“O primeiro e o segundo escalão vou mudar tudo”, avisa Gustavo Fruet

Não haverá cobranças do PT!, diz prefeito eleito de Curitiba

do Brasil 247

Prefeito eleito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT) declara, em entrevista ao jornal Valor Econômico, que sempre deixou claro aos petistas que “foi uma aliança local”; ele não acredita que será cobrado por ter recebido apoio direto da ministra Gleisi Hoffmann; sobre ela, pensa que será “muito forte” caso se candidate ao governo em 2014.

Numa entrevista concedida ao jornal Valor Econômico, publicada na edição desta sexta-feira 7 (leia a íntegra na versão para assinantes), o prefeito eleito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), conversa sobre seu pai, sobre os próximos desafios para a capital paranaense e bastante sobre política, especialmente no âmbito nacional.

Fruet acredita que, pelo fato de ter recebido apoio do PT durante sua campanha, mais diretamente da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, “não haverá cobranças” do partido. Sobre o PSDB, imagina que o maior desafio da sigla hoje é conseguir unificar lideranças. Segundo o pedetista, se Aécio Neves (pré-candidato tucano à  Presidência da República) não cativar São Paulo, “não tem futuro”.

Leia abaixo alguns trechos da conversa com a repórter Marli Lima:

O que aconteceu desde a eleição e como está a transição?

Indiquei o professor de economia Fábio Scatolin para coordenar isso e ele será secretário. Pronto. à‰ o primeiro secretário que eu anuncio. Não está definido ainda, mas ele deve ir para o Planejamento. Há também um grupo de cinco pessoas coordenando projetos e captação de recursos.

E como está seu relacionamento com o prefeito Luciano Ducci (PSB)?

Estive com ele uma vez e a conversa durou uma hora e meia. Serviu para desarmar o grau de tensão que surgiu na eleição. Pela primeira vez na minha vida a campanha chegou num grau de desqualificação enorme e não nos cumprimentávamos nos debates.

Sobre o que o senhor conversou com Ducci?

Foi uma conversa boa, falamos sobre metrô e esclarecemos alguns pontos. Tivemos liberdade de diálogo e até pedi a opinião dele sobre alguns temas, como a relação com o governo do Estado e com a Câmara de Vereadores. Também entreguei uma solicitação com 18 itens. Na posse, vou pedir compreensão à  população de Curitiba. O primeiro ano não vai ser fácil. Vou pedir pelo menos 100 dias para apresentar um diagnóstico. Estamos procurando avaliar quais são os restos a pagar, quais obras estão sendo suspensas e quais empenhos não estão sendo realizados.

à‰ comum falar de problemas logo após a posse. Em Curitiba vai ser assim?

Curitiba em relação a outras capitais tem uma situação melhor. Mas em relação à  sua história, acho que a situação não é confortável. Não estou falando em crise, mas vou precisar de informações sobre obras do PAC e sobre os recursos para o metrô. Houve um anúncio de investimento de R$ 2,2 bilhões para o metrô, sendo R$ 1 bilhão do governo federal e o restante do governo do Estado, prefeitura e financiamentos. Do governo do Estado só temos um ofício do secretário do Planejamento para o Ippuc [Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba]. Estou pedindo o projeto executivo, para fazer avaliação, e preciso saber quais as garantias existentes com relação aos recursos, além da avaliação econômico-financeira do projeto. Não pedi adiamento, mas preciso de esclarecimentos.

E quais serão suas primeiras medidas?

Não é uma corrida de curto prazo. à‰ maratona de quatro anos. Há uma expectativa de ter medida de impacto no primeiro dia, mas isso não se sustenta. Vou anunciar algumas coisas no dia 2 de janeiro. No dia 1!º é a posse, eu vou de bicicleta da Câmara para a prefeitura, para passar a imagem de sustentabilidade, da necessidade de investir em novos modais de transporte. Também quero andar de vez em quando de táxi, de ônibus e voltar a caminhar. Não é demagogia, não vamos mudar o hábito da população, é algo simbólico. Mas se a prefeitura atuar de forma constante, crescente, determinada, isso tem um fator de indução e de incentivo, pra mostrar ao usuário de carro que há alternativas.

