Comercial de Ratinho Jr é tirado do ar; tropa de Ducci comemora

Luciano Ducci (PSB).

A juíza eleitoral Renata Estorilho Baganha, da 3!ª Zona Eleitoral determinou ontem (15) à  campanha de Ratinho Jr (PSC) a retirada imediata do ar de comercias que copiam propagandas do Tribunal Superior Eleitoral que usam o slogan Vote Limpo!, numa clara tentativa de confundir os eleitores e induzi-los a erro.

A tropa de Luciano Ducci (PSB) comemorou a decisão judicial. De acordo com a campanha do prefeito, Ratinho gosta de copiar tudo. “Inclusive o programa eleitoral que foi copiado do petista Fernando Haddad, de São Paulo”.

Segundo a campanha de Ducci, a juíza também encaminhou cópias do material ao Ministério Público, à  Polícia Federal, ao TSE, ao TRE-PR, para o devido processo criminal, para investigação de plágio (crime contra a propriedade intelectual). Ainda de acordo com os duccistas, a magistrada teria entendido a propaganda como desrespeito ao Poder Judiciário.

(…) Se utilizaram de roteiro de propagandas institucionais do TSE a fim de vincular o candidato ao contexto de político ficha limpa!, escreveu a juíza na sentença.

O objetivo de Ratinho, entendeu a Justiça, era o de confundir o eleitor, levando-o a acreditar que todos os comerciais, tanto os do TSE como os da campanha, faziam parte de sua propaganda eleitoral: realiza uma propaganda que utiliza os mesmos personagens, ou muito parecidos, várias falas iguais, cenografia similar, o mesmo conteúdo, qual seja, o do voto limpo, para confundir o eleitor, que menos avisado pode mesmo acreditar que todas as inserções. Tanto do candidato Ratinho Junior, como as do TSE são idênticas e tem o mesmo fim, qual seja, fazer propaganda eleitoral do candidato Ratinho Junior!, atesta o mandado judicial.

Caso descumpra a decisão, a campanha de Ratinho Junior está sujeito a multa de R$ 10 mil para cada inserção exibida indevidamente.

Nós respeitamos a decisão judicial e já retiramos do ar, mas vamos fazer a nossa defesa dentro do prazo de 48 horas. Nós entendemos que a campanha não pretende que o leitor seja induzido ao erro!, disse Guilherme Gonçalves.

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