Primeira-dama Márcia Fruet fala sobre as redes sociais e a decepção com pesquisas; ouça

Ouça a entrevista (via CBN Curitiba)
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A Jornalista Márcia O. Fruet, futura primeira-dama de Curitiba, defende a utilização das redes sociais para promover a transparência em órgãos públicos.

por Josianne Ritz, via Política em Debate

Em entrevista à  rádio CBN, a primeira-dama Márcia Fruet disse que foi bastante criticada pelos próprios colegas de campanha devido a sua intensa participação nas redes sociais. Conhecida por ser bastante crítica, a primeira dama avalia que conseguiu dar uma amenizada ao longo da campanha.

Era criticada todos os dias. Tinha algumas coisas que eu não conseguia passar em branco!, disse.

Porém, mesmo com as críticas, Márcia diz que não pretende largar o hábito.

Quero continuar usando o Twitter e o Facebook. à‰ uma dos novos conceitos de política que estamos levando para a prefeitura. Queremos mostrar transparência e que primeira-dama também é gente, também trabalha, pode postar uma música no Facebook, pode dizer que fila do mercado tava grande!, exemplificou.

Outra opinião da primeira dama foi sobre os cavaletes, grandes protagonistas da propaganda eleitoral deste ano. Márcia Fruet se declarou contra os cavaletes por dificultarem o trânsito de pessoas. Ela sugeriu que para a próxima eleição seja feito um debate para tirar os cavaletes das ruas.

Ele se mostrou tão nocivo quanto a campanha nos postes nos anos anteriores!, declarou.

Decepção com pesquisas

Em meio a instalação de CPI em Brasília para investigar os erros das pesquisas eleitorais, a primeira-dama eleita Márcia Fruet disse que as pesquisas do primeiro turno, que não colocavam Gustavo Fruet (PDT) no segundo turno trouxeram muitos efeitos negativos.

O efeito mais danoso da pesquisa é o ânimo da militância. A gente até podia não acreditar nos números, mas perdia dois dias para animar de novo a militância!, explicou.

Dentre as sondagens a boca de urna do primeiro turno foi a mais criticada.

Essa pesquisa foi muito cruel conosco. Sorte que não influenciava mais ninguém!, disse Márcia.

Após uma pesquisa de boca de urna que colocava Lucano Ducci (PSB) no segundo turno e não Gustavo, o Ibope chegou a emitir nota falando que não conseguiu registrar o crescimento de Fruet nos últimos dias.

17 Comentários

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  1. gostaria de alguem que possa me ajudar tenho uma cachorra da raça fila esta muito doente e eu n tenho condições para tratar de por favor alguem pode me ajudar n sei mas onde pedir ajuda desde já agradeço

  2. Concordo com muitos que descreveram a nossa primeira-dama como uma pessoa simples, acredito que ainda seja a mesma pessoa simples do inicio de sua carreira profissional que, assim como sua irmã sabe as suas origens e valoriza o bairro de onde veio, o Bairro Alto está bem representado na prefeitura e acredito também que atrás de um grande homem para não falar prefeito existe uma grande mulher como é dito.

    Parabéns ao casal e que esses 4 anos de governo seja de grande sucesso!

  3. MINISTRA GLEISI, TENHO CERTEZA QUE O POVO BRASILEIRO SONHA CO O MODELO DE GOVERNO DA SUECIA, SED A PRES. DILMA COMECASSE A PENSAR NISSO, DAI SIM , ELA NUNCA SAIRIA DA PRESIDENCIA. O NOSSO BRASIL EM TERMOS POLITICOS E UMA VERGONHA.

  4. Secretíssimo, gostei muito do seu comentário e tenho certeza de que se o nosso país adotasse esta prática política que tem na Suécia, muita gente não estaria disputando cargos políticos aqui neste nosso país, que, diga-se de passagem, é uma farra com o dinheiro público

  5. Um país decente como a Suécia deveria servir de exemplo para todos nós.

    Na Suécia, prefeitos e governadores não têm direito a residência oficial. Deputados estaduais e vereadores não recebem sequer salário e também não têm direito a gabinete: trabalham de casa.