O senhor vai mantém alguém da equipe que está lá?

O primeiro e o segundo escalão vou mudar tudo. E não é caça à s bruxas. à‰ uma eleição de mudança. No máximo vou aproveitar funções da estrutura da prefeitura. Há pessoas qualificadas, mas quero dar uma virada em muitas secretarias. Está na hora de dar uma mexida.

Há pressão de partidos políticos?

Não haverá distribuição de cargos por acordo eleitoral ou partidário. Não vou cumprir cotas. Quero pessoas qualificadas. Da forma como foi construída a campanha, meu custo político ficou menor que de outros candidatos. Pressão eu não estou tendo. Há expectativas individuais, mas vão ter de entender que mudou a política. O grau de exigência é muito maior.

E sobre 2014, o que já está definido?

à‰ um erro avaliar 2014 com base na eleição atual. Há dois anos, quem poderia acreditar que o governador [Beto Richa, do PSDB] não iria eleger prefeitos nas maiores cidades do Paraná? Falo isso não por demérito ao governador, até porque não desprezo a capacidade de recuperação do governo. Sei que é inevitável evitar a especulação sobre 2014. Então vamos a ela. Que cenário que se vislumbra? Polarizou entre Gleisi [Hoffmann, ministra da Casa Civil, do PT] e Beto. Agora, qualquer decisão passa pelo PDT e pelo Osmar Dias [que comanda o partido no Paraná]. Não falei com ele sobre isso, mas é natural que se a Gleisi for candidata a governadora, será muito forte. Mas há prazos legais e políticos.

Mas quando o senhor apoiou o governador, no passado, imaginava que ele iria retribuir o apoio, não é?

Seria algo natural, mas eu nunca cobrei apoio de ninguém. Nunca exigi ser candidato a prefeito pelo PSDB. Meu rompimento não foi por causa disso. Foi uma sucessão de fatos, que culminou com o veto para eu assumir a presidência provisória do partido na capital. Essa eleição mostrou que não se constrói ou se descontrói uma identidade só na campanha. Apesar do massacre, da campanha covarde que foi feita contra mim, não houve aumento na rejeição. Há uma rede silenciosa que vai se formando, todo dia um pouquinho. à‰ natural da minha parte esse alinhamento, mas há momentos para essa decisão e não há motivo para precipitação. A própria Gleisi reconhece isso e vai decidir como encaminhar esse projeto.

O senhor falou em Beto e Gleisi. Não acredita na candidatura do ex-governador Roberto Requião (PMDB)?

Não, e não é por desprezo ou desrespeito à  liderança dele. Acho que ele vai tentar viabilizar a candidatura, mas essa eleição mostrou uma mudança de ciclo na política do Paraná.

E como o senhor avalia o PSDB hoje?

Vou avaliar, mas com cuidado, de alguém que respeita a história e a direção nacional do partido. Eu liguei para o Sérgio Guerra depois da eleição e visitei a liderança do PSDB na Câmara. Fiz isso com o PDT também. Sempre disse que temos de ter um contraponto na democracia. Vivemos um PSDB x PT muito forte, entre FHC e Lula [os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, e Luiz Inácio Lula da Silva, do PT], e a política nacional ficou muito dependente da disputa do PSDB e do PT de São Paulo. Isso prejudicou a formação do partido no Congresso e no Estado. Pela primeira vez na história recente a oposição não tem número para convocar uma CPI. Isso não é bom. Há uma tendência de se gravitar a política em torno do poder. Eu sempre fiz o caminho inverso. O desafio do PSDB hoje é conseguir unificar algumas lideranças e o Aécio não tem futuro se não cativar o PSDB de São Paulo. O partido precisa ter clareza de seu projeto. Será um erro buscar só no desgaste do governo, o que acho pouco provável. Só se vier uma crise econômica muito grande, porque só a crise política mostrou que não é decisiva na eleição. Não adianta apenas reagir à  agenda negativa. E há movimentos que vamos ter de aguardar. Ver como vai se comportar o PSB e outros partidos da base do governo. O PSDB não vai crescer se apostar só na crise política ou na pesca de aliados que saem do governo. E o partido deixou de renovar a liderança de seu quadro. Hoje podemos contar na mão líderes que possam ter um projeto nacional. O PSDB está na dependência do Aécio.

