PPL e PSTU vão à  Justiça para garantir presença nos debates da TV

Cláudio Fajardo quer o PPL nos debates da TV. Foto: reprodução Facebook.

O candidato a vice-prefeito de Curitiba, Cláudio Fajardo, do PPL, informou ao blog neste sábado (4) que a direção nacional da agremiação recém-criada deverá ingressar nas próximas horas com uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade), no Supremo Tribunal Federal (STF), contra a lei eleitoral que permite excluir dos debates no rádio e na tevê os candidatos de partidos políticos que não têm representação no Congresso Nacional.

Fajardo informa que vai procurar o candidato a prefeito do PSTU, Avanilson Araujo, também rifado pelas emissoras em virtude da lei, para garantir conjuntamente na Justiça Eleitoral a presença de ambos os candidatos nos debates televisivos.

Essa lei que exclui a nossa participação nos debates da televisão é antidemocrática, fere de morte a Constituição Federal. à‰, portanto, um atentado ao Estado Democrático de Direito!, disse Fajardo.

O PPL está na disputa pela prefeitura de Curitiba com a candidata Alzimara Bacellar, militante histórica dos movimentos sociais.

Curitiba tem oito postulantes à  prefeitura. Apenas participaram do último e primeiro debate, na Band TV, os seguintes candidatos: Luciano Ducci (PSB), Gustavo Fruet (PDT), Ratinho Jr (PSC), Bruno Meirinho (PSOL), Rafael Greca (PMDB) e Carlos Moraes (PRTB), que conseguiu uma liminar aos 48 do segundo tempo.

Alzimara e Avanilson não foram convidados para o debate. E é contra isso que PPL e PSTU se insurgem.

2 Comentários

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  1. Também concordo com a inclusão de todos os candidatos nos debates televisivos.

    A Band desrespeitou eleitores como eu, que quero debate amplo sobre as coisas da cidade.

    Aliás, o debate da Band, com aquelas regras de “urbanidade”, foi mais sem graça que dançar com a irmã.

  2. Concordo plenamente com a inclusão dos outros candidatos nos debates, essa coisa de democracia relativa, que só é invocada quando me serve é absurda. Todos os candidatos e candidatas devem ter direito de usar o espaço numa concessão pública para levar a sua mensagem aos eleitores. Se vivemos a democracia representativa todso querem ver os seus representantes debatendo e mostrando aos eleitores as suas propostas. E nesse estilo de debate que mais parece uma comida sem sal, que chegou a ser enfadonho, quem sabe um dos outros candidatos não põe um pouquinho de tempero…