    Farras aéreas não costumam fazer parte do noticiário político, já que nenhum deputado tem direito a cota de passagens. Todos os voos devem ser marcados na agência de viagens do Parlamento. Além disso, políticos suecos também não têm impunidade garantida pelo cargo. O país não oferece imunidade a seus políticos.

  6. 29/10/2012 – 03h30
    PT tem de respeitar Supremo, diz Gleisi Hoffmann
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    NATUZA NERY
    ENVIADA ESPECIAL A CURITIBA
    ESTELITA HASS CARAZZAI
    DE CURITIBA

    Vitoriosa com a eleição do ex-tucano Gustavo Fruet (PDT) ao comando de Curitiba, a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) disse em entrevista à Folha que o eleitor soube separar o julgamento do mensalão do processo eleitoral e que é preciso respeitar o resultado da ação no Supremo Tribunal Federal.

    “Nós podemos gostar ou não de como as coisas se dão, mas nós temos de respeitar resultados e instituições.”

    A ministra petista fez um balanço da disputa municipal: “Quem apostou contra o PT se decepcionou”.

    Na capital paranaense, ela e seu marido, o ministro Paulo Bernardo (Comunicações), firmaram uma aliança polêmica, mas conseguiram retornar a Brasília fortalecidos e com o caminho aberto à sucessão ao governo do Estado.

    Guilherme Pupo/Folhapress

    A ministra da Casa Civil diz que a sua eventual candidatura ao governo do Paraná é ‘a pergunta que não quer calar’
    *
    Folha – A sra. é candidata ao governo do Paraná em 2014?
    Gleisi Hoffmann – A pergunta que não quer calar (risos). Olha, meu projeto pessoal não está à frente do meu compromisso com a presidente e com país. Meu foco é o trabalho na Casa Civil. Temos outras pessoas dentro e fora do partido com condições de representar esse projeto no Paraná, como [o ex-senador] Osmar Dias (PDT) e o próprio ministro Paulo Bernardo. A vitória do Gustavo traz a mudança e uma bela oportunidade para o PT mostrar a sua forma de fazer governo.

    Dilma quer que fique na Casa Civil?
    Nunca falou comigo ao contrário. Voltar ao Senado é sempre possível, mas isso também cabe à presidente.

    Vocês reclamaram de erros nas pesquisas locais.
    Respeito as pesquisas e os institutos. Entretanto, alguns acabam tendo resultados muito diferentes da urna, para o bem ou para o mal. Falo também de pesquisas que nos deram muito à frente, mas que estavam erradas. Isso é ruim. Pesquisa, quando traz esses erros tão grandes, acaba sendo usada como instrumento eleitoral e pode intervir na vontade do eleitor. É papel do Congresso e do tribunal eleitoral discutir isso.

    Como?
    Talvez uma forma fosse penalizar os institutos que tenham um erro tão grande. Não temos multa no processo eleitoral para candidatos em desacordo com e lei. Teríamos que pensar, não sei se multa, orientação. Mas tem que ter responsabilização, porque não é sério com o eleitor e com a democracia.

    Doeu apoiar um candidato tão crítico ao PT na época do mensalão?
    Foi mais ou menos o que aconteceu com o Eduardo Paes no Rio de Janeiro. Se deu certo lá e foi possível, por que não seria possível aqui também? Claro que foi difícil, e lá também foi. Mas nós tínhamos um partido com vontade de participar das eleições, organizado, com condições, e não tínhamos uma candidatura viável. Por outro lado, tínhamos um partido aliado, o PDT, que tinha um candidato bem avaliado, com vontade de participar e chances de fazer uma boa disputa no processo eleitoral. Conversamos com esse candidato, ele veio para esse campo político e aceitou fazer essa aliança. Nós conseguimos dar luz ao que nos unia, e não àquilo que nos divergia.

