Por Esmael Morais

Tribunal de Justiça nega habeas corpus a secretário de Beto Richa

Publicado em 25/07/2012

Ricardo Barros tenta anular as gravações como provas de ilícitos penais, alegando que a notícia crime foi instaurada com base em conversa telefônica extraída da Operação Quebra Galho, que visava outros investigados e que, portanto, a investigação desenvolvida por seu intermédio deve ser trancada, além do periculum in mora afigura-se certo, porque a exploração política do fato importa desgaste para o paciente junto aos seus eleitores! (Barros não é candidato, como quis fazer parecer, e sim coordenador geral da candidatura de Pupin).

Ao indeferir o pedido de trancamento da denúncia, o desembargador considerou que não restaram demonstrados os requisitos necessários para a concessão da liminar da ordem, quais sejam, o periculum in mora e o fumus boni iuris.

O despacho é de segunda-feira (23) e foi disponibilizado na tarde de ontem. Barros também tem recurso contra a denúncia em análise no Supremo Tribunal Federal (STF).