terça-feira os israelenses deverão eleger um Parlamento cuja composição levará à  formação de uma coalizão ainda mais voltada para a direita do que a atual e com menos disposição para fazer qualquer concessão que possibilite um acordo de paz.

As pesquisas de opinião indicam que o partido Likud-Beiteinu, do atual primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, deverá obter o maior número de votos e chefiar a próxima coalizão governamental.

Com expectativas de 34-37 cadeiras (entre 120) no Parlamento, o Likud-Beiteinu, que constitui uma junção do partido governista Likud com o Israel Beiteinu, liderado pelo ex-chanceler Avigdor Lieberman, deverá fazer acordos de coalizão com outros partidos considerados seus “aliados naturais” !“ o religioso-nacionalista Habait Hayehudi (O Lar Judaico) e os ultraortodoxos Shas e Yahadut Hatorah.

Esses partidos deverão formar um bloco de direita, extrema-direita e partidos religiosos, que poderá obter 67-70 cadeiras no Parlamento. Tal resultado não representaria um aumento dramático em relação ao número de assentos que a coalizão tem hoje – 65. Mas além desse aumento quantitativo, também é esperada uma mudança qualitativa pois dentro do bloco governista se nota um fortalecimento da extrema-direita.

O Lar Judaico, por exemplo, deverá dobrar sua força política, de 7 para pelo menos 14 cadeiras no próximo Parlamento, segundo as pesquisas. No Likud, os liberais, como o ex-ministro Dan Meridor, perderam as prévias para candidatos de extrema-direita que apoiam a anexação de parte da Cisjordânia, como Danny Danon e Tzipi Hotobeli.

Para “equilibrar” o governo e ampliar sua base de apoio no Parlamento, Netanyahu poderá convidar o partido de Leia mais

22 de janeiro de 2013
por esmael
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Prefeito interino de Colombo (PR) é o mais nepotista do país

tetas_colomboO prefeito interino de Colombo, José Renato Strapasson (PTB), o Pelé, está sendo apontado como o maior nepotista do país. O município fica na região metropolitana de Curitiba e é oitavo maior colégio eleitoral do Paraná. Os principais e a maioria dos vistosos cargos em comissão (de livre nomeação) foram distribuídos entre apenas três sobrenomes: Strapasson, Pavin e Tosin. ... 

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22 de janeiro de 2013
por esmael
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Burgueses, vizinhos de Richa, reclamam da falta de segurança em Caiobá

praia_mansaA burguesia está com medo. O colunista social Reinaldo Bessa, do jornal Gazeta do Povo, na edição desta terça-feira (22), registra que a Praia Mansa, em Caiobá, foi palco de um assalto e de um esfaqueamento na madrugada de sábado para domingo. O governador Beto Richa (PSDB) e outros famosos endinheirados têm casas e apartamentos luxuosos no local. ... 

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22 de janeiro de 2013
por esmael
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Jornais brasileiros são progressistas… nos EUA

do Brasil 247

Programas de inclusão social como o estabelecimento de cotas raciais para acesso ao ensino superior e ocupação do mercado de trabalho, ações de garantia de renda mínima como o bolsa família e iniciativas para a compreensão sobre a diversidade sexual e a integração de imigrantes à  sociedade brasileira não são, exatamente, assuntos pelos quais a mídia de papel representada por jornais como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo morra de amores. Ao contrário. Praticamente todos os dias, o que se pode ler nas páginas desses jornais são ataques a programas como o ProUni, disparos em série contra o que é visto como assistencialismo representado pelas ações de concessão de renda como o Bolsa Família e uma cobertura bastante discreta, e pitoresca, sobre os direitos das minorias, entre as quais os gays e os imigrantes.

Na boca do presidente Barack Obama, no entanto, temas como esses ganharam status de bandeiras do melhor do progressismo de uma sociedade moderna. Dando grande destaque para os trechos do discurso feito ontem, em Washington D.C., pelo presidente americano durante a cerimônia de sua segunda posse no cargo, os três jornais coincidiram em elevar as promessas de redução das diferenças sociais feitas por Obama. Igualdade foi a palavra chave. Coberto de elogios, o discurso teve destaques nos trechos em que o presidente frisou a necessidade da redução das diferenças na sociedade americana.

No dia a dia da cobertura da cena brasileira, o trio de ferro da mídia de papel tem uma postura bastante diferente da mostrada hoje. Apesar da extensão e dos efeitos objetivos de programas sociais federais como o Bolsa Família e o ProUni, para ficar em dois exemplos, o que mais se mostra, aqui, são aspectos negativos dessas iniciativas. Muitas vezes eles são apontados como fatores de distorção, e não de equalização, do quadro social. Pode-se, também, enxergar Leia mais