    A senhora chama isso de excesso de pragmatismo?
    Não. Eu chamo isso de compromisso com a cidade e com o país. O que nos move é o futuro, construir as coisas de uma melhor forma para a população. Nós temos essa responsabilidade. E se nós tínhamos a possibilidade de fazer isso e trazer um resultado melhor para a cidade, nós devíamos fazer.

    Olhando para Curitiba e SP, o PT está conseguindo conquistar mais a classe média?
    Acredito que isso se deva muito à presidente Dilma, que fala em criar um país de classe média. É importante ter claro que esse preconceito contra o PT aqui em Curitiba não é uma coisa natural. Ele foi construído. Em Curitiba, quando o [deputado federal Angelo Vanhoni (PT-PR) quase chegou à prefeitura, em 2000, uma das peças publicitárias da campanha mostrava uma lona preta que cobria boa parte da cidade, dizendo que o PT iria invadir todas as áreas de Curitiba, que íamos dividir a casa das pessoas. Criou-se um pavor, e isso foi feito de uma forma sistemática. Neste momento, nós estamos rompendo com essa história curta, mas intensa, de preconceito contra o PT. Estamos iniciando o resgate de nossa credibilidade.

    O Gustavo Fruet em Curitiba foi uma espécie de ponte para o PT chegar numa fatia do eleitorado a que jamais havia chegado?
    O PT sempre participou de disputas aqui no Estado. Tivemos participações em processos eleitorais importantes. O Vanhoni quase foi eleito prefeito de Curitiba. Eu fui eleita senadora em 2010 com uma votação expressiva na cidade. Portanto, já existe uma aproximação do PT com o eleitorado paranaense e curitibano. Então, eu acredito que essa aliança consolida essa aproximação, e vai nos dar oportunidade de mostrar na administração municipal a colaboração do PT para esse processo. Foi uma aliança boa para ambos os lados.

    O Fruet foi rival do PT no passado. Como foi a construção dessa aliança?
    Isso é uma consequência também da aliança que construímos em 2010 com o Osmar Dias (PDT). O Osmar também era de um campo político com o qual, até então, o PT tinha pouca proximidade, que era o agronegócio paranaense. Nós apostamos em ter uma sequência dessa aliança.

    Foi difícil para o PT assimilar essa aliança?
    Muito. Quando fomos fechar a aliança com o Osmar no diretório estadual, houve uma reação muito grande das pessoas. “Como que nós vamos fazer uma aliança com quem representa o agronegócio brasileiro?” Como se isso fosse uma coisa ruim! Isso depois do governo Lula, sendo o agronegócio responsável por 23% do nosso PIB. Então, nós tínhamos, e ainda temos, no partido alguns setores mais resistentes. No Paraná, o PT sempre teve uma história muito forte e muito próxima com o setor do campo. Quando nós fizemos a aliança e tivemos um bom resultado eleitoral, e consolidamos um campo de atuação, isso diminuiu muito. Ao mostrar que isso não comprometia nossa luta, nossa visão, que inclusive é defender o pequeno produtor rural, Nós começamos a ter um diálogo com esse setor, que é importante para o Estado e para o Brasil. Nós temos possibilidade de fazer essas alianças e avançar politicamente.

    A senhora acha que o PT está mudando?
    Eu não diria que o PT está mudando em relação aos seus princípios, à sua luta, mas em relação à sua tática política, sim.

    A adesão do Gustavo Fruet a esse projeto é um sintoma dessa mudança?
    É uma aliança política. Tem uma aliança tática, uma estratégia.

    A senhora acha que o mensalão teve efeito nessas eleições?
    Eu avalio que as pessoas sabem diferenciar muito bem as situações. Uma coisa é o julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal); outra coisa é a decisão do eleitor em razão de quem vai governar sua cidade, seu futuro. Ele avalia quais são as pessoas e alianças políticas que têm maior preparo, maior consistência nas propostas, maior firmeza em coordenar políticas públicas. O eleitor sabe diferenciar.

