17 de junho de 2012
por esmael
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Haddad sobe cinco pontos na disputa pela Prefeitura de SP; Serra lidera

da Folha.com

Levantamento feito pelo Datafolha entre os dias 13 e 14 de junho mostra crescimento do petista Fernando Haddad na intenção de voto para Prefeitura de São Paulo. Haddad subiu de 3% para 8% na preferência dos eleitores.

O ex-governador José Serra (PSDB) se manteve na liderança com 30% das intenções. Em segundo aparece Celso Russomanno (PRB), com 21%. Soninha Francine (PPS) está com 8%, empatada na terceira posição com Haddad.

Netinho de Paula (PCdoB) está com 7% das intenções de voto. Gabriel Chalita (PMDB) tem 6%.

Paulinho da Força (PDT) tem 5%. Luiz Flávio D’Urso (PTB) e Carlos Giannazi (PSOL) aparecem com 1%. Os outros candidatos não pontuaram.

De todos os entrevistados, 9% declarou voto branco ou nulo, e 3% ainda não sabe.

A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento ouviu 1077 pessoas e está registrado na Justiça Eleitoral com o número SP-00075/2012.

17 de junho de 2012
por esmael
Comentários desativados em Angela Albino, do PCdoB, lidera Ibope em Florianópolis

Angela Albino, do PCdoB, lidera Ibope em Florianópolis

via Diário Catarinense

A menos de duas semanas do final do prazo para confirmação das candidaturas, Angela Albino (PC do B) e Cesar Souza Junior (PSD) lideram a corrida pela prefeitura de Florianópolis. Nas duas simulações realizadas pela pesquisa Ibope contratada pelo Grupo RBS, a diferença entre os pré-candidatos fica dentro da margem de erro dos quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Em ambos os cenários em que os nomes foram apresentados aos eleitores pesquisados, Angela leva pequena vantagem. Quando são apresentadas oito pré-candidaturas, a pré-candidata do PC do B aparece com 26% das intenções de voto, contra 21% de Cesar Souza Junior. O pré-candidato Gean Loureiro (PMDB) teria 10%.

Em outro grupo, surgem Joaninha de Oliveira (PSTU), com 3%; João Batista Nunes (PSDB), com 2%; Elson Pereira (PSOL) e Gerson Basso (PV), com 1% das intenções de voto. Embora constasse no disco apresentado aos eleitores, Doreni Caramori (DEM) não foi citado nenhuma vez.

O quadro se altera muito pouco no cenário em que não constam Doreni e João Batista Nunes. Persiste o empate técnico entre Angela, que oscila para 27%, e Cesar, que mantém os 21%. Gean oscila para 12%, assim como Joaninha, que passa para 4%. Elson e Basso mantêm 1% dos intenções de voto cada. Nos dois cenários, brancos e nulos são 16% e indecisos são 18%.

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, 58% disseram que não sabem ou não responderam e 13% se manifestaram por branco/nulo.

A pesquisa Ibope também avaliou a administração do prefeito Dário Berger (PMDB).

Ficha técnica
Contratante: Gru

17 de junho de 2012
por esmael
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Olha essa: Tropa de Ducci diz que revista Veja é “gustavista”

Fruet seria amiguinho de Veja desde 2007, dizem arqueiros de Ducci (clique para ampliar).A moda está pegando. Dias desses, o Palácio Iguaçu deixou escapar que a onda de denuncismo na área de segurança pública, publicados pelo jornal Gazeta do Povo, estava partindo de “gustavistas”, correligionários de Gustavo Fruet, pré-candidato a prefeito de Curitiba pela aliança PDT, PT e PV.

Agora, o prefeito Luciano Ducci, PSB, que vai à  reeleição com o apoio do governador Beto Richa, PSDB, utiliza o mesmo expediente. Ou seja, as denúncias divulgadas sobre o suposto enriquecimento do alcaide também teriam sido disparadas pelo QG de Fruet.