E o PMDB?

O PMDB tem história bonita, mas dificilmente deixará de compor com o governo na Vice-Presidência. à‰ outro partido que não renovou seus quadros nacionalmente. Quais são seus nomes?

Olhando o PSDB e o PMDB, o senhor considera que fez o certo ao sair dos dois partidos?

Isso é um aprendizado. à‰ questão local. Falta sintonia entre a política nacional e a local. Fiquei dois anos em Curitiba. Voltei duas vezes a Brasília, uma após a eleição. A gente é reeducado no processo local. A eleição local é pragmática, não é ideológica e doutrinária. Tem cada vez mais eleitor de opinião para temas locais. à‰ evidente que há eleitor acompanhando o mensalão, mas ele quer saber o que vai ser feito em saúde, segurança e com o buraco que tem na frente de casa.

E o PT, pode agora cobrar o alguma coisa do senhor por tê-lo ajudado na eleição?

Não haverá cobranças do PT. Sempre deixei claro que foi uma aliança local. Eu não mudei. Fui o único deputado que participou diretamente de quatro casos de perda de mandato [André Luiz, Roberto Jefferson, José Dirceu e Pedro Corrêa].

Falando ainda em política nacional, como vê o PDT na base do governo?

Eu marquei a política nacional, mas recomecei. Quase fui para o Senado, mas acho que algumas pessoas do PSDB não queriam que eu fosse para lá. Eu respeitei o resultado. Me perguntaram o que eu ia fazer. Respondi que ia casar e casei. Foi um recomeço. Fiquei 12 anos discutindo temas nacionais, mas me dediquei nos últimos dois a temas locais. Não podem esperar que eu tenha o mesmo comportamento. Não sou parlamentar agora.

E como vai ser o relacionamento com o governo estadual?

Pedi audiência com o governador, mas ele viajou logo depois da eleição e dependo da agenda dele pra tratar da questão de subsídio na tarifa do transporte metropolitano, investimentos em segurança e o PAC da Copa. Tenho dito que ou temos maturidade para uma relação civilizada ou seremos irresponsáveis. A campanha foi dura, o debate foi duro, mas temos de ter capacidade de pensar maior agora. E se o Beto na prefeitura sobreviveu na relação com o Requião, comigo vai ser fácil.

28 Comentários

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  1. Realmente o prefeito eleito vai ter muito trabalho em separar o trigo do joio. O nível técnico dos funcionários públicos municipais é alto, dos funcionários que ralmente trabalham e mantém a prefeitura funcionando, sem levar em conta se existe secretário ou não. Está na hora de fazer uma limpa, acabar com os feudos municipais, onde os comissionados que são chefes de si mesmo, não trabalham e ganham muito bem, pois afinal de contas foram indicados por pesssoas influentes e isto basta, para que competência o padrinho é que interessa. Demitir os comissionados profissionais em puxar o saco, aqueles diretores que não se aposentam jamais, que passam de uma secretaria para outra, e que fazem parte de varios conselhos. E valorizar os funcionários que realmente trabalham e estão esquecidos, mofando. Se ele fizer um trabalho sério de ínicio a guilhotina vai ficar com o fio cego em pouco tempo.

  2. E na educação? As mesmas carinhas de sempre! Pessoal da SEED gritando pela janela do busão: Aí professorada tamo voltando! E os que perderam com o Ducci, não choraram mais que uma noite, nos dias que sucederam a eleição receberam o convite para ocupar os postos daqueles que retornarão à prefeitura. Na SME vão apresentar, anotem aí, não mais que cinco ou seis nomes novos no primeiro escalão e o resto permanecerá tudo igual. Dizem que por lá já estão ensaiando a musiquinha de boas vindas, aliás, de bom retorno a irmã do próximo prefeito, com direito a um poeminha no final.