    Apesar da eleição, o PT está vivendo um de seus piores momentos…
    Já passamos uma fase muito mais difícil. Eu diria que o PT está vivendo uma fase muito boa. Está num governo bem avaliado, que está oferecendo ao povo brasileiro respostas importantes a seus problemas. Mesmo numa crise mundial, o Brasil tem tido resultados importantes na economia, na geração de emprego. E ter uma presidente que é petista com a avaliação que tem, e ter tido um presidente que saiu com a avaliação que saiu.

    Mas, ao mesmo tempo, petistas podem ir para cadeia…
    Primeiro, não sei se é isso que vai acontecer. Não temos o final do julgamento nem a dosimetria de penas. Segundo, isso é uma decisão de um outro poder que não me cabe comentar.

    O PT está preparando crítica ao judiciário e contestações ao julgamento.
    Nós podemos gostar ou não gostar de como as coisas se dão, mas nós temos que respeitar resultados e instituições.

    Vamos ter o modelo de concessão de aeroportos resolvido até o fim do ano?
    Espero que sim. Queremos que a Infraero esteja preparada para gerir aeroportos junto com o setor privado e sua rede própria, e nosso modelo olhará isso.

    O governo está vulnerável com a sequência de apagões?
    Primeiro que não consideramos uma sequência de apagões. É uma situação que pode ocorrer em um modelo complexo como o nosso. Segundo, o Ministério de Minas e Energia está atuando firmemente para dar resposta à população.

    +

  7. ACHEI MEIO ARROGANTE, É BOM VESTIR AS SANDALIAS DA HUMILDADE, VOTEI NO GUSTAVO(FOI UM VOTO CRITICO) ACHO QUE ELE AINDA É UM TUCANINHO QUE TA MUDANDO A PLUMAGEM… SE VAI MUDAR HUMM SÓ O TEMPO VAI DIZER

  8. apersar de todos os acontecementos na politica a comunidade vai ganhar muito.parabens marcia que Deus o ilumine nesta caminhada.

  9. Muito bonita essa primeira dama ainda mais para nosso prefeito que de beleza não tem nada rsrsrs… mas pelo que vi na campanha ela é muito parceira na politica e gosta de fazer politica isso é muito importante para uma primeira dama ativa…

  10. Acabo de pedir que me adicione no seu facebook.

  11. Marcia, estamos de braços abertos na Prefeitura pra vc e o Fruet !

    E não se esqueçam, A VIDA É FEITA DE COISAS SIMPLES E SINCERAS !!!

    Tendo este tipo de atitude, a Administração do seu marido será um sucesso !!!

    Parabéns !!!!!!!

  12. Marcia fruet: Atras de um grande homem à sempre uma grande mulher.Que Deus esteja sempre na frente iluminando vós neste governo.

  13. Fábio Marcondes, que coisa mais sem sentido, “parece” isto uma visão muito simplista de falar de uma pessoa, o que parece é um caminhão cheio de japonês.

  14. Só espero que o poder não lhe suba a cabeça, pq parece ser meio autoritária e arrogante, bem diferente do Gustavo, que conhece a tempo o que é o poder. Com este perfil, poderá prejudicar Fruet no futuro.

  15. Que legal acredito que é a primeira vez que teremos uma Primeira Dama que saiu do Bairro algum historiador de nossa cidade poderia pesquisar.
    Muito legal ver alguem assim normal rsrsr que não precisa tomar agua mineral importada e sabe o que morar no Bairro.
    Valeu a pena nossa Luta

  16. O que eu sei é que Deus escreve certo por linhas tortas mesmo pois se Fruet saisse pelo PSBD, no primeiro turno, com apoio daquela turmarada, certamente agora quem teria sido eleito era o Ratinho Jr. pois o povo queria mudança.

  17. Essa é a Nossa Primeira Dama, de Curitiba e do Bairro Alto, Sucesso nesta nova demanda em sua vida.
    e com toda certeza realizara exelentes trabalhos junto a população Curitibana, tanto ela como o gustavo Fruet frente a Prefeitura.

    todo sucesso nos próximos 4 anos ao casal.