Nesta tarde, a tropa de Ducci afirma que tem como comprovar que a revista Veja está “laranjeando” porque o semanário estaria torcendo descaradamente pela eleição do arquirrival pedetista.

Segundo os defensores de Ducci, o autor da reportagem sobre as fazendas, Otávio Cabral, vem dando um mole para o amiguinho Fruet desde os tempos da CPI dos Correios. Em janeiro de 2007, Cabral escreveu na Veja matéria alçando Fruet, então no PSDB, à  candidato a presidência da Câmara dos Deputados.

A seguir, a prova, segundo os “duccistas”, de que a Veja é “gustavista” desde 2007:

A terceira via tem rosto

17 de junho de 2012
por esmael
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Dilma Rousseff revela detalhes do sofrimento vivido nos porões da ditadura

por Sandra Kiefer, via Correio Braziliense

A presidente Dilma Vana Rousseff foi torturada nos porões da ditadura em Juiz de Fora, Zona da Mata mineira, e não apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro, como se pensava até agora. Em Minas, ela foi colocada no pau de arara, apanhou de palmatória, levou choques e socos que causaram problemas graves na sua arcada dentária. à‰ o que revelam documentos obtidos com exclusividade pelo Estado de Minas , que até então mofavam na última sala do Conselho dos Direitos Humanos de Minas Gerais (Conedh-MG). As instalações do conselho ocupam o quinto andar do Edifício Maletta, no Centro de Belo Horizonte. Um tanto decadente, sujeito a incêndios e infiltrações, o velho Maletta foi reduto da militância estudantil nas décadas de 1960 e 70.

Perdido entre caixas-arquivo de papelão, empilhadas até o teto, repousa o depoimento pessoal de Dilma, o único que mereceu uma cópia xerox entre os mais de 700 processos de presos políticos mineiros analisados pelo Conedh-MG. Pela primeira vez na história, vem à  tona o testemunho de Dilma relatando todo o sofrimento vivido em Minas na pele da militante política de codinomes Estela, Stela, Vanda, Luíza, Mariza e também Ana (menos conhecido, que ressurge neste processo mineiro). Ela contava então com 22 anos e militava no setor estudantil do Comando de Libertação Nacional (Colina), que mais tarde se fundiria com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), dando origem à  VAR-Palmares.

As terríveis sessões de tortura enfrentadas pela então jovem estudante subversiva já foram ditas e repisadas ao longo dos últimos anos, mas os relatos sempre se referiam ao eixo Rio-São Paulo, envolvendo a Operação Bandeirantes, a temida Oban de São Paulo, e a cargeragem na capital fluminense. Já o episódio da tortura sofrida por Dilma em Minas, onde, segundo ela própria, exerceu 90% de sua militância durante a ditadura, tinha ficado no esquecimento. Até agora.

Com a palavra, a presidente: Algumas características da tortura. No início, não tinha rotina. Não se distinguia se era dia ou noite. Geralmente, o básico era o choque!. Ela continua: (…) se o interrogatório é de longa duração, com interrogador experiente, ele te bota no pau de arara alguns momentos e depois leva para o choque, uma dor que não deixa rastro, só te mina. Muitas vezes usava palmatória; usaram em mim muita palmatória. Em São Paulo, usaram pouco este “método”!.

Bilhetes

Dilma foi transferida em janeiro de 1972 para Juiz de Fora, ficando presa possivelmente no quartel da Polícia do Exército, a 4!ª Companhia da PE. Nesse ponto do depoimento, falham as memórias do cárcere de Dilma e ela crava apenas não ter sido levada ao Departamento de Ordem e Política Social (Dops) de BH. Como já era presa antiga, a militante deveria ter ido a Juiz de Fora somente para ser ouvida pela auditoria da 4!ª Circunscrição Judiciária Militar (CJM). Dilma pensou que, como havia ocorrido das outras vezes, estava vindo de São Paulo a Minas para a nova fase do julgamento no processo mineiro. Chegando a Juiz de Fora, porém, ela afirma ter sido novamente tortur