  3. Caro Marcio! vc falou, falou e ninguem entendeu patavinas do que vc queria falar, traduza por favor.

  4. Faísca e fumaça
    Sou filiado ao PPS e gostaria que você me diga quando, onde ou com quem o Rubens Bueno falou que quer a URBS ou alguma coisa pra Renata Bueno.
    Você pode não gostar do Bueno mas ele e um deputado combativo e honesto e não tem o rabo preso. Isso deve te incomodar.

  5. Ele teve o Pt aliado e tem Gleise , mas tem que passar pelo Beto. Vai ter pressão de partido Pt que apoiou sim, senão não é política, Só que não pode repetir a montuosidade de indicados sem técnica para alto escalões . O primeiro ano de troca vai ser conflitoso, devagar , tem que terminar coisas antigas e até pega no tranco mais 1 ano , o que bate de frente com as 30000 promessas de campanha. Mas é hora de vigiarmos a administração e exercer a cidadania, direito e dever nosso ! Outra o Beto não engoliu bem, ja ta tirando do povo o apoio a passagem , vai ter conflito sim. É hora do Gustavo tomar uma postura brava de luta pelo povo, ele tem que brigar , o povo ta numa nova fase , como ele diz, mas muito papo e gentileza não vai funcionar. Curitiba ta atrasada uns 8 anos em tudo, Cultura (nada de investimento nem aumento de verba ) , transporte é de humilhar o cidadão pagador de impostos em certas linhas. Violência é o resultado da falta de Educação , cultura e distribuição de renda. Polícia Municipal tem que cuidar da população. Tem que baixar a postura política de receber crítica de setores e fechar a porta pra este ou aquele, isso é velho . Velocidade e agilidade !

  6. Parabens Gustavo Fruet pelas palavras sabias e postura correta, nesta campanha teve um papel importante, o PDT de Picler, o Pv de Roseane, Acioly, Aladim, Salamuni, PT de Gleisi e Miriam mesmo um time dividido mais entre seus pares unidos, cada um no seu papel e com seu staf seja ele com maior ou menor expressão, visto que partidos com grandes caciques não ganha eleição e 2012 foi uma prova, estiveram participações especiais também´, vereador Torquato, Caique ferrante, do time adversário e que aderiram desde o inicio a campanha, Gerson Guelmam e seu time e mais o time do Gustavo que já faziam parte em outras epocas, e cabos eleitorais de partido que não estavam na coligação entraram e acabaram uns fazendo um bom trabalho e outros trocando as mãos pelos pés e mais atrapalharam do que ajudaram, minha gente da para contar nos dedos quem deste time participou realmente na campanha no primeiro turno, precaulsos, algumas brigas, mais no geral cada um fez o seu papel, em relação a partido não podemos destacar empenho absoluto de membros partidário de nenhum partido pois não sabiam em que time jogavam so ficaram com o Gustavo os bravos guerreiros e o Prefeito sabe muito bem quem são, então não pode existir pressão nehuma pois o time do primeiro turno tem que levantar o trofeu com o Gustavo e participar do governo, pois foi aqueles que sobriviveram e sofreram desde aquele motorista o tecnico, o com formação superior, o PHD, o com superio imcompleto o de segundo grau completo ou imcompleto mais e este time que sofreu chorou muitas das vezes com a espôsa do Gustavo que levou na cara, que apanhou, que quase foram presos, e ficaram firmes, aquele que se debrusou em pesquisas pagando fortuna e sofrendo para que o TRE fosse imparcial e divulgacsse as pesquisas para confrontar com os grandes institutos foi uma grande vitoria do data Picler, outros debrusaram nas regionais e o caso dos valentes gurreiros que la estiveram no comando do magnifico Vilmar Machado que ninguem dava uma moeda furada por ele e o mesmo demonstrou muitas das vezes abatido como e que se comanda uma tropa vitoriosa, sem recurso e tendo que contar moedas para que o animo do pessoal se mantece firme, Gerson Guelmam taxado como ultrapassado trouxe sua turma como Augusto Canto Neto e mostram por que vieram, Cassian um velho guerreiro quer sem verba conseguiu por milagre manter os compromissos e fazer os materiais de campanha, Garmater papel fundamental nesta vitoria, Ricardo Masc Donald este dispensa comentarios pois desde a epoca de Requião e Mauricio Fruet ja demostrava o que e ser vencedor em campanhas dificies a de 1985 contra Jaime Lerner em que Requião saiu com 5% das intenções de voto para Prefeito e levou a eleição, Ricardo ali ja demostrava seu estilo de dar aulas politicas e como sair do estagio de incertezas para a certeza de ser um campeão, e o mestre que muita gente chama de mador imaturo mais demostrou uma total lucidez politica com seu pequeno grupo consegui desenvolver um quadro favoravel para Gustavo desde que assumiu a chapa de vereadores e contra a vontade de seu partido conseguiu fazer o chamado chapão foi linchado, mal falado e como cordeiro no matadouro ouviu tudo calado e desde o momento que seu partido uma boa parte posso ate dizer que 90% abandonaram a campanha ficando so os pequenos guerreiros com ele fazendo o papel de abafa tudo e vamos lutar com as armas que derama eles humildemente abaixaram a cabeça e se deram o luxo de servir de garçon a tudo e a todos e ali estavam como bons serviçais fazendo o que todos mandavam sem esboçar uma palavra mais com a certeza de que chegariam a vitoria com Gustavo Fruet, esta analise e verdadeira e todos que ali estavam são provas destes acontecimentos, quanto aos aderentes do segundo turno com pesquisa na mão pós o pessoal mesmo antes da população saber o resultado das enquetes eles ja recebem em primeira mão ai ficou facil, mais não podemos condena-los pois com a participação de todos foi mais facil colocar a mão na taça, teve alguns que já de primeira mão ali estvam ja no primeiro dia após o anuncio da passagem para o segundo turno,e a colaboração especial da população e lideranças sindicais de bairrros que estas mesmo a parte que estavam no time adversário sempre estarão de parabéns que são elas que fazem a verdadeira democracia, pois seja quem for o vencedor são o povo que manifestaram seu desejo e que são os verdadeiros campeões. Eu posso fazer esta analise por que sou um jornalista e sempre estive em todos os locais observando tudo de perto e em tempo real.

