Paranaense Sérgio Kukina é o novo ministro do STJ

Ministro Sérgio Kukina.

O procurador de Justiça do Paraná, Sérgio Kukina, foi nomeado pela presidenta Dilma Rousseff, na noite desta quinta-feira (8), ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na vaga do Ministério Público.

A indicação contou com a chancela da bancada federal paranaense que levou o nome de Kukina ao ministro da Justiça José Eduardo Cardoso.

O governador Beto Richa (PSDB) também enviou ofício à  presidenta Dilma Rousseff manifestando apoio à  indicação do procurador paranaense.

O advogado Juliano Breda, futuro presidente da OAB do Paraná, comemorou a nomeação. Segundo ele, a nomeação do Kukina representa a projeção nacional e a contribuição dos advogados paranaenses ao país.

11 Comentários

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  1. Nunca ouvi falar!

  2. MOTIVO DE ORGULHO PARA O PARANÁ E PRA NÓS PARANAENSES!!!

  3. Trata-se de excelente e justa indicação da Presidente Dilma. Não podemos esquecer de mencionar o empenho importantíssimo do Ministro Félix Fischer e do presidente da Itaipu, Jorge Miguel Samek, nessa indicação. Doravante, o Paraná precisa empenhar-se e envidar todos os esforços na indicação de um paranaense de nascimento para o STF e na criação do TRF no PR!

    • Justamente meu jovem. Você falou, e falou tudo. Inclusive que, para ter um Ministro Paranaense no STF, ANTES ele precisa ocupar cargo de Ministro em algum dos Tribunais Superiores; ou seja: A primeira metade do caminho já será trilhada.

  4. O BETO RICHA APOIOU, HUMMM O ADVOGADO INDICADO ENTÃO CORREU UM GRANDE RISCO DE PERDER A INDICAÇÃO, O LUCIANO DUCCI O RATINHO E O MARCELO BELINATTI CONHECEM A FORÇA DO APOIO DO BETINHO.. RSRSRSRSRS

  5. não é SUPREMO, mas sim SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA.

  6. Esmael, meu caro jornalista: permita-me dizer algo sobre a proposta do Senador Roberto Requião sobre o mandato fixo para Juizes do STF, ao qual gostaria de acrescentar mais alguns dispositivos ao Projeto de Lei, pois só o mandato fixo, por período certo, não basta. Eles e os Procuradores Gerais da República deveriam ter tanto sua relação de bens como seus rendimentos publicados anualmente no Diário Oficial da União e rigorosamente fiscalizados pela Receita Federal, preventivamente, quanto a sinais exteriores de riqueza seus e de familiares, pelo TCU em casos de variações , digamos, estranhas, do seu patrimônio ou de seus familiares diretos e até a segunda geração. Sendo que, para dar inicio a um procedimento interno de investigações seria válido o mecanismo da denuncia anônima, desde que é claro, acompanhada de sólida documentação, inclusive fotográfica. Ministros do STF não poderiam nunca reunir-se em “grupo” fora do plenário, em sessões publicas. Nem formar, “blocos” ou “coalizão”, dentro do STF. Ministros do STF e Procuradores Gerais, não poderiam, aproveitando-se da posição que ocupam, destratar publicamente outros Ministros, promotores, nem advogados das partes, nem qualquer pessoa estranha aos autos do processo, como jornalistas ou mesmo que dele faça parte, sendo que os adjetivos que necessitar usar no exercício de sua função devem ser sempre dirigidos aos crimes, às atitudes e não à pessoa que as praticou. Nas sessões plenárias o tempo de manifestação de cada Ministro deveria ser controlado e limitado, sendo a interrupção de um Ministro por outro rigorosamente proibida, a não ser quando aquele que está se pronunciando, autorizar. O presidente do Tribunal poderia perder essa função caso não fizesse observar esse princípio básico de funcionamento. Ministros e Procuradores Gerais não poderiam realizar qualquer ato ou omissão que pudesse cooptar ou tentar cooptar colegas como intimidades, relacionamento amoroso, de “amizade” ou comercial. Nunca , jamais, um Ministro do STF poderia presentear outro, ou outra, com qualquer bem, direito ou contrato de prestação de serviços. Nos caso em que Ministros do STF tivessem sua ação profissional confundida com ação político-partidária, a favor ou contra qualquer partido, caberia uma denuncia de suspeição por parte de qualquer cidadão . Ministros do STF nunca poderiam reunir-se, fora do Tribunal, em suas casas, em hotéis, ou em qualquer outro local senão sala especial, com sistema de gravação de som e imagem, localizada no STF, com políticos ou dirigentes de partidos políticos nem do governo nem da oposição, nem seus advogados. Ministros não poderiam aceitar favores de meios de comunicação na divulgação de livros escritos por si próprios ou por membros de suas famílias. Não poderiam aceitar favores de empresas como viagens de avião, nem poderiam , no exterior, reunirem-se com representantes de partidos políticos estrangeiros ou nacionais, ou de instituições a eles relacionadas. Todos os Ministros deveriam ter obrigatoriamente que fazer uso de segurança pessoal, bem como ter todas as suas despesas de saúde, educação e alimentação e de seus familiares e dependentes diretos, pagos pelo poder público. Existiriam outros mas deixo para depois e para os demais cidadãos que não concordam com a atual situação na qual a chamada “Corte Suprema” mais parece com as Cortes Reais da Idade Média e não com um poder judiciário republicano e independente. No Brasil, como em outros países, quem quisesse ser Ministro do STF deveria enxergar tal honraria com humildade e postura digna. E não pensar que por isso , virou astro do Big Brother Brasil ou super-herói, nem que vai ficar rico dando palestras quanto mais aparecer na mídia enquanto Ministro.

  7. STJ – Superior Tribunal de Justiça, não é Supremo, este só o é no STF do Barbosa.

  8. Se você soubesse quem foi o verdadeiro responsável não ia gostar nem um pouco