Coligação de Fruet acusa Ratinho Jr de exibir na TV gráfico proibido pela Justiça Eleitoral

Luiz Fernando Pereira.

O candidato a prefeito de Curitiba pelo PSC, Ratinho Junior, no programa eleitoral desta tarde, pisou no freio em relação à s críticas ao ex-ministro José Dirceu, mas descumpriu ordem judicial ao mostrar gráfico comparando pesquisas do Ibope e Datafolha.

A Justiça Eleitoral havia proibido, ontem, o candidato do PSC de comparar os números dos institutos em virtude de eles utilizarem metodologias diferentes.

O advogado Luiz Fernando Pereira, coordenador jurídico da campanha de Gustavo Fruet (PDT), informou que a coligação denunciará o descumprimento judicial ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

A coligação do candidato do PSC mudou um pouquinho [a propaganda], mas, na essência, descumpriu a decisão judicial!, disse Pereira.

O programa do candidato do PSC disse que Ratinho decolou e cresceu três pontos em 2 dias. O problema, segundo o advogado gustavista, é que as pesquisas foram realizadas no mesmo período e as amostragens são diferentes.

4 Comentários

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  1. Quem faz um gráfico fraudulento desse, fará qualquer coisa quando for prefeito! É a primeira vez que vejo alguém comparar duas pesquisas feitas no mesmo período, por duas empresas diferentes. E, além disso, uma delas é o tal Ibope… A equipe do Ratinho não pode ser assim tão burra, então só pode ser desespero de quem sonhou alto e agora está vendo a vaca ir pro brejo.

  2. Se os caras do ratinho tiverem esse tipo de comportamento metodológico no básico do planejamento, que são as pesquisas que embassam a ação, imagina do estrupício que vai ser o planejamento por questões metodológicas e conceituais…

  3. Compartilho novamente, além das pesquisas do Datafolha e Ibope NÃO ocorrerem antes e depois do debate da última sexta-feira, respectivamente, a escala do gráfico está totalmente errada: a amplitude de 16 pontos percentuais do primeiro eixo está praticamente 10 vezes maior que a amplitude do segundo eixo, de 10 pontos percentuais, induzindo ao erro qualquer leigo em leitura de gráficos.

  4. o estelionato eleitoral continua.