  7. E na educação? O grupo que lá está só foram remanejados de função por Ducci e poucos vieram acrescentar pois sua maioria é o mesmo pessoal que foi composto pela sua irmã (ex e provável secretária ). E aí vai repetir a dose ? Acredito em sua coragem para mudar Fruet e manter lisura e ética que sempre apregoou na questão sobre o nepotismo, esperamos que voce faça o que prometeu.

  8. Limpeza de verdade só se fosse o Greca, com Requião dando os pitacos…

  9. E o Zé Dirceu vai ter cargo indicado pela TEzada

  10. Tropela tudo!!!!!!

  11. Rogério Galindo (Gazeta do Povo) veio descascando o coitado do Gustavo Fruet, dizendo-o indeciso, sem real plano de governo… basta verificarem o último podcast (ou videoblog) na página principal do site da Gazeta, na parte final…

    Alguém pode me explicar a postura da Gazeta se nem começou ainda o mandato do homem?

  12. Como dizia o saudoso narrador Lombardi Junior: “…estremece esse gigante de concreto armado…”” Ao reafirmar o seu compromisso de mudança dizendo que não vai restar ninguém da administração atual, faz com que “as ratazanas” do centro cívico, os comissionados profissionais, pessoas administrativas, sem qualificações, que sobrevivem as custas do puxasaquismo estão “tremulando” pelo que há de vir em 2013. Seja feliz Gustavo Fruet com seus ideais, pois o bom funcionalismo público, aquele que trabalha de verdade e leva a prefeitura nas costas, estarão sempre ao seu lado.

  13. Preciso saber quando fica pronta a ARENA ???

  14. Esperamos que haja mudança mesmo, que muitos da era DUCCI e outros politicos da mesma linhagem não continuem senão o povo que votou no Fruet vai ficar muito decepcionado. Coragem para mudar Fruet esperamos que voce faça o que prometeu.

