Candidatos pendurados na Justiça sonham com 2!º turno! na região metropolitana de Curitiba

Charge de Newton Silva.
A judicialização do processo eleitoral está levando candidatos da região metropolitana de Curitiba, pendurados na Justiça Eleitoral, a sonhar com um segundo turno!. Ou seja, uma nova eleição depois de 7 de outubro.

Eu explico isso. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tende não diplomar os eleitos considerados fichas sujas. A corte fará um esforço para julgar os processos de inelegibilidade até o próximo domingo (7), caso não consiga diplomará o segundo colocado no pleito.

De acordo com o artigo 224, do Código Eleitoral, em caso de nulidade de votação, quando atingido mais de 50% do sufrágio, procede-se nova eleição para evitar que a minoria! assuma o poder, ou seja, o segundo colocado na disputa.

Pois bem, e aí que os pendurados começam a sonhar com um hipotético segundo turno!. Boa parte deles pensa em fazer nas urnas mais de 50% dos votos válidos. Falta combinar com os eleitores, é claro. E, ato contínuo, se a Justiça confirmar suas respectivas cassações, novas eleições seriam convocadas.

Vários candidatos estão concorrendo nestas eleições sub judice, graças a liminares. Nessa situação se encontram os candidatos Beti Pavin (PSDB), de Colombo; Chico Santos (PSDB), de Fazenda Rio Grande; Louvanir Menegusso (DEM), de Campo Magro; Luiz Assunção (PSB), de Campina Grande do Sul; Albanor Zezé (PSDB), de Araucária; dentre outros.

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