Rafael Greca esculhamba Datafolha, mas utiliza números em vídeo

Apesar de subir 44,5% (de 7% para 10%), entre a penúltima e a última pesquisa Datafolha, divulgada no final de semana, o candidato a prefeito de Curitiba pelo PMDB, Rafael Greca, contestou a metodologia aplicada pelo Instituto para aferição da preferência do eleitorado e fez algumas observações.

Segundo Greca, há ausência de controle nos estratos de grau de instrução e nível econômico sustentados em dados do último Censo.

Neste pedido de registro do Datafolha, o problema persiste, pois o Instituto diz que, novamente não haverá controle dessas variáveis, porque serão utilizados os resultados obtidos aleatórios em campo. Ou seja, não será objeto de controle estatístico!, ressaltou Greca.

Voto analítico

Para o peemedebista, o voto em eleições municipais tem muita ligação com os problemas que o eleitor vive no local de moradia (ausência de creche, transporte coletivo precário, etc.).

Para confiarmos nos resultados de uma pesquisa sobre eleições municipais espera-se que o critério divisão geográfica, onde as entrevistas serão feitas, seja rigorosamente calculado!, destacou.

Pontos de fluxo

Rafael Greca ressaltou ainda que o Datafolha apenas informa que as entrevistas serão realizadas em 52 pontos de fluxo dentro da cidade.

E, diz Greca, só depois de divulgar os resultados do levantamento, informará quais bairros foram pesquisados. O Instituto Datafolha não se compromete com uma divisão proporcional dentro da cidade, nem com a divulgação desta lista junto com a pesquisa onde pudéssemos fiscalizar no detalhe o trabalho feito!, disse.

E completou: O Datafolha alega que não pode informar isso antes porque poderia haver movimentos de candidatos para colocar seu pessoal para responder e contaminar a amostra, mas podemos questionar o fato dessa informação não estar disponível no ato da entrega do resultado!.

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