  15. Uma coisa fica evidente na fala de Fruet, que é a maturidade do pensamento político demonstrada em suas respostas. Essa consciência política é muito importante para o futuro da cidade. Chega de falácias, falta de comprometimento e, principalmente, de políticos de ocasião. Quem sabe, Curitiba terá a oportunidade de ter um prefeito político por vocação, ciente das responsabilidades de suas ações perante a história de uma cidade progressista, evolucionista, que sempre esteve à frente em matéria de gestão pública. Jaime Lerner – Prefeito e não Governador – talvez tenha demonstrado sabedoria quando disse: Quem ama curitiba vota Gustavo Fruet! Boa sorte a Curitiba!

  16. Isso mesmo Gustavo tira esse bando de puxa saco que está há anos na prefeitura.
    A população já deu o recado: MUDANÇA!

  17. Parabens Sr. Gustavo Fruit – Prefeito de Curitiba
    Votei no senhor justamente visando mudanças.
    Mudanças mesmo !!
    E que seje para melhor.

  18. Boa tarde,ouvi falar que o Fernando guedes e toda turma dele,vai continuar nos cargos,espero que o Fruet realmente mude todos os cargos comissionados.principalmente nas regionais.

  19. Parabenz Gustavo é por isto que acredito em você.

  20. AÍ É BONITO.

  21. Boa noticia! Tem que mudar tudo, mesmo! tem uns nomes comentados que estão sempre na “bocada”. Entra governo sai governo e os carinhas sempre lá! Chegam quietinhos e quietinhos ficam e quando se percebe lá estão eles! Não é fácil! Provavelmente terão que procurar algo para fazer pois pelo andar da carruagem e declarações do prefeito eleito vem grandes mudanças por aí até porque o povo votou na perspectiva de MUDANÇAS! Muda Fruet! Chega dos mesmos

    • Nossa… fiquei sabendo que o Gustavo que representa o novo vai desarquivar o velho Scalco que representa os empreiteiros do PSDB, até parece o Beto que desarquivou o Cassio… que novo que nada!!!!!

  22. Realmente são belas palavras e parafrases do nosso Prefeito Fruet. Só que duvido que não esteja havendo cobranças por cargos. O próprio Rubens “limpinho” Bueno já se manifestou querendo a URBS e mais, um cargo pra filhota “Natinha” Viajandão Bueno. A moçoila vai ficar descaptalizada sem a boquinha na CMC. Então precisa mesmo de uma assessoria bem “gorducha”.
    Sobe também que seu Vanhoni já anda com uma listinha no bolso, dos “miguxos” que vai tentar ajudar com um carguinho pra lá de comissionado. Tomara que seja rádio peão, somente. Como disse um comentarista aqui no blog: Deveriam expurgar da PMC e do meio político paranaense, gente como: Rubens e Renata Bueno, Marcos Isfer, Rossoni, Traiano, Vanhoni, Pizzato, Richa, Taniguchi, Lerner e afins… Esses caras deveriam evaporar feito mágica.

    • pois é isso mesmo faisca!!!
      “Não haverá cobranças do PT”, diz prefeito eleito de Curitiba.
      Muito bem!! Agora,todos nos sabemos q PREFEITURA esta inteirinha loteada e ocupada pelos tucanos do DEMO… URBS,COHAB,AS OITO REGIONAIS,OS POSTOS DE SAÚDE,ICI ,ETC,ETC. Ai fica uma perguntinha???Terá pressão dos TUCANOS DO DEMO, encima do FRUET, no sentido de manter seus carguinhos??
      Como ja se vê na imprensa, os LIMPINHOS , já estao na PRESSÃO!! Querem a URBS!! E o FRUET? Vai atende los?
      CURITIBANOS, FIQUEM DE OLHOS BEM ABERTOS!!! POIS A TUCANADAS DO DEMO/LIMPINHOS. PODEM MUITO BEM, ESTAREM ARMANDO,CONTRA OS CURITIBANOS!!!