Prefeitura de Curitiba terá que abrir gastos com publicidade desde 2009

via assessoria do PT

Roseli Isidoro. Foto: Gilson Camargo.

A Juíza da 8!ª Vara da Fazenda Pública, Mariana Gluszcynski Fowler Gusso, deu prazo de dez dias para que a Prefeitura de Curitiba e o secretário Municipal de Comunicação Social, David Campos, forneçam todas as informações sobre os valores gastos em publicidade institucional entre 2009 e 2012 e ainda sobre os gastos com o Jornal Curitiba 319 anos.

(…) tais informações são necessárias para apurar irregularidades, e não possuindo a documentação pertinente, não poderá a parte, verificada as irregularidades, tomar as medidas cabíveis à  coibi-las!, afirma o despacho da juíza.

A decisão atende ao mandado de segurança proposto pela presidente municipal do PT, Roseli Isidoro, devido ao não cumprimento do pedido de informações solicitado por ela junto à  Secretaria Municipal de Comunicação Social (SCMS).

Em 11 de abril de 2012 foi solicitado à  Secretaria Municipal de Comunicação Social (comandada pelo Sr. David Campos) informações acerca dos valores empregados na publicidade institucional do município e também quanto aos encartes de publicidade institucional do Jornal Curitiba 319 anos, que foram distribuídos gratuitamente juntamente com os principais jornais em circulação no município em março deste ano.

4 Comentários

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  1. Huuummmm
    Cuidado com o que vai sair disso!!!!
    As grandes agencias de Curitiba devem ficar de orelha em pé!!!!
    Vai ser Bem mais que a Visão passou!
    Inté!

  2. É A MESMA DAS FOTOS ESPALHADAS POR AI OU É A FILHA DELA!!KKKKKK
    ESSES CANDIDATOS SÃO SEM NOÇÃO MESMO!!
    VAMOS LÁ ASSUMIR A IDADE CANDIDATA!!

  3. Sem fundamentos em sua campanha para dificultar a reeleição de Barbosa Neto (PDT) e contrariados com os reflexos da administração transformadora que o prefeito pedetista vem realizando no município, possivelmente devido aos cortes de verbas publicitárias que irrigavam os cofres da grande imprensa, os editores da Folha de Londrina abriram fogo contra o advogado Valmor Stédile tentando minimizar a contestação feita por ele alguns dias antes a factóides do jornal que acusavam o PDT de haver acionado contra o GAECO no STF para impedir investigações.

    Na semana passada Stédile enviou resposta ao editorial da Folha de Londrina intitulado “Quando a defesa é o ataque”, pela qual rebate todas as alegações veiculadas, porém a editoria do jornal cortou precisamente um ítem que evidencia a tendenciosidade da notícia e a forma parcial como o GAECO vem sendo usado politicamente para perseguir opositores – como no caso de Londrina – ou proteger aliados a exemplo da capital.

    A questão censurada pela Folha de Londrina, contendo link sobre grave denúncia sobre a gestão do prefeito curitibano Luciano Ducci, foi a seguinte: “Se o GAECO é apontado como único instrumento capaz de combater a corrupção em nosso Estado, por que se omite diante das denúncias de irregularidades na Prefeitura de Curitiba baseadas em contratos leoninos, como o que teria destinado a apenas uma ONG R$ 600 milhões nos últimos cinco anos?”

    Afinal, a Folha de Londrina censurou este trecho porque tem medo ou está na folha da capital? (está aí uma pergunta que poderá ser respondida com a abertura dos gastos com publicidade da Prefeitura de Curitiba).