26 de agosto de 2012
por esmael
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Até agora, campanha de Ducci arrecadou mais: R$ 2,45 milhões

* TSE divulga nome de doadores

por Chico Marés, via Gazeta do Povo

Pela primeira vez na história, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou os nomes dos doadores de campanha dos candidatos antes do encerramento das eleições. As informações divulgadas pela Justiça Eleitoral na sexta-feira à  noite se referem à  primeira prestação de contas oficial, que foi feita no dia 2 de agosto. A próxima parcial será no dia 2 de setembro.

A decisão de divulgar os doadores foi tomada pela presidente do tribunal, a ministra Cármen Lúcia, com base na Lei de Acesso à  Informação. Até a última eleição, o TSE só divulgava os doadores de campanha após o término do pleito. Os candidatos até apresentavam ao tribunal em seus balanços parciais o nome das empresas e pessoas físicas doadoras, mas esses dados não vinham a público durante a campanha.

Curitiba

Campeão de arrecadação entre os candidatos a prefeito de Curitiba até agora, Luciano Ducci (PSB) recebeu R$ 2,15 milhões da direção nacional do partido !“ logo não é possível traçar a origem do dinheiro. Os outros R$ 300 mil, dos R$ 2,45 milhões que a campanha de Ducci arrecadou no primeiro mês de campanha, foram doados pela empresa Condor Super Center.

A arrecadação do candidato Ratinho Jr. (PSC), segundo que mais arecebeu doações (R$ 193 mil), veio quase que integralmente das empresas de sua família. A Massa e Massa Comunicação e Marcas doou R$ 180 mil para a campanha.

Os dados divulgados pelo TSE também mostram que dos R$ 162 mil que Gustavo Fruet (PDT) arrecadou, a maior parte saiu do seu próprio bolso: R$ 100 mil. Também foram registradas outras diversas doações individuais de até R$ 1 mil, incluindo repasses de candidatos a vereador. Concorrente pelo PMDB, Rafael Greca obteve R$ 40 mil em doações. Uma parte foi da distribuidora de pneus Piratininga e outra de Renato Tavares de Carvalho.

Quem paga a conta?

Veja quem já doou para as principais campanhas para prefeito em Curitiba

26 de agosto de 2012
por esmael
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“Não acredito que o mensalão tenha existido”, diz Lula ao jornal New York Times

* Lula ‘está de volta à  linha de frente’, diz ‘New York Times’

da Folha.com

Lula volta à  linha de frente, diz o “New York Times”, que dedicou uma reportagem ao ex-presidente em sua edição impressa deste domingo (26).

“Não é fácil saber como deve agir um ex-presidente”, afirma Lula em entrevista ao jornal, que destaca a ausência da tradicional barba do petista, após tratamento contra o câncer.

Em destaque, está a relação de Lula com réus do mensalão e seu papel diante de “um dos maiores desafios” de toda a história do PT.

“Não acredito que o mensalão tenha existido”, afirma Lula ao jornal nova-iorquino, reiterando o que já disse em outras ocasiões. O diário cita brevemente o suposto pedido de Lula ao ministro do STF Gilmar Mendes, em abril, para que o julgamento do mensalão fosse adiado.

Ao “NYT” o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que a publicação disse se manter discreto no cenário político brasileiro, comparou a habilidade politica de Lula à  de um “encantador de serpentes”.

Ainda na entrevista, Lula nega ter pretensões de voltar ao poder antes do fim de um suposto segundo mandato de Dilma Rousseff. “Dilma é minha candidata e, se Deus quiser, será reeleita.” Sobre a eleição de 2018, porém, afirmou que é difícil para qualquer político excluir as possibilidades de ser candidato. “Um sinal claro de que seu gosto pelo jogo político permanece inalterado”, aponta o jornal.

“Política é a minha paixão”, diz Lula, ao fim da reportagem.

A entrevista, realizada na sede do Instituto Lula, em São Paulo, nesta semana foi concedida ao repórter Simon Romero, correspondente no “NYT” no Brasil, e a Joseph Kahn, editor de Internacional do jornal americano.

26 de agosto de 2012
por esmael
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Horário eleitoral no rádio e na tevê: Não te aguento, mas não te largo!

Maioria aprova horário eleitoral em SP, diz Datafolha

da Folha.com

O horário eleitoral na TV e no rádio deve ser mantido, diz a maioria dos entrevistados de pesquisa Datafolha realizada na semana passada, em São Paulo. Mais da metade dos que apoiam a propaganda política, entretanto, acha preciso rever o formato.

De acordo com o levantamento, 64% da população pensa que a publicidade eleitoral deve continuar de algum modo. Esse índice se divide entre os 30% que avaliam que ela deve ficar como está e os 34% que afirmam que o modelo deve ser repensado. Outros 32% sugerem que o espaço seja extinto.

A pesquisa mostra ainda que 57% dos ouvidos declaram que assistirão ao programa. A maioria (62%) diz que o horário eleitoral influenciará na definição de seu voto.

26 de agosto de 2012
por esmael
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Leia as manchetes deste domingo

Jornais do Paraná

– Gazeta do Povo: Brasileiro nunca trocou tanto de emprego

– Jornal de Londrina: Pequenas empresas ganham espaço nas licitações públicas Leia mais