Osmar Dias jura que não abandonou ninguém, diz que foi traído e critica Gustavo Fruet

Osmar: “Fruet nunca falou que tem o meu apoio em Curitiba”.
O ex-senador Osmar Dias, vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, entrou em contato com este blogueiro neste domingo (30). O homem estava puto da cara por causa da informação postada aqui, na última sexta-feira (28), sobre a reclamação de correligionários que se dizem abandonados feridos! na estrada pelo presidente estadual do PDT.

Numa conversa telefônica que durou cinco minutos, em duas oportunidades, Osmar disse que não processaria este blogueiro por consideração!. Confesso que fiquei mais aliviado com o espírito “democrático e generoso” do moço.

Ex-candidato ao governo em 2010, o pedetista contestou postagem neste blog item por item. Segundo ele, não existe nenhum vice-presidente do banco, nem mesmo nordestino, participando de campanhas eleitorais porque isso não é permitido pela instituição.

O banco tem 60% capital público e 40% privado, portanto, se um estatutário como eu participar da campanha recebe uma multa de R$ 50 mil da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Eu tenho um parecer jurídico do banco e por isso me licenciei até da presidência do PDT!, explicou.

Em 2010, eu sim que fui abandonado e traído. E este ano eu preciso trabalhar para pagar as minhas contas!.

Muito ressentido e magoado, Osmar Dias misturou a derrota eleitoral sofrida em 2010 com as eleições deste ano ao criticar o correligionário Gustavo Fruet, candidato a prefeito de Curitiba. De acordo com o vice-presidente do Banco do Brasil, Fruet nunca falou que tem seu apoio na disputa.

O Fruet nunca falou que tem o meu apoio. Quantas vezes ele me citou em debates ou entrevistas? Nunca!, reclama Osmar, se achando a última bolacha do pacote.

Em relação ao deputado Augustinho Zucchi (PDT), candidato a prefeito em Pato Branco, apesar de não ter gravado para o programa eleitoral, Osmar garantiu que fala com o companheiro todos os dias para lhe dar apoio moral.

Para fechar a conversa, Osmar Dias pediu: Volte a 2010 e lembre que eu sim fui abandonado e traído por todos. Eu não abandonei ninguém, pois a legislação me impede de fazer campanha. Agora, por que o Fruet não fala na televisão que tem o meu apoio?!.

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